Em the beatles:

Insetos fofinhos, Regina Spektor cantando Beatles e muito mais. Ouça a trilha da série “Beat Bugs”

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Uma das séries infantis de grande sucesso no momento na Netflix é “Beat Bugs”, produção que basicamente conta histórias de um grupo formado por simpáticos insetos com base em canções dos Beatles. O legal disso tudo é que a trilha é toda reinterpretada por artistas contemporâneos, às vezes ao lado de crianças.

Foi lançada uma compilação com as melhores canções das duas primeiras temporadas e dela há bons recortes. Tipo a Regina Spektor fazendo “And Your Bird Can Sing”, o James Bay cantando “Hey Bulldog”, o The Shins tocando “The Word” e o Chris Cornell botando sua voz marcante em “Drive My Car”.

A trilha é ideia do australiano Josh Wakely, um dos mentores da série, e os arranjos foram capitaneados pelo Daniel Johns, do Silverchair, lembra?

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Apenas: Rolling Stones toca Beatles e choca o mundo

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Consideradas por muitos as bandas mais importantes da história da música, Beatles e Rolling Stones sempre tiveram uma rivalidade alimentada em bastidores. Muitos acreditam que rolava mesmo uma disputa. Outros, que tudo foi fruto de invenções de empresários e jornalistas para bombar os dois grupos, que explodiram mundialmente na década de 60.

O que era explorado especialmente era a diferença de características das duas bandas. Noves fora o talento e boa música, os Beatles eram considerados bons mocinhos, enquanto os Stones eram classificados como uma turma da regressão. A rivalidade alimentada fez muita gente de fã-clube odiar a outra banda e isso foi perdurando ao longo das décadas, hoje provavelmente em menor escala. Ainda que as bandas nunca levassem ao pé da letra a tal da rivalidade, sempre ficou um climinha. It’s only Rock ‘N Roll but I like it.

Cortando para 2016, mais precisamente o dia 8 de outubro. Na abertura do Desert Trip, o Oldchella, os Stones surpreenderam o público ao tocarem o hit – algo farofa, perdão – “Come Together”, faixa essencial da discografia dos Beatles. Foi a primeira vez que eles tocaram a canção em um palco.

Pegando pelas teorias que nunca acabam, óbvio, teve quem reclamasse. Alguns disseram que a versão foi um tanto desleixada. Mick Jagger mesmo, ao apresentar a canção, disse que poderia soar estranho para muitos, mas que as pessoas provavelmente iriam lembrar da banda e da música.

Bom ou não, o registro foi feito. E ficou a expectativa que Paul McCartney retribuísse a gentileza no dia seguinte. Não rolou. Talvez no próximo final de semana. Vai que…

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Há 48 anos, os Beatles faziam seu último show oficial

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Está rodando a internet há algum tempo um registro histórico do último show “oficial” dos Beatles, realizado em 29 de agosto de 1966 em San Francisco. À época, a banda já havia decidido que não excursionaria mais pelo mundo e, por isso, atendendo a um pedido de Paul McCartney, o assessor do grupo Tony Barrow gravou a apresentação, que durou cerca de 33 minutos e teve 11 canções.

Como o show foi gravado em fita cassete (cada lado com 30 minutos) com um microfone ambiente, Tony perdeu a parte final de “Long Tall Sally”, faixa que encerrou o show. Além disso, Lennon e Macca levaram câmeras fotográficas para registrar fotos de bastidores e do público, estimado em 25 mil pessoas.

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A última aparição dos Beatles juntos tocando foi no famoso show no telhado da Apple, em 1969. No entanto, o show no estádio Candlestick Park de San Francisco é considerado o último com ingressos à venda e tudo mais. Há duas semanas, Paul McCartney voltou ao mesmo estádio para um show de sua atual turnê.

A gravação feita por Tony Barrow completou 48 anos neste fim de semana e pode ser ouvida abaixo.

* Tracklist
01. 00:00 “Rock and Roll Music”
02. 01:39 “She’s a Woman”
03. 04:52 “If I Needed Someone”
04. 07:52 “Day Tripper”
05. 10:58 “Baby’s In Black”
06. 13:43 “I Feel Fine”
07. 16:24 “Yesterday”
08. 19:06 “I Wanna Be Your Man”
09. 21:45 “Nowhere Man”
10. 24:33 “Paperback Writer”
11. 27:19 “Long Tall Sally” (incompleta)

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A filha fofura do Dave Grohl

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Rolou na noite de ontem uma cerimônia especial com oferecimento do Grammy aos Beatles, pelos 50 anos da estreia do quarteto mais importante da história da música em palcos norte-americanos.

O evento, que contou com as presenças e apresentação conjunta de Paul McCartney e Ringo Starr, teve diversos convidados famosos, tipo Pharrell Williams, Alicia Keys, Eurythmics, Gary Clark Jr. e outros. Muitos deles subiram ao palco e mandaram suas versões de sucessos da banda inglesa. Aos poucos, durante a semana, a gente vai destacando por aqui esse papo “Beatles 50”.

Um dos momentos que mais chamaram a atenção na cerimônia beatle foi quando Dave Grohl reeditou a faixa “Hey Bulldog” ao lado do cantor e compositor inglês Jeff Lynne, ex-Electric Light Orchestra.

Grohl falou da importância dos Beatles em sua formação e contou que o amor de sua família pelos Beatles atravessa gerações, já que ele é super fã, sua mãe também e sua filha também.

Aí deram um close na filha dele, a Harper, de 5 aninhos, toda fofa e orgulhosa vendo o pai prestar homenagem aos Beatles. Grandes momentos do pop. Haha.

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* Dave tem uma outra filha, a Violet, de 8 anos.

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Aos Beatles, com carinho: a incrível homenagem do Arctic Monkeys

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A América parou neste fim de semana para comemorar os exatos 50 anos da primeira visita dos Beatles ao país. Foi em um 9 de fevereiro que John, Paul, George e Ringo fizeram sua estreia no programa de Ed Sullivan, em 1964, e ali começou uma revolução na música pop.

Nas últimas semanas, são muitas as diferentes homenagens para a banda de Liverpool. No último sábado, o Arctic Monkeys fez aquele que pode ser o seu “Ed Sullivan Show” da carreira. A banda de Alex Turner lotou o gigante Madison Square Garden para um de seus shows mais pontuais de sua trajetória, já que o grupo enfim parece decolar no difícil mercado norte-americano. Como não poderia deixar de ser, os garotos de Sheffield resolveram entrar na onda de homenagens e também fez seu número Beatles.

Acompanhados do bro Miles Kane, os Monkeys mandaram “All My Loving”, uma das três faixas que os Beatles tocaram em sua estreia norte-americana. Antes de mandar a canção em ritmo desacelerado, Turner disse que, se na época um a cada três americanos assistiram aos Beatles na TV, ele espera que agora “um ou três americanos” assistam ao tributo deles.

Muita gente vai assistir e curtir, Alex.

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