Em The Black Album:

Buscando por experimentalismo, Weezer promove “troca-troca” dos integrantes no estúdio e anuncia o lançamento do seu “The Black Album”

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* Haha. Calma…

A banda norte-americana Weezer enfim confirmou a data de lançamento para seu aguardado disco novo, “The Black Album”, que já vinha sendo comentado há meses. A turma liderada pelo distinto Rivers Cuomo escolheu 1º de março para lançar sua nova obra, produzida por Dave Sitek, do TV on the Radio.

O papo por trás do título é que o Weezer está tentando fazer deste projeto o seu mais experimental na carreira de quase três décadas. Todas as canções tiveram como ponto focal inicial Rivers tocando piano. Os demais integrantes do grupo também tentaram se aventurar em instrumentos diferentes, com o objetivo de mudar a sonoridade pop costumeira da banda.

Além da data, o Weezer divulgou a capa dark do disco e ainda um novo single, “Zombie Bastards”. Antes, o grupo já havia divulgado “Can’t Knock the Hustle”.

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Cópias em vinil do disco maléfico, raro e destruído do Prince reaparecem na internet para venda. Custa 20 mil dólares a última

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Um dos projetos mais misteriosos da história do pop, “Black Album”, o disco maléfico e destruído do Prince, voltou a ganhar os noticiários. A história básica que envolve o álbum é a de que o astro norte-americano mandou destruir todas as 500 mil cópias prensadas daquele que pintou como a “resposta black” ao conceitual “White Album”, dos Beatles. São várias as versões da decisão excêntrica de Prince.

Uma delas foi a de que houve um desacordo na estratégia de distribuição. Prince gostaria de divulgar o trabalho, que tem 8 canções, de um jeito inovador para a época (1987), enviando as cópias em segredo para as lojas e sem identificação evidente nas embalagens. Sua gravadora, a Warner, teria não concordado e soltou a obra identificada.

A outra versão é a de que Prince teve uma “revelação espiritual” e que, a partir dela, considerou o álbum “maléfico”. Os exemplares em vinil foram recolhidos das lojas e destruídos. Simples assim. Mas, claro, sobrou uma cópia aqui e outra ali.

Algumas delas ficaram com Jeff Gold, dono do site Recordmecca e ex-executivo da Warner. Ele contou que recebeu um contato de um ex-funcionário da gravadora, que disse ter encontrado cinco cópias. Três delas foram parar no Recordmecca para venda. As duas primeiras foram vendidas por 15 mil dólares. Existe mais uma, a última, no valor de 20 mil dólares. Topa?

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