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O que você quer, Wayne Coyne? Flaming Lips anuncia novo álbum com participação especial de Mick Jones, do Clash

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O sempre inventivo Wayne Coyne é desses caras que sempre estão nos surpreendendo. E, parece, ele vai conseguir de novo, em 2019. O seu Flaming Lips anunciou para o mês de abril, no Record Store Day, o lançamento de um álbum especial.

O projeto receberá o nome “King’s Mouth”, o mesmo de uma instalação de arte feita por Coyne em 2015, na qual eram tocadas músicas inéditas. O charme deste novo disco é a participação de Mick Jones, ex-guitarrista do lendário The Clash.

O músico, que também acumula passagens pelo Big Audio Dynamite e esporadicamente pelo Gorillaz, fará narrações em “quase todas as músicas”, o que é “realmente inacreditável”, nas palavras de Coyne.

O anúncio foi feito no Instagram oficial do próprio Wayne Coyne, mas ainda não há nenhuma prévia em áudio.

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… ok.. so… our King’s Mouth album that will be coming out on @recordstoredayus in April has Mick Jones on it… yeah Mick Jones from The Clash and Big Audio Dynamite.. he’s doing the narration … he’s on almost every song… it really it quite unbelievable.. ill post a little video clip so you can hear him … but yeah!!!!! Man!!! Sooooo cool❤️🎅🏼🎅🏼🎅🏼🎅🏼❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️🎅🏼🎅🏼🎅🏼🎅🏼🎅🏼🙏🙏❤️❤️❤️❤️❤️#waynecoyne #theflaminglips #spongebobbroadway #flaminglipsconcert #flaminglips #kingsmouth @stevendrozd @scott_booker @jenstark @irreversibility @mtekbot @katyweaver @denniscoyne @kwkakwka @rockworth @nicholas_ley @spacefacemusic @oliverhibert @hein_koh @wow_elec_tron @nilerodgers @tannermariehull @wilco @waynecoyne5 @unitheband @dandeacon @mileycyrus @the_avam @gabbytwin @iiswhoiis @mtekbot @postmalone @paulsmith

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The Good, The Bad & The Queen mostra o segundo single do seu novo disco. Confira “Gun To The Head”

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Depois de um silêncio musical que durou mais de uma década, Damon Albarn anunciou a volta do The Good, The Bad & The Queen recentemente e com o pé no acelerador. O retorno marca o lançamento de “Merrie Land”, novo disco, para a semana que vem, mais precisamente dia 16/11.

Além do single homônimo, divulgado semana passada, agora também é de conhecimento público “Gun To The Head”, canção que ganhou vídeo todo bonitinho/dramático com ventríloquos.

Damon tem em sua companhia os músicos Paul Simonon (The Clash), Simon Tong (The Verve) e Tony Allen. A banda lançou seu álbum de estreia homônimo em 2007. O novo disco tem a produção do renomado Tony Visconti, ex-braço direito do gênio David Bowie.

Merrie Land – Tracklist
01 Merrie Land
02 Gun to the Head
03 Nineteen Seventeen
04 The Great Fire
05 Lady Boston
06 Drifters & Trawlers
07 The Truce of Twilight
08 Ribbons
09 The Last Man to Leave
10 The Poison Tree

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Já imaginou a St. Vincent cantando The Clash? Então…

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St. Vincent na área, de novo. Graças ao ótimo “MASSEDUCTION”, Annie Clark será figurinha carimbada de programas de rádio e TV nas próximas semanas, para a nossa alegria.

A mais recente parada da cantora e guitarrista norte-americana foi no programa de sua xará Annie Mac, na BBC Radio 1 no dia de ontem. Por lá, St. Vincent mostrou em reedições acústicas os singles “Los Ageless” e “New York”.

Mas o ponto alto da apresentação foi uma inesperada cover de “London Calling”, do seminal The Clash, orgulho inglês. Annie Clark sabe como jogar bem o jogo. A session completa pode ser ouvida abaixo, além da cover do Clash separada.

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Sequência do importantíssimo “Trainspotting” estreia hoje nos cinemas. Vá ver e principalmente ouvir o filme

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* O texto abaixo saiu publicado na edição desta quinta-feira do caderno Ilustrada, da “Folha de S.Paulo”. A página toda merece destaque, com a crítica do filme e a análise da “era perdida” que o filme brilhantemente abordou sobre aquela galera britânica de meados dos anos 90. Mas reproduzo abaixo apenas minha colaboração com o jornal, sobre a trilha sonora tanto do filme de 1996 quanto deste “T2 Trainspotting”, a continuação 20 anos depois. A música abordada nas duas produções é um assunto muito sério. Porque, em ambas, a música é como um dos personagens principais da trama.

Captura de Tela 2017-03-23 às 5.50.15 PM

Na última cena, quando “T2 Trainspottting” parece ter sua trama resolvida (à medida que um filme desses com uma história dessas pode estar “resolvido”), a agulha da vitrola cai num vinil, para o ato final. Num volume bem alto, começa a ser tocada “Lust for Life”, hino punk de Iggy Pop feito em parceria com David Bowie, quando os dois viviam a vida louca em Berlim nos anos 70.
A música, um dos clássicos do rock, é a mesma que está na inesquecível abertura do “Trainspotting” de 1996, quando dois dos atores principais do filme saem em desabalada carreira pelas ruas de Edimburgo, com um deles proclamando o famoso texto “Choose life, choose a job, choose a career, choose a family…”, espécie de mantra da vida louca da juventude britânica dos anos 90.
Mas em T2 “Lust for Life” vem diferente, mexida, em remix do grupo Prodigy. Assim como a explosiva “Born Slippy. NUXX”, da icônica banda eletrônica Underworld, outro hino do primeiro filme que aparece na trilha desta sequência que estreia agora como “Slow Slippy”. A música do Underworld, 20 anos depois, foi desconstruída e reconstruída em ritmo lento, devagar, como que refletindo o envelhecimento do filme.
“T2” modifica, portanto, dois clássicos da obra de 1996 que não deveriam nunca serem modificados, porque, enfim, clássicos. Mas ficou tudo muito bom.
A trilha sonora de “Trainspotting” de 1996 é tão importante quanto o filme em si e o livro que o gerou. A música fez parte da trama quase como um personagem. Não é um mero enfeite musical. Misturou figurões como Iggy Pop, Blondie, New Order, Lou Reed com novidades fundamentais de seu tempo.
Refletiu o espírito da época da “cool Britannia” dos meados dos 90 e botou Pulp e Blur representando o fenômeno britpop e lançou a citada música do citado Underworld, o que ajudou a fazer a música eletrônica sair dos clubinhos e chegar ao mainstream.
Talvez com menos impacto, mas tão boa quanto, a trilha de “T2” vai pela mesma… trilha do original. Refez Iggy Pop e o hoje clássico Underworld, convocou The Clash, Queen, Run DMC e jogou luz em excelentes nomes novos como Young Fathers, Wolf Alice e Fat White Family.
Este último, maravilhoso grupo de Londres de um certo pós-punk indie de sonoridade quase própria, apenas dois álbuns e muito barulho no underground britânico, prolífico em seus shows doidos e experimentais tanto quanto nos eventos que promove em torno da banda, já entrou em um hiato para “acalmar” um pouco, alegando que a vida louca anos 2010 que estavam levando poderia matar algum deles.
Enfim, uma banda totalmente “Trainspotting”.

CENA – Axé Bahindie urgente!!! Bertazi junta Franz Ferdinand e É o Tchan e faz o Tchanz Ferdinand. E tem Clash e Ivete, para acabar com tudo

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* Alguém tem que dar um Grammy para esse cara. O genial 2ManyDJs, se ninguém lembra, começou com mashups à primeira vista improváveis. Talvez menos zoeira que as do Raphael Bertazi. Mas e daí? Quem disse que a obra do nosso brasileiro não é séria???

Às portas do Carnaval-al-al, o mashupeiro oficial da cena brasileira concebe, direto de Pirassununga, no interior de SP, concebe mais algumas pérolas que misturam bandas inacreditáveis da música independente com bandas i-na-cre-di-tá-veis da música popular brasileira. Acredite.

Essa Franz-Ferdinand-meets-É-o-Tchan é sensacional. Virou Tchanz Ferdinand. Mix do hino “Take Me Out” com trechos de vários ~hinos~ do histórico É o Tchan. Na real, é um jogral do Alex Kapranos com o Compadre Washington, haha. E, pensa, o Bertazi diz que tem até Banda Eva no sampler. Gênio.

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* A coisa não para aí. Bertozi escalou o Clash para duelar com a Ivete Sangalo, ela de novo e sempre boa, nessa “Céu de London”, que é a clássica “Train in Vain”com “Céu de Boca”. Tem até capa representativa. Obra-prima.

Captura de Tela 2017-02-13 às 3.28.52 PM

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* Eu já disse aqui antes e volto a repetir. O Raphael Bertazi deveria ter um bloco de Carnaval. E iria reunir mais gente que esses blocos do Rio de 1 milhão de seguidores.

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