Em the hives:

O coronavírus chegou ao indie: Pelle Almqvist, de pijama de seda e perto de uma lareira, avisa que testou positivo. E também libera série de shows do Hives

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O sempre enérgico Pelle Almqvist, voz e alma do incrível The Hives, vestiu um pijama de seda esentou à frente de uma lareira para avisar que está com coronavírus.

“Olá a todos os fãs de Hives em quarentena. Aqui Howlin’ Pelle Almqvist, eu mesmo no final da infecção, já me sentindo melhor”, disse o cantor.

Pelle aproveitou também para dar uma boa notícia: com a falta dos shows, o Hives vai oferecer ao fãs registros em vídeos de apresentações históricas da trajetória do grupo, através da série Hivemanor Livemanor.

“Felizmente, temos alguns shows salvos em arquivo e começaremos a liberá-los aqui na internet gratuitamente, para que você possa assistir enquanto estiver em quarentena. Sugiro usar alto-falantes grandes para que você possa dançar em casa”, disse o músico.

E o primeiro show escolhido foi um realizado em Sydney, no ano de 2009, no qual os suecos tocam, além de grandes sucessos, versões para nomes como Rolling Stones, Misfits e Billie Holiday.

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Hello Hives Fans in varying stages of Coronatine Quarantine worldwide. Welcome to The Hivemanor Livemanor. This is Howlin’ Pelle of The Hives. I am at the end of week one of what I think is Covid-19 infection. Feeling slightly better. Like us, a lot of you are now home with extra time on your hands. And since shows are being postponed or cancelled – like us, you may be missing the live rock show experience. Luckily, we have quite a few shows saved in the vault! We will start releasing them here on the worldwide web for free so you have something to watch while in Coronatine. I suggest using large speakers and turning up so you can slam dance around your home, and thereby get your daily exercise, but headphones work too. Please no tiny computer speakers. First up is a show we did some years ago in Australia. It’s an all covers show so it will feature a bunch of shit you have never heard us play, and that we have not played at any other shows. Super exclusive shit indeed. Unless you were there, which statistically most of you could not have been. It was in Sydney at the Metro Theatre. I watched it afterwards and gave myself goosebumps. Hope you get some too. We will be reporting back soon with another show. I think it will be a French one from The Black and White Album tour. Love you all. Stay in, stay well, and wash your hands. The Hives HIVEMANOR LIVEMANOR: Metro Theatre in Sydney, AUS – 5 January 2009 Covers show made possible by our friends at @vice and @moshcam_pics 1. Born to Cry (Dion and The Belmonts cover) 2. Early Morning Wake Up Call (Flash and the Pan cover) 3. Nasty Secretary (Joy Rider and Avis Davis cover) 4. Hollywood Babylon (Misfits cover) 5. Beast of Burden (The Rolling Stones cover) 6. Lost and Found (The Saints cover) 7. Little Lil (Mel Dorsey cover) 8. Stormy Weather (Billie Holiday cover) 9. (Gotta Get Some Action) Now! (The Hellacopters cover) 10. Stop and Think It Over (Compulsive Gamblers cover) 11. Tick Tick Boom #thehives #hivemanorlivemanor #thehivesaustralia #coronatine #stayhome

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Planejando um novo disco, The Hives lança segunda canção em quatro anos. Ouça “Good Samaritan”

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Mês passado, a explosiva banda sueca The Hives pegou a indiezada de surpresa ao lançar uma nova música, “I’m Alive”, a primeira deles desde 2015. Agora, Pelle Almqvist e sua trupe começam a clarear melhor os planos futuros do grupo.

Nesta sexta saiu outra faixa inédita, “Good Samaritan”, que fará par com sua antecessora em um single “double A-side”, lançado hoje em vinil com tiragem limitada pela Third Man Records. Este é o primeiro trabalho dos suecos lançado pela gravadora de Jack White.

Ambas as faixas tiveram a produção do norte-americano Dave Sardy, que tem seu nome ligado a trilhas sonoras como dos filmes “Homem Aranha” e a bandas como LCD Soundsystem e Oasis.

Com alguns festivais europeus na agenda, o Hives informou que vai finalizar as gravações de seu novo disco a partir de setembro.

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Pelle Almqvist berra que o menino The Hives está vivo com nova música, a primeira desde 2015

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Uma das bandas mais explosivas do indie deste século, a sueca The Hives lançou nesta sexta-feira “I’m Alive”, a primeira música deles em quatro anos, dando sentido maior ao título.

A faixa marcará a estreia da banda de Pelle Almqvist na gravadora Third Man Records, de Jack White (ele, que vem ao Popload Festival com o Raconteurs, tal), e será lançada em vinil 7″ no meio do ano.

A canção foi produzida por Dave Sardy, que tem seu nome ligado a trilhas sonoras como dos filmes “Homem Aranha” e a bandas como LCD Soundsystem e Oasis. Atualmente, o Hives está na estrada com outra banda sueca, a punk Refused.

O último disco cheio da banda sueca é “Lex Hives”, lançado em 2012.

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Então, é Natal. E até o The Hives entrou no clima

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A deliciosa e algo sumida banda sueca de garage rock The Hives entrou em vibe natalina em um programa de TV em seu país. O doidinho Pelle Almqvist, que costuma se apresentar em um palco de forma tão intensa como se fosse o último show de sua vida, precisou desacelerar um pouco para cantar a faixa “A Christmas Duel”, que o grupo gravou com a cantora Cindy Lauper em 2008.

Na apresentação na Suécia, quem acompanhou o cantor foi Anna Maria Espinosa, artista também sueca, apesar do nome familiar aos latinos.

O dueto meio fofo, meio animadinho, pode ser visto abaixo, no programa Musikhjälpen. Sacou?

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Hives no Cine Joia. Show do ano?

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* Desculpa o atraso, gemt.

* Essa história de “show do ano” está complicada agora em novembro. E olha que o Tame Impala e o Metronomy nem tocaram ainda (cóf. cóf.).
A apresentação extra e única do grupo sueco Hives no domingo em SP foi tão assustadoramente bom que, no quesito intensidade de banda e público, deve ter causado curto-circuito no clube da Liberdade. Preciso até me lembrar de perguntar para os donos, isso.
A vibe foi espetacular.
Não me atrevo a elogiar mais do que isso, portanto pedi ao nosso colaborador de shows intensos, o Alexandre Gliv Zampieri, a dar uns pitacos sobre o que aconteceu no Joia domingo, a partir das 8 da noite. Eu demorei a dormir depois.
O Gliv falou o seguinte:

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“Come On!!!
Como uma faixa de pouco mais de 1 minuto e letra tão direta quanto simplória funciona de maneira tão perfeita e eficiente para começar um um dos melhores e mais energéticos shows do momento?
Em sua quarta aparição por palcos paulistanos, a primeira vez de forma solo, e após quase sempre se destacar roubando as atenções e fazendo muito barulho, finalmente o grupo sueco The Hives teve sua chance de não precisar competir com ninguém em São Paulo.
Depois de uma boa abertura para o Arctic Monkeys na última sexta no Anhembi (mas que dividiu opiniões com muita interação e poucas músicas), o Hives nessa noite de domingo no Cine Jóia deitou e rolou, cresceu, dominou, porque o palco era só dele, o público era só dele. E funcionou muito melhor.
O vocalista Howlin’ Pelle Almqvist cantou, gritou, pulou e ainda teve tempo para autografar um disco de alguém da plateia, filmar com um celular de outra pessoa, comandar uma distribuição de “souvenirs” de palhetas e baquetas e ainda recolher, usar e abusar de dezenas de cartazes com a palavra “tick” espalhados pela galera (da música “Tick Tick Boom”).
Vale destacar também a presença alucinada e totalmente fora de controle do guitarrista Nicholaus Arson, que com suas caretas insanas e guitarras frenéticas também foi um show dentro do show.
Provavelmente já se preparando para o próximo disco (tocaram três sons novos: “Two Kinds of Trouble,
“I’m Alive” e “The Bomb”) e encerrando oficialmente a tour do álbum de 2012, “Lex Hives”,
o que se viu foi uma banda empolgadíssima e cheia de energia (bem longe de ser uma daquelas cansadas
em fim de turnê), com uma sintonia espetacular com seu público.
E aí, Lúcio?… Esse não foi o show do ano???”

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