Em the strokes:

Eita! Nick Valensi confirma que disco novo dos Strokes já está gravado

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Agora vai, Brasil. Depois de boatos sobre as gravações de um novo disco, está confirmada a notícia e, em breve, deveremos ter novidades sonoras dos Strokes.

Quem confirmou a boa nova foi justamente o guitarrista Nick Valensi, em entrevista para a rádio Q 104.3 de Nova York. Diz ele que as gravações foram finalizadas e está em fase de mixagem.

Valensi só não quis fazer previsões quanto a uma possível data de lançamento. “Quando? Eu não sei. Se eu dissesse, seria apenas uma probabilidade”.

O último trabalho de estúdio da banda norte-americana é o EP Future Present Past, lançado em 2016.

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Strokes no Lollapalooza… No caaaaaaaso, no de Chicago (oo). Veja o show todo de quinta passada

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* Os sempre adorados Strokes, banda de Nova York que vive de seu passado glorioso no “new rock” e tudo bem para a gente quanto a isso, foram a principal atração do Lollapalooza de Chicago, a matriz, que aconteceu no último final de semana nos EUA, desde a quinta.

E na própria quinta, em apresentação no majestoso Grant Park (sdd, Obama!) que teve transmissão pela internet, Julian e sua gangue mostraram ao vivo em apresentação bem decente (porque as vezes elas não são) 17 músicas, 100% delas pertencentes aos seus três primeiros discos (dos cinco), lançados até 2006.

Headliner de saudosismo de vários festivais mundo a fora, é entendido que os Strokes vêm ao Brasil em 2020 em alguma época. Então, pega este show do Lolla Chicago abaixo (enquanto não derrubarem o link) e vai treinando os hits.

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** Já planejou o Réveillon? Os Strokes anunciaram hoje um show dia 31 de dezembro no Barclays Center, em Nova York. Os ingressos, veja no site deles, já estão a venda. A apresentação especial é tipo uma compensação a sua cidade, já que eles iam tocar no festival Governors Ball semanas atrás e o concerto teve que ser cancelado por causa da tempestade que assolou o lugar. Vamos receber um “Feliz Ano Novo” do Julian, na friaca?

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Eita! Executiva da “indústria musical” entrega: vem som novo dos Strokes por aí

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Algo que tem se tornado cada vez mais raro, os Strokes devem lançar música nova em breve. A revelação foi feita por Marsha Vlasic, presidente da Artist Group International, meio sem querer querendo, em uma entrevista.

A empresária foi indagada sobre quais artistas novos a deixam mais empolgada, e ela parece ter entendido “quais artistas com música nova…”. Haha. Enfim.

Fato é que ela entregou: “Os Strokes estão vindo com música nova. Ter eles de volta à cena musical é empolgante”.

Vale lembrar que em maio deste ano o grupo norte-americano tocou a inédita “The Adults Are Talking”, de surpresa, em um show nos Estados Unidos. Desde então, no entanto, eles não voltaram a tocar a canção.

O último lançamento dos Strokes é o EP “Future Present Past”, de 2016. Quando o papo é disco cheio, o último projeto da turma liderada pelo Julian Casablancas é “Comedown Machine”, que saiu láaa em 2013.

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Popload em Londres – O show dos Strokes, né? A Pixx procurando sua alma (a dela, não a sua). E o LIFE chamando todo mundo de “Mijão”

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* London calling to the faraway towns, tipo a minha.

* Tem uma banda bem legal aqui em Londres, dessa onda punk post-Brexit de bandas legais, chamada LIFE. Som rápido, explosivo, vocal entre Mark E Smith (sempre) e Johnny Rotten, que tem uma música, o primeiro single do aguardado segundo álbum, bombando por aqui. É da turma do Idles e tudo.

Ouvi na rádio a porrada e já fui louco procurar sobre ela. O som chama “Moral Fibre”, fibra moral, e tem 1 minuto e meio de duração. O LIFE é encanado em zoar a indústria da música e essa canção nova é seu mais bem acabado produto nessa direção. O primeiro disco deles, de 2016, para dar uma ideia, chama “Popular Music”.

“Moral Fibre” volta à carga. Considerada uma “reflexão” sobre o tipo de música “bege” que rege as paradas hoje, a troca de favores por cocaína que regula a indústria de bandas hoje e a galera que prega verdades e posturas por trás de um teclado. Vige.

Tudo isso em 1.5 minuto de música. Ainda recheada com um refrão que diz “Pissants… Whoooooooooo”. Coisa fina.

** Affe, que delícia essa “Andean Condor”, groove da garota difícil Pixx, outra que não segura a língua para dar seus recados em música, só que ao contrário do LIFE o veículo que ela usa é o da dance music. Pixx tinha seu rosto espalhado em cartazes por vários murinhos do festival All Points East, graças a seu segundo disco, “Small Mercies”, que será lançado semana que vem.

“Eu dei minha alma por esse disco e agora quero minha alma de volta”, tuitou ela nestes dias, “convidando” seus fãs a fazer já uma pré-ordem de compra do disco. É o jeitinho dela.

Pixx bota seu som em programação na linha pós-punk, descambando para o dance quando dá. Os dois singles “menos ensolarados” mas bons também, já divulgados, são “Bitch”, bem guitarreira, e “Disgrace”. Respeita a mina.

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** Ah, os Strokes. Já desisti deles e voltei para eles tantas vezes… Foram muitos shows bons e o mesmo número de ruins, proporcionais aos seus discos bons e ruins. Mas lá estava numa distância confortável, tranquilinha, copo de cerveja na mão, na apresentação da banda no All Points East. Quando “Heart in a Cage” teve seu primeiro acorde tocado e de repente eu já me encontrava na frente do palco, sem nem ideia onde tinha ido parar a cerveja, no meio de um redemoinho de pessoas que iam para frente, para trás, para esquerda e para direita. A força que as músicas da boa fase, durante o revolucionário período do outrora chamado “novo rock” (que completam 18 anos!!!!), mantém-se incrivelmente intacta quando a banda “acerta a mão”, mesmo que naquele tipão “estamos desinteressados de tudo, de vocês, de nós mesmos, de novos discos, de fazer música nova, mas, hey, estamos aqui em cima e vamos tocar algumas canções para vocês”. Foi lindo, Ju! Você arrasou, Fab! Vamos torcer para eles acertarem a mão no Brasil, no ano que vem!!!

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Popload em Londres, a terra do Tottenham Hotspurs. Hoje tem Popload Festival no All Points East. E o Morrissey banido? E o Richard Ashcroft tadinho? E a Porridge Radio? E a Yak?

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* POPLOAD EM LONDRES. Com primeira-ministra caindo, Morrissey caindo e Strokes subindo.

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Talvez mais legal que ir a Madrid semana que vem, nestes tempos agitados aqui na Inglaterra, é ficar no Reino Unido para o jogaço do dia 1º de junho entre Tottenham (pronuncia-se “tótenã”, segundo a ESPN Brasil; ok, piada interna…) x Liverpool, na final da Champions League, o campeonato de futebol mais feroz e legal do planeta, que por um acidente geográfico o Palmeiras não disputa.

Mas mais imediato que isso é dizer que começa hoje em Londres, no “tranquilo” lado oeste, o festival de seis dias All Points East, neste ano uma espécie de Popload Festival porque vai ter Hot Chip e Little Simz hoje e Raconteurs amanhã. Sem dizer (já dizendo) que teve Patti Smith no ano passado.

Neste final de semana os headliners são Chemical Brothers (tonite), o veeeelho Strokes (amanhã, no único dia esgotado até agora) e Christine & The Queens (domingo). Semana que vem, o weekend 2, na continuação, tem nas cabeças, respectivamente, Bring Me the Horizon, Mumford & Sons e Bon Iver.

Realizado no gostosinho e bem situado Victoria Park, o All Points East é uma “intervenção” americana na terra dos festivais. Feito pelos organizadores do Coachella, o evento do East London vai ter ainda, fora os headliners e os Poploaders, coisas como Idles, Metronomy, Fat White Family, Connan Mockasin, Viagra Boys, Primal Scream, James Blake, Courtney Barnett, Mac Demarco, Parquet Courts, Toro Y Moi, The Staves, Dizzie Rascal, Kamasi Washington, Julien Baker, Snail Mail, Rosie Lowe, Beach House, Interpol, Ana Calvi, Johnny Marr, Los Bitchos, Spiritualized, Kurt Vile, Kate Tempest, Jarvis Cocker, Gold Panda, Little Dragon, entre outros.

A gente vai trazer umas coisas aqui na Popload. Acompanhe nossos canais também, em Insta, Stories, Twitter. Menos naquela “rede lá”. Tô zoando, Zuck.

** No meio da turba que se apresenta no All Points East, ali no pelotão “de baixo” do domingo, está uma banda algo revelação que é de uma fofura absurda. Com disco novo na cena há três meses, o trio britânico Yak retorna rumo ao estrelato indie (com tudo o que isso pode significar) com o excêntrico álbum “Pursuit of Momentary Happiness”, nome lindo que dá sequência à carreira da banda, após o debut em 2016, o “Alas, Salvation”.

Vibrante e inquieta, a banda de indie-garage ainda ganhou uma ajudinha do, SURPRESA, J Spaceman, aka Jason Pierce, o “lunático”, da também inglesa Spiritualized, e teve disco lançado pela Third Man Records, gravadora cool de Jack White. Olha com quem o Yak está se metendo.

Aliás, enquanto o Jack não aparece no Popload Festival com a galera do Raconteurs, ele está em turnê com os caras, que estão abrindo uma série de shows pela Europa, inclusive para o Foals.
Esta semana o grupo deu as caras no francês La Blogotèque, numa apresentação moderninha da faixa “Fried”. Olha que belezura.

** Uma das bandas novas que mais tocam nas rádios da BBC, 1 e 6, é de Brighton, chama Porridge Radio, e virou orgulho da cidade ao ser uma das mais comentadas no festival local Great Escape, uma das maiores vitrines de new music do planeta, um pequeno SXSW com mais som e menos conversinha.

Estão no momento na cola dos shows solo do Interpol, como banda de abertura, e lançaram uma musiquinha nova de garagem tão suja-fofa lo-fi, linha Pavement por que não?, que se chama “Give/Take” e começa com um “one, two, three, four” feminino de matar. E só melhora, seja no vocal, no backing, na guitarra, na bateria. Desesperadora de boa. Já vi comparação até com Dinosaur Jr.

Músicas que tem o refrão que esta “Give/Take” apresenta, merece ser celebradas mesmo se compostas ou cantadas pela Paula Fernandes e Luan Santana.

“I want want want want want want want want want you
I want want want want want want want I need you
I want want want want and I always get what I need
I want want want want and I always get what’s good for me”

Pensei que o Idles, o Fontaines DC e o Toro Y Moi fariam total a trilha sonora do meu 2019. Vão ter que abrir espaço para esta “Give/Take”, do Porridge Radio.

** Entre as popices gerais por aqui, destaque para o fim da treta envolvendo “Bitter Sweet Symphony”, uma das músicas mais emblemáticas dos anos 90, que ainda toca em alta rotação mais de duas décadas depois de seu lançamento. A treta, no caso, é que os Rolling Stones enfim deram os royalties da canção para o Richard Ashcroft. A música foi baseada em um recorte da Andre Oldham Orchestra, utilizado pelos Stones em “The Last Time”, em 1965. De forma resumida, Ashcroft teria utilizado um trecho maior que o combinado previamente na base do hit do The Verve, o que acarretou em um processo por parte do staff dos Stones. Embora seja o compositor da canção, Richard nunca havia recebido grana de direitos.

Daí que o Richard informou em comunicado que resolveu a pendenga toda diretamente com Mick Jagger e Keith Richards, que “em um gesto gentil”, cederam ao cantor toda a parte deles e ainda garantiram que os royalties, daqui para a frente, vão para o ex-líder do Verve. Ano passado, inclusive, Richard foi atração de abertura de shows dos Stones.

** Quem está com o filme cada vez mais queimado aqui por essas bandas (e com a gente também) é Morrissey. Ele, que lança hoje seu novo álbum de covers, “California Son”, tem sido considerado persona non grata em algumas cidades. Em Cardiff, por exemplo, a loja de discos mais antiga do mundo, a Spiller Records, anunciou que não venderá seu novo álbum e que seus lançamentos estão banidos da loja a partir de agora. “Estou triste, mas no final não estou surpresa que a Spiller não consiga mais oferecer os lançamentos de Morrissey. Eu só queria ter feito isso antes”, revelou Ahsli Todd, dona da loja, ao site Wales Online.

Já em Liverpool, a estação de metrô Merseyrail está retirando os pôsteres de divulgação do disco, alegando que “não reflete com os valores da organização”. Esse novo imbróglio envolvendo o ex-vocalista dos Smiths decorre do seu apoio público ao partido de extrema-direita For Britain Movement, que foi criado pela ativista Anne Marie Waters, e que tem agenda anti-islâmica.

Charming Man no more…

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