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Em seu próprio festival, Eddie Vedder toca Daniel Johnston e divide o palco com The Strokes e Red Hot Chili Peppers

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Fotos: Stephen Hoffmeister

Fotos: Stephen Hoffmeister

Rolou neste final de semana em Dana Point, Califórnia, o Ohana Festival, evento que tem como curador nada menos que o incrível Eddie Vedder, líder do Pearl Jam. E, desde a sexta-feira, o cantor fez questão de estar presente e conferindo tudo de perto.

A primeira aparição de Vedder no palco foi com os Strokes. Ele disse que atendeu ao convite de Julian Casablancas e que aquela era uma forma de agradecer a todos os artistas que se envolveram com o festival. Na parte que interessa, Eddie cantou com a banda de Nova York as canções “Had to Imagine”, do seu Pearl Jam, e ainda “Juicebox”.

Já no sábado, Eddie fez um show solo e não deixou de homenagear Daniel Johnston, que morreu no início deste mês. O vocalista do PJ era bastante fã do artista americano e fez uma cover de “Walking the Cow”, canção lançada originalmente em 1983, no discaço “Hi, How Are You”. Eddie canta a faixa de forma frequente em seus shows, mas esta foi a primeira vez após a passagem de Johnston.

Encerrando o festival, ontem, Vedder invadiu o palco do Red Hot Chili Peppers e armou com a banda de Anthony Kiedis uma cover de “Just What I Need”, para homenagearem Ric Ocasek, do The Cars, que também morreu recentemente.

Os registros dos três episódios podem ser conferidos abaixo.

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Eita! Nick Valensi confirma que disco novo dos Strokes já está gravado

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Agora vai, Brasil. Depois de boatos sobre as gravações de um novo disco, está confirmada a notícia e, em breve, deveremos ter novidades sonoras dos Strokes.

Quem confirmou a boa nova foi justamente o guitarrista Nick Valensi, em entrevista para a rádio Q 104.3 de Nova York. Diz ele que as gravações foram finalizadas e está em fase de mixagem.

Valensi só não quis fazer previsões quanto a uma possível data de lançamento. “Quando? Eu não sei. Se eu dissesse, seria apenas uma probabilidade”.

O último trabalho de estúdio da banda norte-americana é o EP Future Present Past, lançado em 2016.

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Strokes no Lollapalooza… No caaaaaaaso, no de Chicago (oo). Veja o show todo de quinta passada

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* Os sempre adorados Strokes, banda de Nova York que vive de seu passado glorioso no “new rock” e tudo bem para a gente quanto a isso, foram a principal atração do Lollapalooza de Chicago, a matriz, que aconteceu no último final de semana nos EUA, desde a quinta.

E na própria quinta, em apresentação no majestoso Grant Park (sdd, Obama!) que teve transmissão pela internet, Julian e sua gangue mostraram ao vivo em apresentação bem decente (porque as vezes elas não são) 17 músicas, 100% delas pertencentes aos seus três primeiros discos (dos cinco), lançados até 2006.

Headliner de saudosismo de vários festivais mundo a fora, é entendido que os Strokes vêm ao Brasil em 2020 em alguma época. Então, pega este show do Lolla Chicago abaixo (enquanto não derrubarem o link) e vai treinando os hits.

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** Já planejou o Réveillon? Os Strokes anunciaram hoje um show dia 31 de dezembro no Barclays Center, em Nova York. Os ingressos, veja no site deles, já estão a venda. A apresentação especial é tipo uma compensação a sua cidade, já que eles iam tocar no festival Governors Ball semanas atrás e o concerto teve que ser cancelado por causa da tempestade que assolou o lugar. Vamos receber um “Feliz Ano Novo” do Julian, na friaca?

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Eita! Executiva da “indústria musical” entrega: vem som novo dos Strokes por aí

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Algo que tem se tornado cada vez mais raro, os Strokes devem lançar música nova em breve. A revelação foi feita por Marsha Vlasic, presidente da Artist Group International, meio sem querer querendo, em uma entrevista.

A empresária foi indagada sobre quais artistas novos a deixam mais empolgada, e ela parece ter entendido “quais artistas com música nova…”. Haha. Enfim.

Fato é que ela entregou: “Os Strokes estão vindo com música nova. Ter eles de volta à cena musical é empolgante”.

Vale lembrar que em maio deste ano o grupo norte-americano tocou a inédita “The Adults Are Talking”, de surpresa, em um show nos Estados Unidos. Desde então, no entanto, eles não voltaram a tocar a canção.

O último lançamento dos Strokes é o EP “Future Present Past”, de 2016. Quando o papo é disco cheio, o último projeto da turma liderada pelo Julian Casablancas é “Comedown Machine”, que saiu láaa em 2013.

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Popload em Londres – O show dos Strokes, né? A Pixx procurando sua alma (a dela, não a sua). E o LIFE chamando todo mundo de “Mijão”

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* London calling to the faraway towns, tipo a minha.

* Tem uma banda bem legal aqui em Londres, dessa onda punk post-Brexit de bandas legais, chamada LIFE. Som rápido, explosivo, vocal entre Mark E Smith (sempre) e Johnny Rotten, que tem uma música, o primeiro single do aguardado segundo álbum, bombando por aqui. É da turma do Idles e tudo.

Ouvi na rádio a porrada e já fui louco procurar sobre ela. O som chama “Moral Fibre”, fibra moral, e tem 1 minuto e meio de duração. O LIFE é encanado em zoar a indústria da música e essa canção nova é seu mais bem acabado produto nessa direção. O primeiro disco deles, de 2016, para dar uma ideia, chama “Popular Music”.

“Moral Fibre” volta à carga. Considerada uma “reflexão” sobre o tipo de música “bege” que rege as paradas hoje, a troca de favores por cocaína que regula a indústria de bandas hoje e a galera que prega verdades e posturas por trás de um teclado. Vige.

Tudo isso em 1.5 minuto de música. Ainda recheada com um refrão que diz “Pissants… Whoooooooooo”. Coisa fina.

** Affe, que delícia essa “Andean Condor”, groove da garota difícil Pixx, outra que não segura a língua para dar seus recados em música, só que ao contrário do LIFE o veículo que ela usa é o da dance music. Pixx tinha seu rosto espalhado em cartazes por vários murinhos do festival All Points East, graças a seu segundo disco, “Small Mercies”, que será lançado semana que vem.

“Eu dei minha alma por esse disco e agora quero minha alma de volta”, tuitou ela nestes dias, “convidando” seus fãs a fazer já uma pré-ordem de compra do disco. É o jeitinho dela.

Pixx bota seu som em programação na linha pós-punk, descambando para o dance quando dá. Os dois singles “menos ensolarados” mas bons também, já divulgados, são “Bitch”, bem guitarreira, e “Disgrace”. Respeita a mina.

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** Ah, os Strokes. Já desisti deles e voltei para eles tantas vezes… Foram muitos shows bons e o mesmo número de ruins, proporcionais aos seus discos bons e ruins. Mas lá estava numa distância confortável, tranquilinha, copo de cerveja na mão, na apresentação da banda no All Points East. Quando “Heart in a Cage” teve seu primeiro acorde tocado e de repente eu já me encontrava na frente do palco, sem nem ideia onde tinha ido parar a cerveja, no meio de um redemoinho de pessoas que iam para frente, para trás, para esquerda e para direita. A força que as músicas da boa fase, durante o revolucionário período do outrora chamado “novo rock” (que completam 18 anos!!!!), mantém-se incrivelmente intacta quando a banda “acerta a mão”, mesmo que naquele tipão “estamos desinteressados de tudo, de vocês, de nós mesmos, de novos discos, de fazer música nova, mas, hey, estamos aqui em cima e vamos tocar algumas canções para vocês”. Foi lindo, Ju! Você arrasou, Fab! Vamos torcer para eles acertarem a mão no Brasil, no ano que vem!!!

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