Em The Vaccines:

Top 10 Gringo – Amyl and the Sniffers traz o punk ao topo. St. Etienne devolve a delicadeza ao ranking. E Little Simz dá indícios de que nunca vai sair do pódio

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* Nesta semana nem teve muita coisa, em volume de novas músicas. Foi meio que Amyl and The Sniffers e mais nove, para efeito do nosso Top 10. A gente está louco por conta do punk rock dessa banda australiana e consegue dar um novo fôlego até para solos de guitarra, veja você. Porque a maravilhosa banda inglesa St. Etienne lançou disco novo, e isso sempre é um evento, é então Amyl, St Etienne mais oito. E, já que a gente tinha que manter a Little Simz, nosso primeiro lugar da semana passada, uma vez que estamos falando de um dos álbuns do ano, é Amyl, St. Etienne e Little Simz mais sete. E temos dito!

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1 – Amyl and The Sniffers – “Choices”
A gente esperava muito dessa banda australiana e dá para dizer com segurança que as expectativas foram superadas. Superálbum esse “Comfort to Me”. “Choices”, com sua letra onde Amy reivindica seu corpo, sua opiniões e escolhas sem que ninguém meta o bedelho, é uma porrada que lembra, sem brincadeira, os melhores momentos de Queens of the Stone Age e até, pega esta ousadia, Sex Pistols. Tudo junto e misturado.

2 – Saint Etienne – “Pond House”
Aqui a viagem é outra. Os ingleses do Saint Etienne estão por aí desde os anos 90 lançando disco com uma boa frequência de álbuns, sendo referência do indie de forte levada eletrônica experimental, mais dançante, e representando a ala dos jornalistas de música que sabem lidar com música. Seu novo álbum, o beeeelo “I’ve Been Trying To Tell You”, dá sinais de que tudo segue muito bem para eles.

3 – Little Simz – “Introvert”
E seguimos chapados com o melhor álbum do ano. Ou, pelo menos, um dos três melhores já imaginando nossa listinha de dezembro. Mas é isso: Drake e Ye, desistam. O novo disco da inglesa Little Simz é no mínimo o melhor disco de rap do ano até aqui. A gente falou disso semana passada e nesta semana valorizamos a faixa “Introvert”, talvez a mais grandiosa do álbum pela letra e pela técnica absurda que Simz apresenta em seu flow. Em sua longa letra, ela reflete sobre as contradições de lutar por sua arte em um mundo tão caótico. No relato de uma guerra interna e externa, ela se pergunta se seu trabalho vai para o caminho certo ou qual o sentido do sucesso. Ela chega até a citar Amy Winehouse, uma mulher que sofreu com as consequências mais nefastas do mundo artístico. E a questão feminina se apresenta forte justamente ao fim da canção, quando ela dando a senha para a faixa seguinte, a poderosa “Woman”.

4 – James Blake – “Famous Last Words”
O querido produtor inglês segue divulgando aos poucos os singles que vão compor “Friends That Break Your Heart”, o disco que ficou para outubro. A novidade da vez é aquele Blake clássico que amamos: voz lindíssima, aquele alcance que ele tem, pequenos toques eletrônicos e uma letra derramada na sofrência cool, em que você não está bem, mas quer dançar.

5 – Park Hye Jin – “Let’s Sings Let’s Dance”
É muito interessante o trampo da sul-coreana Park Hye Jin. Ela produz aquele som eletrônio meio house, meio lo-fi meio hipnótico – neste som é impossível não pensar em Chemical Brothers e seus loopings. Ainda que não seja muuuuito nossa praia esse gênero, caramba, que praia boa é esta?

6 – Lana Del Rey – “Arcadia”
No vídeo desta linda baladaça, Lana aparece com um anjo. Um anjo de Los Angeles, coisa que ela já mostrou diversas vezes que é mesmo em todos os significados disso. E que aqui, som e imagem toda amarelada, nos faz viajar no que Lana tem de melhor: nos transportar para além da música, como se estivéssemos, nós e ela, num filme triste. Difícil Lana errar.

7 – Sleigh Bells – “Locust Laced”
A gente já falou tanto do Sleigh Bells por aqui na Popload. Mas tanto. Você não tem ideia. E é bom ver o quanto essa dupla de Nova York se mantém firme mesmo após alguns anos meio quietinha na cena. “Locust Laced” é barulhenta, claro, com guitarrras dignas de um som heavy metal que alterna com trechos que poderiam estar em um som pop de estádio da Gwen Stefani.

8 – Big Thief – “Certainty”
Neste belo single que o querido quarteto Nova York soltou é impossível não pensar que seria uma música que caberia num disco da The Band. Ou mesmo, olha a ousadia mais uma vez, em um Dylan em suas fases mais country.

9 – Remi Wolf – “Photo Id”
Uma matéria da “Harpers Bazaar” americana afirma que a jovem Remi Wolf está reescrevendo as regras da música pop. Bom, se Nile Rodgers já ficou de cara com ela, quem somos nós? E, em tempos em que o pop anda mais soturno pique Billie Eilish, parece que é o espaço ideal para Remi jogar um colorido mais alegre ali na conta. A versão de “Photo Id”, seu maior hit até aqui, com Dominic Fike em um disco de remixes de sua curta obra, é a dica do que vem em breve com a estreia dela em seu primeiro álbum cheio, “Juno”. Fique atento.

10 – The Vaccines – “Wanderlust”
Talvez os Vaccines já tenham inspirado mais entusiasmo da nossa parte, mas não dá para dizer que eles fizeram um disco ruim. No site “Album of the Year”, onde muitos usuários detonaram o disco, alguém escreveu que esta canção é das mais pegajosas e a gente concorda. E das mais originais também, cheia de partes e andamentos diferentes. Só por ela e umas duas outras, o disco nem merece ser tão detonado assim, vai.

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* A imagem que ilustra este post é da cantora australiana Amy Taylor, da Amyl and the Sniffers.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix

Top 10 Gringo – The Vaccines puxa o “ranking do otimismo”. Vem com a gente, com a Jorja Smith, a St. Vincent, o Glass Animals, o Noel, a Olivia Rodrigo…

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* Talvez a questão mais importante identificada neste Top 10 seja um indicio de que músicas alegres e otimistas estão na ordem do dia. Dos gringos, no caso. Que já começam a ver uma luz no fim do túnel da pandemia, com galera vacinada e a retomada dos eventos gigantes. Nós ficamos aqui só observando? Por ora, são duas canções muito alegres no ranking, mas não se espante se esse número explodir em breve. Nesta era da música jovem vinculada bastante aos questionamentos da saúde mental, observemos.

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1 – The Vaccines – “Headphones Baby”
No mundo que já tem vacinas (a gente é desse tipo de piadista…) começa a nascer um punhado de músicas extremamente otimistas. Ainda que sejam dias complicados, é a esperança de um retorno às ruas, aos shows. E é nesse perfil que está o novo hit de Justin Young e cia. Talvez eles nunca tenham soado tão pop, tão cantarolável, o que pode alterar o patamar da banda no mundo se a música cair no gosto de todo (o) mundo. E é meio a ideia, se pegarmos os versos: ““Eu quero viver dentro de seus fones de ouvido, baby. Eu quero viver dentro de qualquer mundo em que você esteja”. A gente quer viver dentro desta música.

2 – Jorja Smith – “Addicted”
Após uma excelente estreia, Jorja lança um disquinho que é grande demais para um EP, mas que ainda não é seu segundo álbum. O que for, mantém a excelência musical, voz e bom gosto absurdos. E mais, “Addicted” tem um refrão viciante. Tem classe e é pegajoso, duas coisas que não costumam andar juntas? Mas Jorja consegue o improvável. Na segunda vez que ela canta, você já quer chegar no falsete com ela: “The hardest thing…”

3 – St. Vincent – “…At the Holiday Party”
Complicado escolher uma só do disco novo da St. Vincent. Já destacamos alguns singles aqui antes, que tal algo surpreendente? Vale prestar atenção neste número com gosto country e uma voz que soa muito similar a momentos maravilhosos da Joni Mitchell. Não é a St. Vincent que a gente se acostumou a ver, mas é uma St. Vincent tão legal quanto sempre.

4 – Glass Animals – “Space Ghost Coast to Coast”
É por conta de um vídeo bizarro que a gente resgata por aqui um som de 2020 do adorável Glass Animals. Sempre bom lembrar quanto talento tem na cabecinha do menino inglês Dave Bayley. Que doideira boa é capaz de sair dela.

5 – Sleater-Kinney – “Worry with You”
Sendo uma das bandas mais legais da face da terra, a atual dupla Sleater-Kinney (Corin Tucker e Carrie Brownstein) nem precisa sem esforçar muito para agradar a gente, ainda que, digamos, seu tempo já tenha passado. Será que já mesmo? Nesta nova empreitada, a primeira sem a baterista de longa data Janet Weiss, elas mostram que a possível divergência musical que rendeu o rompimento ainda não está clara, já que a banda manteve sua essência em boa medida. Ou deixamos escapar algum detalhe?

6 – Black Keys – “Walk with Me”
Mestre do blues, David Kimbrough, Jr. quase passou pelo mundo sem o devido reconhecimento. Em seus últimos anos, um documentário resgatou seu trabalho e colocou ele perto de nomes como U2 e Keith Richards. Fãs de seu repertório, a dupla do Black Keys pegou diversas preciosidades do mestre para seu disco de covers. Quem escuta “Walk with Me” sente o quanto a dupla já tentou escrever algo nessa mesma linha.

7 – Green Day – “Pollyanna”
Assim como nosso primeiro lugar, o Green Day escreveu uma ode ao otimismo. A banda também encara a volta à normalidade com uma turnê por estádios a caminho já no verão dos EUA. Pensando aqui qual vai ser a reação dos brasileiros quando notarem que tudo voltou ao normal, menos por aqui… Vai passar!

8 – Olivia Rodrigo – “Good 4 u”
O novo furacão pop, saído do colorido mundo da Disney, dá seus primeiros e grandiosos passos em sua carreira solo. Em seu terceiro single após dois estrondosos sucessos, a pegada é quase roqueira com direito a todos os lugares comuns de um som roqueiro, mas vale curtir a linha de baixo do começo. Nem parece que é um provável hit pop do ano.

9 – Noel Gallagher – “We’re on Our Way Now”
É curioso que Noel já revisite sua carreira solo de apenas três discos em uma coletânea. Ainda que celebre 10 anos de nova estrada, ele precisa disso? Mas, de todo modo, vale pela novidade “We’re on Our Way Now”, uma baladaça ao seu estilo e que parece fazer com o Oasis aquilo que o Oasis fazia com os Beatles, sabe? Aquele monte de deixas que lembram outros sons? Mas nem vale ficar de teoria da conspiração, pois ele recentemente disse que não vê esse retorno da antiga banda no horizonte. Tipo não está a fim, em palavras dele.

10 – Squid – “G.S.K.”
A gente repete o som do Squid aqui mais uma semana para destacar nossa paixão ainda crescente pelo disco de estreia desta banda, que rendeu um post enorme dando uma avaliada na repercussão do som deles pelo mundo – nota alta na Pitchfork, texto na New Yorker, entre outros feitos. Acho que andam lendo nosso Top 10, só pode ser.

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* A imagem que ilustra este post é o Justin Young, do Vaccines, animado. Desculpa o trocadilho.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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O que você esperava dos Vaccines? O hit do verão, claro. Ouça (e veja) “Headphones Baby”

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* A banda com o nome mais apropriado do mundo hoje, que devia ser headliner de todos os festivais, a inglesa The Vaccines retorna com novo single e vídeo, para a deliciosa “Headphones Baby”, primeira música inédita da banda desde 2018.

Captura de Tela 2021-05-14 às 8.57.45 AM

“Eu quero viver dentro de seus fones de ouvido, baby. Eu quero viver dentro de qualquer mundo em que você esteja”, canta Justin Young, no animadíssimo pequeno hino brit-indie-pop, desses de subir alto nas paradas, tocar nas lojas Topshop e Topman, nos pubs, nas rádios. Hit do verão que está se abrindo animado no Hemisfério Norte? Ainda que vai brigar com a maravilha de canção da Beabadoobee, “Last Day on Earth”, bem possível!

“A música é essencialmente sobre querer se sentir vivo. Queríamos que ela soasse como uma trilha para uma explosão de cores, uma viagem de carro gostosa. Ou ainda uma viagem de ácido”, explica Justin. Tudo isso está no vídeo da música nova, estrelado por Justin e uns 80% em animação, digamos.

E eles conseguiram. Como disse a “NME”, o novo single é “vibrante”. Melhor palavra.

“Headphones Baby”, que não tem vírgula no título e pode estar se referindo não a uma pessoa mas sim a uma ideia ou um sentimento, foi explicado pelo vocalista e compositor, chega para dar sinal de um novo álbum dos Vaccines, o quinto da banda de Londres que no começo de sua trajetória deu umas passadas no Brasil para shows.

Recentemente, os Vaccines lançaram um EP de covers chamado “Cosy Karaoke Vol. 1” e uma edição comemorativa e limitada dos 10 anos de seu disco de estreia, o grande “What Did You Expect From The Vaccines?”, de março de 2011.

A coisa do sentimento, da ideia de “Headphones Baby” é mesmo forte na letra. Ela significa querer sim se manter vivo, mas junto da pessoa de que se gosta. “Why go for beers when these people bore us?”, vem logo no começo. Ou “I wanna die together like we’re movie stars. They’ll bury us in leather in Hollywood Forever/ Don’t you wanna die together?”, está no fim da música.

Que hit bacana este novo do Vaccines!

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POPNOTAS – A Lorde atualizou a foto do Facebook e…; Vaccines faz cover de Waxahatchee; Bruno Mars trancado com o Anderson .Paak; e o nosso Popcast falando de… adivinha?

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– Lorde is coming. Estamos falando da nossa amiga cantora neozelandesa de indie-pop Lorde, que já nos deu o prazer da presença num Popload Festival anos atrás. E, como hoje em dias as coisas funcionam como elas funcionam (!), os fãs têm certeza que ela vai lançar música nova muito em breve, só porque ela… fez update da foto dela no perfil do Facebook. Sim. Ela trocou a foto e botou uma nova em seu perfil, essa aí embaixo. Pronto, foi o que bastou para o alvoroço nas redes entre seus fãs. A cantora não solta nada desde seu álbum “Melodrama”, de 2017. E em dezembro anunciou um livro de fotos sobre uma viagem dela para a Antártida. E disse que seu terceiro disco, que pode sair ainda neste ano, vai ter influência dessa trip.

– O melhor nome de banda do momento, o grupo inglês The Vaccines adiantou mais um som do seu próximo EP, um disquinho de covers que vai se chamar “Cosy Karaoke, Vol. 1”. Após divulgarem versões de “No One Knows” (Queens Of The Stone Age”) e “High Horse” (Kacey Musgraves), a cover da vez é de “Fire”, da Waxahatchee. O EPzinho completo está previsto para chegar na sexta-feira, da semana que vem.

– Como quem não quer nada, Bruno Mars soltou no Twitter que se trancou com Anderson .Paak e gravaram um disco juntos. “A banda se chama Silk Sonic e vamos soltar uma música na próxima sexta-feira”, escreveu. Se .Paak lançou um disco em 2019 – “Ventura”, vencedor do Grammy de melhor álbum de R&B-, vale lembrar que Bruno não solta um disco desde 2016, quando veio com seu multiplatinado “24k Magic”, vencedor de SETE Grammys .

POPCAST – O podcast da POPLOAD desta semana fala adivinha do quê? Deles mesmos, o Daft Punk. Eu (@lucioribeiro) e a Isadora (@almeidadora) contamos cinco causos legais do Daft Punk, entre eles o show de 2006 no Brasil, no Tim Festival. Teve o pódio, com as melhores músicas da semana, as minhas e da Isa, três de cada. Sem spoilers, ouve lá. Gastamos um tempo bom ainda falando sobre as últimas da nossa CENA. E, claaaaaro, tem a playlist do programa, para ouvir as músicas que falamos no Popcast. Boa audição, esperamos!

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Popnotas: O disco brutal do Nick Cave, um r.i.p. para Mary Supremes, o álbum de covers do Vaccines e… mais Foo Fighters

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Mary Wilson, co-fundadora e única integrante do famoso The Supremes que esteve em todas as formações do grupo, morreu aos 76 anos em Las Vegas, durante o sono. A causa não foi divulgada pelo seu assessor, Jay Schwartz. Fundado em 1959 ainda com o nome de The Primettes, as Supremes são um dos grupos vocais mais importantes da história, rivalizaram em popularidade com os Beatles nos anos 60, nos Estados Unidos, e fizeram parte da mítica Motown, a gravadora fundada por Berry Gordy Jr. por onde caminharam nomes como Jackson 5, Stevie Wonder e Marvin Gaye. Após o fim do grupo, Mary se tornou uma escritora popular com a sua autobiografia “Dreamgirl: My Life as a Supreme”, que se desdobrou ainda em um segundo livro. No domingo passado, Mary Wilson ela anunciou no Youtube que ia ter um disco novo solo lançado em março, que seria seu aniversário. Vamos ver se isso será mantido, com a triste notícia de sua morte.

– Ah, Nick Cave, sempre tão misterioso e direito ao ponto. Lembra que a gente contou por aqui que ele anunciou seu novo álbum, “Carnage”, como quem não quer nada em seu site onde responde a perguntas dos fãs? Alguém resolveu perguntar um pouco mais sobre o disco do músico australiano (foto na home), já que Nick da primeira vez se limitou a dizer que era um trabalho feito com seu parceiro de sempre, o grande músico Warren Elis. Pois bem, a resposta veio, meio curta é verdade, mas já é algo: “Mais informações? OK. Que tal essa? CARNAGE é um disco brutal, mas muito bonito, inserido em uma catástrofe comunitária”. Está bom para você?

– A banda britânica The Vaccines se prepara para lançar um EP de covers no próximo mês. Intitulado “Cozy Karaoke” (ótimo nome, inclusive sdd karaokê), já tivemos uma prévia, com a versão da já clássica do QOTSA, “No One Knows”. Também soubemos que teremos versão para “Fire”, da banda americana Waxahatchee, esta ainda não disponível nas redes. Mas nesta semana saiu uma cover de “High Horse”, de Kacey Musgraves, que você pode conferir aqui.

– Ainda aguenta o Foo Fighters? Temos duas mais da banda do chapa Dave Grohl, segura aí. Primeiro que o grupo deve explodir em no número 1 nas paradas britânicas com seu décimo álbum, “Medicine at Midnight”, lançado sexta passada. Seráo o quinto disco do FF a chegar ao topo do chart britânico. A coisa está tão grande que “Medicine at Midnight” vendeu mais, até agora, nestes primeiros dias, que os nove outros discos do Top 10, somados. A parada de discos de UK desta semana será divulgada na quinta.

Ontem à noite o Foo Fighters foi a atração musical do programa do Jimmy Fallon. Eles mandaram gravada uma performance ao vivo de “Waiting on a War”. Diferente das 200 outras que eles gravaram dessa mesma música. Diferente das 600 que eles gravaram para o disco 10 em si. Foi tipo assim:

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