Em the voidz:

Casablancas sobe, desce, corre e berra no novo vídeo

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* Julian Casablancas, nosso garoto, voz dos Strokes, a despeito do show “complicado” que vimos com seu projeto-banda The Voidz, realmente acertou com essa “Where No Eagles Fly”, a tal música barulhenta, pesada, rápida e com a voz dele distorcida que demos aqui nesta semana. Canção que vai estar no álbum “Tyranny”, que sai no próximo dia 23.

A música já está transformada em vídeo, que acaba de ser divulgado e leva Julian a topo de prédios, a gritar desesperado, a sangrar na tela sem tingir de vermelho sua famosa jaqueta de couro, a segurar um taco de beisebol num porão, a sair correndo pela escadaria do metrô de NYC. Coisas que a gente espera que uma música vinda dele nos faça querer fazer também.

Tudo filmado numa estética indie-tosquinha-VHS-gore-escura tradicional, que no caso combina bem com o bom baixo e bateria de “Where No Eagles Fly” e seu vocal calminho-gritaria.

Valeu aí por pelo menos essa, Julian.

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Julian Casablancas: a nova música meio Strokes

* Tudo bem. A gente sabe que, na prática, os Strokes não chegaram ao fim. Mas é como se…

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Eles lançaram o álbum “Comedown Machine” em 2013 e resolveram não excursionar para promover o disco. Fizeram um ou outro show neste ano, mas não há sinais evidentes que a banda sairá em turnê em breve. Enquanto isso, a gente tem que se contentar com os projetos paralelos dos seus integrantes.

Albert Hammond Jr. e Julian Casablancas têm tido mais “destaque” fora da banda. Ou, ao menos, estão se expondo mais. Hammond lançou o EP “AHJ” no fim de 2013 e tem feito shows por aí. Julian também tem se apresentado com seu projeto “the Voidz”, que deve pegar para valer no fim deste mês, quando sai o álbum “Tyranny”, no próximo dia 23.

E é deste novo disco que conhecemos “Where No Eagles Fly”, nova música barulhenta, pesada, rápida e com a voz marcante do Julian distorcida, o que nos shows que passaram pela América do Sul não funcionou muito bem. Em estúdio, óbvio, soou melhor e até parece uma música daquelas que, se fossem dos Strokes, a gente não estranharia.

“Tyranny” tem 12 faixas e é o segundo álbum de Julian fora dos Strokes. O primeiro é “Phrazes for the Young”, de 2009.

Julian Casablancas and the Voidz – “Where No Eagles Fly”

* “Tyranny”, tracklist
01. Take Me in Your Army
02. Crunch Punch
03. M.utually A.ssured D.estruction
04. Human Sadness
05. Where No Eagles Fly
06. Father Electricity
07. Johan Von Bronx
08. Business Dog
09. Xerox
10. Dare I Care
11. Nintendo Blood
12. Off to War…

Para a sua sincera avaliação: Julian Casablancas todo no Lolla Chile

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* Então, é a polêmica da vez. O show novo do Julian Casablancas, a banda nova, as músicas novas que ele toca são mesmo muito ruins ou também não é assim? Nosso menino dos Strokes está ajustando o microfone propositadamente para a voz ficar zoada ou é assim mesmo?
Nem a mágica “Take It or Leave It” dos Strokes salvou o show? Cadê a do Daft Punk no setlist, Julian?

Enfim, quero saber sua opinião. Veja o show inteiro de Julian Casablancas + The Voidz no Lollapalooza Chile, no fim de semana, e me diz.

Este é o vídeo. A lista das músicas e o tempo delas abaixo.

00:50 Ego
06:01 2231
08:16 Ize of the world
13:20 Biz dog
16:10 Glass
23:06 Arabic jam!
29:13 11th dimension
34:00 River of breaklights
36:25 Take it or leave it
40:00 Dr.acula

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As infelizes noites de Julian Casablancas no Texas

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Atração Lollapalooza dia 5 de abril, 16h10, no Autódromo de Interlagos, Julian Casablancas foi uma das dezenas de atrações do incrível South by Southwest em Austin neste final de semana. O vocalista dos Strokes fez dois shows na cidade com sua nova banda The Voidz.

O primeiro deles, falamos aqui, foi na quinta-feira, no Cedar Street Courtyard, quando ele mostrou cinco novas canções. Mesmo assim, o show pareceu meio caído. Foi inclusive a nossa impressão, “de longe”. Uma espécie de segunda chance apareceu para o show de sábado, no FADER Fort. E a conclusão da gringa é que algo anda esquisito.

O show que durou pouco mais de meia hora recebeu críticas duras de publicações indies que são referência, tipo o norte-americano Stereogum, que falou em “show infeliz”. Nem mesmo um fã site famoso dos Strokes, o The Strokes News, perdoou a nova faceta de Julian. Falando sobre o show, um fã que escreve para o site disse que achou tudo “terrível”, que a banda deixou o palco sob poucos aplausos e que a maior recepção no meio do show foi quando o Julian mencionou as outras atrações da noite.

Entre as possíveis “justificativas” do show ruim, estão a de que a banda não fez passagem de som e a voz de Julian estava muito abafada pelo instrumental. Mesmo assim, as reações têm sido negativas na rede. Um vídeo com o show completo foi postado, mas retirado do ar rapidamente. Assim que aparecer, jogamos aqui.

Que pasa, Julian?

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Julian e seu companheiro de Strokes Albert Hammond Jr trocam uma ideia em Austin. Será que o Albert curtiu?

* A foto é do Getty Images.

Julian tocando Strokes e inédita nos shows a caminho do Lolla BR

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Oh, Julian. O líder dos Strokes, atração imperdível do Lollapalooza dia 5 de abril, às 16h10, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, tem feito alguns shows-surpresa curtos pelos Estados Unidos, em preparação para a apresentação no festivalzão South by Southwest. Ele faz concerto no big evento de Austin no próximo sábado, 15 de março.

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Com um novo disco no forno com seu grupo de suporte The Voidz, Julian fez shows nas cidades de Nova Orleans na segunda e Pensacola (Flórida), na noite de ontem. Em ambos, tocou 10 músicas, incluindo as inéditas “Ego”, “2231”, “Dr. Acula” e “Arabic”. Ele também incluiu no set a faixa “Instant Crush”, que ele gravou com o duo francês Daft Punk. E também tocou músicas dos Strokes, aquela banda lá.

Julian vai fazer mais shows-surpresa no decorrer desta semana. O vídeo de “Ego”, uma das inéditas, caiu no YouTube, mas foi logo retirado do ar pelo selo do cantor. Pouca gente viu. Por agora, os únicos registros dos shows das duas últimas noites são de “Reptilia”, uma das melhores dos Strokes, e essa inédita, que talvez seja a “Ego”, ou “2213”, não se sabe ainda. Aos poucos vamos descobrindo.

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