Em the war on drugs:

Adam Granduciel revira os HDs e monta disco ao vivo do The War on Drugs. Tem até cover do Warren Zevon. E o título é “LIVE DRUGS”

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No próximo dia 20, Adam Granduciel e seus amigos lançarão “LIVE DRUGS”, o novo disco ao vivo do lindo The War on Drugs. O projeto será explicado também, a partir do dia 23 de novembro, em quatro episódios de um podcast que recebeu o nome “Super High Quality”.

O álbum reúne diversas faixas de shows diferentes, gravados pela própria banda na estrada, em 40 HDs do Granduciel. “Como líder da banda, eu sempre quero saber aonde uma canção pode chegar. A partir do momento que gravamos, masterizamos e tocamos na turnê, não significa que devemos fazer a coisa do mesmo jeito sempre. Esse projeto reflete como esses seis caras se envolveram como banda entre 2014 e 2019”, disse o Adam.

Entre as canções escolhidas para o álbum está “Accidentally Like a Martyr”, do complexo e cult cantor Warren Zevon. Outra faixa já publicada é “Pain”.

O último disco de estúdio do The War on Drugs é “A Deeper Understanding”, lançado em 2017.

LIVE DRUGS – Tracklist
01 An Ocean Between the Waves (Live)
02 Pain (Live)
03 Strangest Thing (Live)
04 Red Eyes (Live)
05 Thinking of a Place (Live)
06 Buenos Aires Beach (Live)
07 Accidentally Like a Martyr (Live)
08 Eyes to the Wind (Live)
09 Under the Pressure (Live)
10 In Reverse (Live)

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O velho rock encontra o novo rock: canção antiga dos Stones com o Jimmy Page ganha versão feita pelo The War on Drugs

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Mês passado, o gigante Rolling Stones brindou o mundo com uma gravação raríssima que tinha a participação especial de Jimmy Page, registrada na década de 1970.

“Scarlett” foi gravada sem planos concretos, quando o Stones e o Led Zeppelin ensaiavam em um mesmo estúdio. Agora, a faixa que até ontem era desconhecida ganhou uma repaginada oficial feita pelo The War on Drugs.

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Adam Granduciel disse que a versão remix partiu de uma imaginação que incluía o trio Mick Jagger, Keith Richards e Jimmy Page em uma mesma sala.

“Scarlett” estará na versão deluxe do álbum “Goat’s Head Soup”, projeto que ainda terá as inéditas “All The Rage” e “Criss Cross”, e será lançado 4 de setembro.

A versão remixada e indie ficou mais ou menos assim:

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The War On Drugs eleva o patamar das transmissões ao vivo e mostra três músicas inéditas

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Olha aí o coronavírus com ao menos um respiro “positivo”. Se por um lado a pandemia está assustando as pessoas ao redor do mundo, a crise mundial tem servido para conectar as pessoas de uma forma diferente e um pouco mais direta.

Nos últimos dias, centenas de artistas têm utilizado suas redes sociais para se apresentarem ao vivo, direto de suas casas, para conscientizarem os fãs sobre a importância de não se sair na rua. Pois bem.

O grande Adam Granduciel, mente brilhante por trás do projeto The War On Drugs, resolveu dar um passo adiante nessa interação toda e abriu seu Instagram para mostrar três músicas inéditas. São elas “Victim”, “I Don’t Wait” e “Harmonious Dream”. As três foram tocadas em um player.

Além de bater um papo com os fãs, ele ainda pegou o violão para tocar a canção “In Reverse”. Pelo papo de Adam, teremos mais apresentações do tipo, já que ele disse que era apenas o episódio 1 da série “#Quarantones”.

O registro pode ser conferido abaixo.

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Kendrick Lamar, The War on Drugs, Portugal. The Man, Childish Gambino: o lado indie (e que interessa) do Grammy

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Foto: Kevin Winter/Getty Images

Foto: Kevin Winter/Getty Images

Rolou no fim da noite de domingo a tradicional premiação Grammy, que a gente acha quá-quá e só repara na turma do indie que aparece lá no meio das farofas.

Em meio à consagração do Bruno Mars, pintaram lá gente da “nossa” turma, tipo o The War On Drugs vencendo na categoria “Melhor Álbum de Rock”, com o lindo “A Deeper Understanding”, batendo nomes como Metallica, Mastodon e Queens of the Stone Age.

Já o Portugal. The Man surpreendeu ao levar o prêmio de “Melhor Performance Pop de Duo ou Grupo” e deixou para trás nomes como Imagine Dragons, Justin Bieber e Chainsmokers com Coldplay. Chupa!!! Eles venceram com a canção “Feel It Still” e deram uma zoada básica no discurso no palco. Geralmente, os artistas vencem e direcionam suas palavras para “Deus” e tudo mais. O baixista Zach Carothers mandou um “Hail Satan!” no final, enquanto o vocalista John Gourley ao fundo simulou limpar a bunda com o troféu. Haha. Sério…

O grande Leonard Cohen acabou vencendo a categoria “Melhor Performance de Rock” com “You Want It Darker” e também merece menção honrosa. No palco, Childish Gambino impressionou com sua apresentação ao vivo, assim como o gênio Kendrick Lamar, que ainda ganhou dois prêmios: o de “Melhor Álbum de Rap” com “DAMN.” e “Melhor Performance de Rap”, com o petardo “HUMBLE.”. Sit down.

Foto: Kevin Winter/Getty Images

Foto: Kevin Winter/Getty Images

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O indie continua celebrando Tom Petty. Veja as homenagens do The War On Drugs e Father John Misty

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O mundo da música continua rendendo homenagens ao grande Tom Petty, que nos deixou no início dessa semana, vítima de um ataque cardíaco. Além das manifestações através de postagens nas redes sociais, artistas têm feito versões cover de diversas canções de Petty, um dos músicos mais cultuados da sua geração.

O lindo The War On Drugs, por exemplo, está em turnê divulgando seu disco “A Deeper Understanding”, e mostrou no palco uma releitura de “Time to Move On”, canção lançada por Tom Petty em 1994, no disco “Wildflowers”.

Quem também entrou na fila para homenagear o músico foi Father John Misty, que adora covers. J. Tillman tocou uma de suas preferidas, “To Find A Friend”, em um show realizado em Phoenix nesta semana. A faixa também foi lançada no álbum “Wildflowers”.

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