Em top 50 da cena:

Top 50 da CENA – Olha o Rico Dalasam mudando nosso Top. Mudando como? E o incrível caso da música nova do Carne Doce que não foi parar no 1º lugar. Tá “só” nas “dez +”

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* Um rapper em nova fase. Um supergrupo mineiro. Um brasileiro que está arrebentando lá fora. E pensar que quase começamos este texto com um “A semana foi fraca…”.

Que nada. Foi é pesadona. Sempre é. Sempre tem sido.

Toda vez que um artista brasileiro põe algo na rua, nos nossos ouvidos, aos nossos olhos, e principalmente em tempos como estes (juramos não estar citando aqui o Foo Fighters), é algo que acontece. ALGO, com maiúsculas. Essa é a dimensão.

E o peso dos dias que esbarram em censura, descrédito à arte e cenários gerais à deriva nos lembra de que às vezes somos mimados demais em coisas pequenas.

E aqui, na nossa gigantesca coisa pequena, não é para gostar de tudo, nem validar tudo, longe disso. Mas só aplaudir, dar vazão, dar espaço aos verdadeiros criativos, que se arriscam, que tentam, que diariamente (semanalmente, mensalmente, anualmente) mostram que esta é a CENA brasileira.

Filosofia barata à parte, a playlist é o que interessa. Sempre lá no Spotify e no Deezer. Ouça.

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1 – Rico Dalasam – “Mudou Como?” (Estreia)
“Mudou Como?” pode ser lida como uma música sobre um relacionamento que desandou e que ainda mexe bastante com os personagens. Quando Rico avisa que a música é sobre os “trágicos efeitos da ordem colonial”, os sentido da letra se ampliam para muito além de um relacionamento qualquer. Precisamos ouvir e reouvir a música, uma produção de Mahal Pita pesadíssima. “Mudou Como?” será lançada na quinta-feira e entra direto na nossa playlist.
2 – TARDA – “Breath” (Estreia)
Sara Não Tem Nome, Júlia Baumfeld, Victor Galvão, Paola Rodrigues e Randolpho Lamonier formam este belo supergrupo de poucas canções lançadas, mas de ótimas canções lançadas. “Breath” é pura delicadeza e realmente serve de respiro no aperto em dias complicados. Sabe quais? “Breath”, por enquanto, está só no Youtube.
3 – Sessa – “Sereia Sentimental” (Re-Estreia)
Música resgatada “detected”. Sessa vem conquistando um espaço e tanto. Show para uma rádio em Los Angeles, show no maravilhoso site de shows francês La Blogothèque. Daqui ficamos orgulhosos e levantamos a plaquinha “Nós Já Sabíamos”.
4 – ABC Love – “Flertes” (1)
A deliciosa “Flertes” vai estar em “Back to Love”, o disco em forma de EP a ser lançado ainda neste ano. Se em 2017 a ABC Love retratava musicalmente uma fogosa atmosfera de pegação paulistana, “Flerte” recria o lance de joguinhos amorosos de verão carioca dos anos 80.
5 – Jup do Bairro – “All You Need Is Love” (2)
A união de Jup do Bairro, Rico Dalasam e Linn Da Quebrada é o tipo de feat que queríamos que fosse mais de uma música. Faz um álbum aí, turma. Os versos “Vou colocar uma música/ espero que não se importe/Vamo ouvir Sampa Crew/ talvez Bjork?” já estão na história.
6 – Gustavo Bertoni e Vivian Kuczynksi – “Louder Than Words” (3)
Vivian comanda a produção e a mixagem de um som solo do líder da Scalene que a dupla escreveu junto. E mais uma vez ela deixa a gente de cara com o talento na produção e na voz. Aliás, alguém viu os covers que ela vem fazendo nesta quarentena? Seria demais pedir um EP?
7 – Carne Doce – “A Caçada” (Estreia)
Carne Doce lança single. Carne Doce entra no top 50. Não tem muita discussão. “A Caçada” segue o padrão de qualidade dos singles anteriores e tem uma letra de Salma Jô inspirada em conto homônimo da notável escritora paulistana Lygia Fagundes Telles, hoje com 97 anos. Ouça. E leia, lógico.
8 – Tagua Tagua – “Inteiro Metade” (Estreia)
Eu falo por aqui. A gente de vez em quando deixa passar altas músicas boas. É o caso desse belo single do Tagua Tagua. Saiu em março, mas chega em maio no nosso Top 50. Som imperdível e deixa a ansiedade ligada pelo disco inteiro do projeto do produtor Felipe Puperi.
9 – Meu Nome Não É Portugas e Apeles – “Eterno Azul” (Estreia)
Que som que o projeto de Rubens Adati tira no estúdio. Os instrumentos soam todos presentes na sala do ouvinte. E aqui um belo encontro com o Apeles. Conteúdo e forma em boa conjunção.
10 – Tatá Aeroplano – “Alucinações” (11)
O disco solo de Tatá Aeroplano exige tempo. Tempo de atenção. E aos poucos vamos sacando a obra.
11 – Tagore – Drama (6)
12 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (7)
13 – CESRV – “Cry Baby” (8)
14 – Douglas Germano – “Valhacouto” (9)
15 -Rachel Reis – “Sossego” (10)
16 – Emicida – “Who Has a Friend Has Everthing” (4)
17 – Rincon Sapiência – Quarentena (5)
18 – Ava Rocha e Los Toscos – “Lloraré Llorarás” (12)
19 – Clarice Falcão – “Só + 6” (13)
20 – YMA – “No Aquário” (14)
21 – Database – “Mandrake (Nesta onda)” (15)
22 – Mariana Degani – “Horda Mulheril” (16)
23 – Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II” (18)
24 – Vir GO – “Lunes” (19)
25 – Gui Hargreaves – “Praia do Futuro” (20)
26 – Clarice Falcão feat. Linn Da Quebrada (21)
27 – Duda Brack – “Pedalada” (22)
28 – Oblomov – “Noites Longe de Você” (23)
29 – Francisco – “Traumas” (25)
30 – Aldo – “Restless Animal” (26)
31 – Obinrin Trio – “Medo” (27)
32 – Ozorio Trio – “Get Up” (28)
33 – Cícero – “Às Luzes” (29)
34 – Leo Fazio – “Se Pá” (30)
35 – Djonga – “Procuro Alguém (31)
36 – Letrux – “Déjà-Vu Revival” (32)
37 – ÀIYÉ – “Isadora” (33)
38 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (34)
39 – Troá! – “Bicho” (35)
40 – Luedji Luna e Zudzilla – “Proveito” (36)
41 – Papisa – “Homem Mulher” (38)
42 – Valciãn Calixto – “3R1K0N4” (39)
43 – Marietta – “Analógica” (41)
44 – Rohmanelli – “Toneaí” (43)
45 – Jhony MC – F.A.B. (45)
46 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (46)
47 – Vovô Bebê – “Êxodo” (47)
48 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (48)
49 – Edgar – “Carro de Boy” (49)
50 – Kiko Dinucci – “Veneno” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o rapper Rico Dalasam.
*** A música de Rico Dalasam, nosso primeiro lugar, só entra na playlist na quinta-feira, quando será oficialmente lançada.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.
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Top 50 da CENA – Tudo o que precisamos é amor (Jup do Bairro). E flerte (ABC Love). E o Emicida rimando em inglês. E a Vivian com o Bertoni

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* Olha. Anda difícil substituir as músicas no Top 50, viu? Na medida em que os lançamentos não param, temos um apego pelas músicas que estão na lista há semanas e decidir o que e o que saí, o que sobe e o que desce, é complicado.

Por isso, até acho bom que, quem discordar de alguma saída, argumente aí nos comentários. Porque nem a gente anda concordando com certas escolhas nossas, haha. Mas o nome é Top 50, a gente respeita o que inventou, hahaha.

E que semaninha boa de música. Se o mundo lá fora está pesado, as mentes criativas cantam sobre amor, flerte e amizade em músicas que merecem ser ouvidas repetidas vezes.

Então, por isso mesmo, toma aí no primeiro lugar uma inocente musiquinha gostosa falando sobre flerte, vinda de uma banda misteriosa com um cantor mascarado.

E a nossa playlist, ela sim firmona e bonita e segura de si, está organizada no Spotify e Deezer. Ouça tudo, comente com a gente.

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1 – ABC Love – “Flertes” (Estreia)
A deliciosa “Flertes” vai estar em “Back to Love”, o disco a ser lançado ainda neste ano. Se em 2017 a ABC Love retratava musicalmente uma fogosa atmosfera de pegação paulistana, “Flerte” recria o lance de joguinhos amorosos de verão carioca dos anos 80.
2 – Jup do Bairro – “All You Need Is Love” (Estreia)
A união de Jup do Bairro, Rico Dalasam e Linn Da Quebrada é o tipo de feat que queríamos que fosse mais de uma música. Faz um álbum aí, turma. Os versos “Vou colocar uma música/ espero que não se importe/Vamo ouvir Sampa Crew/ talvez Bjork?” já estão na história.
3 – Gustavo Bertoni e Vivian Kuczynksi – “Louder Than Words” (Estreia)
Vivian comanda a produção e a mixagem de um som solo do líder da Scalene que a dupla escreveu junto. E mais uma vez ela deixa a gente de cara com o talento na produção e na voz. Aliás, alguém viu os covers que ela vem fazendo nesta quarentena? Seria demais pedir um EP?
4 – Emicida – “Who Has a Friend Has Everthing” (Estreia)
Emicida rimando em inglês e dando uma nova letra a “Quem Tem Um Amigo Tem Tudo”. Funciona de um jeito interessante ao repensar as rimas todas. Oito horas de live na gringa em breve pelo visto. O cara não cansa de levar o hip hop brasileiro para “outros lugares”.
5 – Rincon Sapiência – Quarentena (1)
Rincon Sapiência é dos velhos adeptos do home-office. Não faria sentido a quarentena não ter um som dele. E ele vai e faz justamente a música que leva o nome “Quarentena”. Bem ao seu modo, afiado, lotado de referências ao presente. Ouça várias vezes até captar tudo que ele joga aqui. É o mundo que em vivemos hoje milimetricamente musicado. Ou rappeado. Para ser estudada nos livros de história daqui uns anos. Perfeita.
6 – Tagore – Drama (2)
A parceria da Tagore com o Boogarins deu jogo. A canção pega de cara de tão boa. Tem uma clima meio jovem guarda encontra a psicodelia. Carregada no som, mas a mensagem soa clara como música pop das mais limpinhas.
7 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (3)
Um dos destaque do novo EP do Coruja é a romântica “Baby Girl”, que tem um beat daqueles, mas também tem um riff delicioso de guitarra. Romântica no clima, mas um tanto quanto reflexiva sobre aprender amar, entender o amor.
8 – CESRV – “Cry Baby” (4)
“Cry Baby” encontra um toque brasileiro em um sample que reconhecemos de uma música estrangeira que rolava nas rádios nos anos 80, tipo “flashback de FM”. É que o tal sample veio de um disco da banda carioca standard Cry Babies, um grupo que daria origem a Banda Black Rio e que regravou sons gringos em versões instrumentais em um disco de 1969. A música faz caminhos inusitados, não é? Quão rico é isso? Quão necessário são esses caminhos do CESRV?
9 – Douglas Germano – “Valhacouto” (5)
Aldir Blanc é das grandes perdas do ano. Relembramos o compositor versátil e afiado nesta letra incrível para um nome da CENA, que é Douglas Germano. “Valhacouto” é uma crônica sobre a violência nazista que acaba resvalando em cenas da atualidade. Passado e presente juntos em um alerta sobre o perigo que nos ronda. Prova de que Aldir seguia atento, forte e necessário.
10 – Rachel Reis – “Sossego” (Estreia)
Rachel Reis já esteve por aqui com o single “Ventilador” e volta com este hino à quarentena. Não sei se foi feito exatamente para este período, mas que se encaixa, encaixa. “Quase dá sossego / lembrar o seu abraço”.
11 – Tatá Aeroplano – “Alucinações” (50)
12 – Ava Rocha e Los Toscos – “Lloraré Llorarás” (6)
13 – Clarice Falcão – “Só + 6” (7)
14 – YMA – “No Aquário” (8)
15 – Database – “Mandrake (Nesta onda)” (9)
16 – Mariana Degani – “Horda Mulheril” (10)
17 – Sara Não Tem Nome – “Agora” (12)
18 – Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II” (13)
19 – Vir GO – “Lunes” (14)
20 – Gui Hargreaves – “Praia do Futuro” (Estreia)
21 – Clarice Falcão feat. Linn Da Quebrada (16)
22 – Duda Brack – “Pedalada” (17)
23 – Oblomov – “Noites Longe de Você” (Estreia)
24 – Carne Doce – “Saudade” (19)
25 – Francisco – “Traumas” (20)
26 – Aldo – “Restless Animal” (21)
27 – Obinrin Trio – “Medo” (22)
28 – Ozorio Trio – “Get Up” (23)
29 – Cícero – “Às Luzes” (24)
30 – Leo Fazio – “Se Pá” (49)
31 – Djonga – “Procuro Alguém (26)
32 – Letrux – “Déjà-Vu Revival” (27)
33 – ÀIYÉ – “Isadora” (28)
34 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (29)
35 – Troá! – “Bicho” (30)
36 – Luedji Luna e Zudzilla – “Proveito” (31)
37 – Apeles – “Deságua” (32)
38 – Papisa – “Homem Mulher” (33)
39 – Valciãn Calixto – “3R1K0N4” (34)
40 – FingerFingerrr – “Tô Vivo” (35)
41 – Marietta – “Analógica” (36)
42 – Manaié – “Tira a Mão” (37)
43 – Rohmanelli – “Toneaí” (38)
44 – Ana Preta e Thaíde – “Não Me Leve a Mal” (39)
45 – Jhony MC – F.A.B. (40)
46 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (41)
47 – Vovô Bebê – “Êxodo” (42)
48 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (43)
49 – Edgar – “Carro de Boy” (44)
50 – Kiko Dinucci – “Veneno” (48)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o cantor mascarado da misteriosa banda ABC Love.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.
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Top 50 da CENA – De novo, produtor CESRV pega o 1º lugar. Nem a gente acredita. Uma homenagem involuntária a Aldir Blanc e a ilustre presença de Ava Rocha são novidades

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* Como se não bastasse tudo o que já acontece, esta semaninha que passou foi triste para a música brasileira. Por isso falamos aqui, neste TOP 50 que você lê agora, sobre uma bela parceria do já saudoso Aldir Blanc (que andava tão ou mais jovem e forte do que muitos por aí, como podemos ver na música escolhida) com Douglas Germano, um raro e belo encontro de um grande nome da velha guarda com um atual da nossa CENA.

Também aproveitamos e contamos uma história com o produtor CESRV (primeiro colocado mais uma vez? como pode, hein?) sobre os caminhos tortos que percorrem música e memória. CESRV é um cara para ser olhado bem de perto. E ouvido mais de perto ainda.

Mais novidades? Temos a ótima nova música (e vídeo) nem tão nova de Clarice Falcão e a importante Ava Rocha em parceria com uma banda colombiana incrível.

E lembrando que nosso ranking é uma playlist lá no Spotify ou Deezer. Porque na real nossa missão não é dizer quem é melhor, não. É oferecer 50 sons legais toda semana para você ouvir.

Fica em casa, bb!

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1 – CESRV – “Cry Baby” (Estreia)
Falamos aqui semana passada sobre o ótimo EP onde CESRV revista música brasileira a seu modo. Mas ficamos com uma dúvida em “Cry Baby”. O sample que reconhecemos nela era de uma música estrangeira que rolava nas rádios nos anos 80, tipo “flashback de FM”. Onde estava a música brasileira ali, então? CESRV desvendou o mistério em nossas lives diárias: o sample veio de um disco da banda carioca standard Cry Babies, um grupo que daria origem a Banda Black Rio e que regravou sons gringos em versões instrumentais em um disco de 1969. A música faz caminhos inusitados, não é? Quão rico é isso? Quão necessário são esses caminhos do CESRV? Mais sobre este assunto na posição 6 deste ranking.
2 – Douglas Germano – “Valhacouto” (Estreia)
A semana que começou triste com a partida de Aldir Blanc fez a gente relembrar que o compositor versátil andava afiado. E, mais que isso, agora no ano passado fez uma letra incrível para um nome ativo da CENA, que é Douglas Germano. “Valhacouto” é uma crônica sobre a violência nazista que acaba resvalando em cenas da atualidade. Passado e presente juntos em um alerta sobre o perigo que ainda nos ronda. Prova de que Aldir seguia atento, forte e necessário.
3 – Ava Rocha e Los Toscos – “Lloraré Llorarás” (Estreia)
A parceria da Ava Rocha com a banda colombiana é daquelas combinações que ficam tão boas e naturais que deixam a gente desejando por horas daquele som. São só duas músicas lançadas, mas queremos mais e mais disso.
4 – Clarice Falcão – “Só + 6” (Estreia)
Clarice lançou um belo vídeo para uma música que está lá no seu disco de 2019. Que visual esse vídeo tem. Encantou a gente e voltamos ao disco e a faixa. Uma belezinha de sua fase eletrônica.
5 – YMA – “No Aquário” (1)
Que bom ouvir um novo single da YMA. A letra parece prever os tempos de pandemia, sendo uma letra feita antes da atual situação. A voz, o andamento, a letra (do Lau, do Lau e Eu), a guitarrinha à lá Chris Isaac. Tudo em harmonia perfeita. E a música nem é de disco (achamos). Pertence a uma coletânea de site.
6 – CESRV – “Onda” (2)
Só quem é muito atento vai saber de onde CESRV encontrou os samples que reveste esta faixa de seu novo EP, dedicado a recriações e colagens de sons brasileiros em beats com influência de footwork. Entendeu? Se não, procure entender. Ou pelo menos ouvir esse EP “Bela Vista”, do CESRV.
7 – Sara Não Tem Nome – “Agora” (3)
“Será que o mercado vai lavar suas mães invisíveis?” É com essa frase cortante que a mineira Sara Não Tem Nome abre seu novo single. Adivinha o tema? Ela vai no alvo, o tempo todo. Que música densa. Só quem esteve em 2020 vai entender.
8 – Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II” (4)
A faixa-título do novo álbum da banda aracajuana Taco De Golfe é o melhor exemplar de introdução para o belo disco que eles fizeram. Música instrumental capaz de impactar até quem não aprecia tanto o gênero. Diz muito sem nem ter voz.
9 – Vir GO – “Lunes” (Estreia)
Nova banda punk mezzo paulistana mezzo do mundo, formada por veteranos da CENA e liderada pela conhecida agitadora Madame Mim, ex-MTV e duzentas bandas. O gás, aqui, a partir desta “Lunes”, é juvenil. Punk, pois. Alerta: cantada em castelhano. E daí?
10 – Sessa – “Sereia Sentimental” (5)
Uma bela track nova de Sessa, beneficente e disponível apenas no Bandcamp dele. Portanto vai faltar, por enquanto, na nossa playlist. Bonita, quieta, jazzy e em forte contraste com os tempos atuais. Queremos morar no violão dessa introdução.
11 – Clarice Falcão feat. Linn Da Quebrada
12 – Duda Brack – “Pedalada” (7)
13 – YMA – “Evaporar – Ao Vivo” (8)
14 – Carne Doce – “Saudade” (9)
15 – Francisco – “Traumas” (10)
16 – Aldo – “Restless Animal” (11)
17 – Obinrin Trio – “Medo” (12)
18 – Ozorio Trio – “Get Up” (13)
19 – Cícero – “Às Luzes” (14)
20 – Jovem Dionísio – “Ponto de Exclamação” (15)
21 – Boogarins – “Inocência” (16)
22 – Djonga – “Procuro Alguém (17)
23 – Letrux – “Déjà-Vu Revival” (18)
24 – ÀIYÉ – “Isadora” (20)
25 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (21)
26 – Troá! – “Bicho” (22)
27 – Luedji Luna e Zudzilla – “Proveito” (27)
28 – Apeles – “Deságua” (23)
29 – Papisa – “Homem Mulher” (24)
30 – Dance of Days – “Não Sou Mais o Mesmo (Mas Pelo Menos Não Sou Você)” (19)
31 – Terno Rei e Tuyo – “Pivete” (28)
32 – FingerFingerrr – “Tô Vivo” (25)
33 – Francisco, El Hombre – “Juntos, Nunca Sós” (26)
34 – Marietta – “Analógica” (30)
35 – Manaié – “Tira a Mão” (31)
36 – Rohmanelli – “Toneaí” (32)
37 – Amen Jr. – “amoretempo” (33)
38 – Derek e Lucas Silveira – “Me Sinto Sozinho” (34)
39 – Bivolt – “110v” (36)
40 – Trupe Chá de Boldo – “À Lina” (37)
41 – Ana Preta e Thaíde – “Não Me Leve a Mal” (39)
42 – Jhony MC – F.A.B. (42)
43 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (43)
44 – Vovô Bebê – “Êxodo” (44)
45 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (45)
46 – Edgar – “Carro de Boy” (46)
47 – ANNÁ e Ilú Obá de Min – “Sobre Rosa” (47)
48 – Victorino – “Roque” (40)
49 – Valuá – “Veneno” (49)
50 – Kiko Dinucci – “Veneno” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, a cantora e compositora Clarice Falcão, em repeteco.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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TOP 50 da CENA – A música-apocalipse de Clarice Falcão ganha o topo da semana. As mulheres mandam nas dez mais. E os novinhos pedem passagem

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* Por conta da nossa semana anterior cheia de adiantamentos, pagamos o preço agora. Os lançamentos bons da semana já estavam por aqui e, nesta, ficamos com poucas novidades para mostrar. Acontece. E que ótimo.

Por isso a gente ouviu mais e mais as músicas da nossa lista e resolvemos reavaliar algumas e só remexer em certas posições. Agora é Clarice e seu after do apocalipse no topo. A música, por tudo o que ela abarca, merece. A gente acha.

Só que, sim, temos algumas novidades boas no top 10, presta atenção. Uma turma bem novinha que está começando a fazer música. E que já nos encanta.

Que mais? Estamos nas plataformas digitais, sempre bom lembrar, já que o Top 50 é quase que só uma desculpa para gente fazer esta playlist bonita para te apresentar o melhor da CENA. Nesta semana. Ouça no Spotify ou Deezer e mande para os amigos, especialmente para aqueles que vivem te falando que não tem música nova e boa neste Brasilzão complicado. Se todo mundo mandar para um amigo resolvemos pelo menos um dos nossos muitos problemas, né?

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1 – Clarice Falcão feat. Linn Da Quebrada – “After do Fim do Mundo” (4)
A faixa fala por si só. Estamos no after de um mundo que acabou. Pior que isso. No after do after do after. A solução? Dançar. Mesmo que seja de um modo esquisito, combinando com este dance carioca contrastando com um rap de São Paulo. Clash de cenas com duas das mais evolutivas artistas destes tempos.
2 – Duda Brack – “Pedalada” (3)
Quer uma música para rir e chorar? A gaúcha Duda Brack encontra esse meio termo aqui em uma música que faz rir e se desesperar pela situação. É rock, mas não é. É indie paulistano dos anos 80, tipo Rumo, mas nada tão 2020 foi feito na CENA. Acompanha um vídeo-filme perturbador de tão… gostoso.
3 – YMA – “Evaporar – Ao Vivo” (Estreia)
Não é exatamente a primeira vez que temos por aqui uma música gravada ao vivo, mas é a primeira que já existia em uma versão de disco. É YMA, uma artista “das nossas” que é exatamente assim: cresce demais ao vivo. Isso justifica estar aqui, assim, agora.
4 – Carne Doce – “Saudade” (1)
Uma música deliciosa que ilustra com som e letra um desencontro amoroso em uma DR. Ou seria um reencontro pós-término? A questão é que estamos viciados na faixa, que é uma típica Carne Doce: começa deliciosamente calma, mas uma hora a gente sabe que o andamento vai mudar, o som vai descambar em algo esquisito de bom, e tudo se acalma no final. “Saudade” é mais um dos indícios que a banda prepara seu melhor álbum.
5 – Francisco – “Traumas”
Produção certeira da nossa querida Vivian Kuczynski, 16 anos. Ela já produz, e bem, aos 16 anos. O que você estava fazendo aos 16 anos? Mas o Francisco, amiguinho dela, ajuda aqui. Voz dez, som dez. Queremos ouvir mais do Francisco e dessas letras repletas de memórias, bem escritas, capazes de criar cenas na cabeça do ouvinte. Por enquanto fique com essa (esse) “Traumas”. Mas queremos ouvir mais, amigo.
6 – Aldo – “Restless Animal” (2)
O Aldo segue sua reformulação (ou reconstrução), rumo ao mundo todo. Depois dos lançamentos “ingleses” de 2019, o primeiro single deste ano chega lindo para agitar a quarentena com suas eletronices indies via o selo britânico Full Time Hobby. A faixa, uma obra que os Chemical Brothers certamente assinariam, é só o primeiro single de uma série que vem ao longo do ano.
7 – Obinrin Trio – “Medo” (6)
Formado por Elis Menezes e as irmãs Raíssa e Lana Lopes, o trio feminino (mesmo!) de SP fez aos poucos seu “Origem”, a estreia em disco delas. E com ajuda dos já muitos fãs, famosos e os não. Mais independente impossível. Aqui destacamos, entre vários destaques do álbum debut, a bela “Medo”.
8 – Ozorio Trio – “Get Up” (7)
Outro trio, que não é exatamente um trio, mas sim o projeto de Marcelo Ozorio. Em um disco, “Big Town”, que vai encontrar as conexões do folk americano com a música caipira do Brasil, ele explora no violão uma vibe meio Wilco brasileiro que funciona muito bem em diversas canções. O resultado impressiona de bom. Nossa favorita é essa “Get Up”. Musicaça.
9 – Cícero – “Às Luzes” (8)
Cícero encontra uma vibe meio Radiohead nos tempos do “In Rainbows” e faz uma bonita música em seu novo e ótimo álbum, “Cosmos”. Pressentimos que outras músicas deste disco vão aparecer aqui no Top 50.
10 – Jovem Dionísio – “Ponto de Exclamação” (38)
Lá do 38º lugar para o top 10. Em outras palavras, presta atenção que o som é bom. E gostamos da descrição que eles fazem de si próprios: cinco brothers que fazem música juntos. E que ainda tem muito a mostrar. Queremos ouvir mais, amigos.
11 – Boogarins – “Inocência” (5)
12 – Djonga – “Procuro Alguém (9)
13 -Letrux – “Déjà-Vu Revival” (10)
14 – Dance of Days – “Não Sou Mais o Mesmo (Mas Pelo Menos Não Sou Você)” (11)
15 – Francisco, El Hombre – “Juntos, Nunca Sós” (12)
16 – ÀIYÉ – “Isadora” (13)
17 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (14)
18 – Apeles – “Deságua” (15)
19 – Jhony MC – F.A.B. (16)
20 – Troá! – “Bicho” (17)
21 – Papisa – “Homem Mulher” (18)
22 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (19)
23 – FingerFingerrr – “Tô Vivo” (20)
24 – Winter – “Say” (21)
25 – Bivolt – “110v” (22)
26 – Vovô Bebê – “Êxodo” (23)
27 – Luedji Luna e Zudzilla – “Proveito” (24)
28 – Terno Rei e Tuyo – “Pivete” (25)
29 – Shower Curtain – “All That You Do” (26)
30 – Marietta – “Analógica” (27)
31 – Manaié – “Tira a Mão” (28)
32 – Rohmanelli – “Toneaí” (29)
33 – Amen Jr. – “amoretempo” (30)
34 – Derek e Lucas Silveira – “Me Sinto Sozinho” (31)
35 – Edgar – “Carro de Boy” (32)
36 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (33)
37 – Trupe Chá de Boldo – “À Lina” (34)
38 – La Leuca – “Morning Gloria (O Medo)” (35)
39 – Ana Preta e Thaíde – “Não Me Leve a Mal” (39)
40 – Letícia Persiles – “Trem Fantasma” (41)
41 – Juliano Guache – “Bombyx Mori No. 1” (42)
42 – Valuá – “Veneno” (44)
43 – Kiko Dinucci – “Veneno” (43)
44 – Letrux – “Fora da Foda” (45)
45 – ANNÁ e Ilú Obá de Min – “Sobre Rosa” (46)
46 – Julia Melo – “Touch” (47)
47 – Nego Bala – “Cifrão in Pé” (36)
48 – Francisco El Hombre – “Cai” (37)
49 – Victorino – “Roque”
50 – Luvbites – “Sha – Lala”

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, a cantora e compositora paulistana Yma.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

TOP 50 DA CENA – Ranking chacoalhado por novidades na semana. Carne Doce emplaca o primeiro lugar pela segunda vez. E Aldo e a dance Clarice Falcão “desbancam” os trios

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* Lave bem as mãos, fique em casa e ouça nossa playlist das 50 das melhores músicas brasileiras dos últimos sete dias seguem sendo as ordens expressas da Organização Mundial de Saúde para este período zoado que estamos vivendo.

Nesta semana, olha, até pedimos desculpas. Estamos com muitas novidades que, embora na lista abaixo, ainda não podem entrar na playlist no exato momento desta publicação. São algumas músicas que vão entrar entre amanhã (quinta) e sexta-feira, respeitando a cronologia de lançamento de cada. Mas são músicas tão boas que foi inevitável já sair falando delas. Então, igual na antiguidade, saudade das revistas de música: leia primeiro e ouça depois.

Mas já dá para ir aproveitar nossa playlist nas plataformas. Todas as novidades estarão por lá em breve. Combinado?

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1 – Carne Doce – “Saudade” (Estreia)
Mais uma vez temos a banda goiana no topo com uma música deliciosa que ilustra com som e letra um desencontro amoroso em uma DR. Ou seria um reencontro pós-término? Ainda estamos desvendando a letra, faz parte. A questão é que já estamos viciados na faixa, que é uma típica Carne Doce: começa deliciosamente calma, mas uma hora a gente sabe que o andamento vai mudar, o som vai descambar em algo esquisito de bom, e tudo se acalma no final. “Saudade” é mais um dos indícios que a banda prepara seu melhor álbum.
2 – Aldo – “Restless Animal”
O Aldo segue sua reformulação (ou reconstrução), rumo ao mundo todo. Depois dos lançamentos “ingleses” de 2019, o primeiro single deste ano chega lindo para agitar a quarentena com suas eletronices indies via o selo britânico Full Time Hobby. A faixa, uma obra que os Chemical Brothers certamente assinariam, é só o primeiro single de uma série que vem ao longo do ano.
3 – Duda Brack – “Pedalada” (5)
Quer uma música para rir e chorar? A gaúcha Duda Brack encontra esse meio termo aqui em uma música que faz rir e se desesperar pela situação. É rock, mas não é. É indie paulistano dos anos 80, tipo Rumo, mas nada tão 2020 foi feito na CENA. Acompanha um vídeo-filme perturbador de tão… gostoso.
4 – Clarice Falcão e Linn Da Quebrada – “After do Fim do Mundo”
A faixa fala por si só. Estamos no after de um mundo que acabou. Pior que isso. No after do after do after. A solução? Dançar. Mesmo que seja de um modo esquisito, combinando com este dance carioca contrastando com um rap de São Paulo. Clash de cenas com duas das mais evolutivas artistas destes tempos.
5 – Boogarins – “Inocência” (Estreia)
Tal como o Kiss quando incluiu os trabalhos solos de seus membros como parte da discografia da banda, #Fefel2020 reúne duas faixas solo do baixista da banda em um disquinho que está no Bandcamp dos Boogarins. As boas músicas vão aparecer em breve no álbum de sobras da banda, “Manchaca”. Vindo do Boogarins, até os “outtakes” costumam ser bem bons.
6 – Obinrin Trio – “Medo” (2)
Formado por Elis Menezes e as irmãs Raíssa e Lana Lopes, o trio feminino (mesmo!) de SP fez aos poucos seu “Origem”, a estreia em disco delas. E com ajuda dos já muitos fãs, famosos e os não. Mais independente impossível. Aqui destacamos, entre vários destaques do álbum debut, a bela “Medo”.
7 – Ozorio Trio – “Get Up” (1)
Outro trio, que não é exatamente um trio, mas sim o projeto de Marcelo Ozorio. Em um disco, “Big Town”, que vai encontrar as conexões do folk americano com a música caipira do Brasil, ele explora no violão uma vibe meio Wilco brasileiro que funciona muito bem em diversas canções. O resultado impressiona de bom. Nossa favorita é essa “Get Up”. Musicaça.
8 – Cícero – “Às Luzes” (3)
Cícero encontra uma vibe meio Radiohead nos tempos do “In Rainbows” e faz uma bonita música em seu novo e ótimo álbum, “Cosmos”. Pressentimos que outras músicas deste disco vão aparecer aqui no Top 50.
9 – Djonga – “Procuro Alguém (4)
Segue no Top 10 esse disco do Djonga inesgotável de bom. Na capa mais forte do ano até aqui, o rapper mineiro estampa a realidade cruel do Brasil. Sua montagem é praticamente a versão ilustrada do verso “Olha quem morre, veja você quem mata”, cantado por Edi Rock em “Negro Drama”, dos Racionais. Ao rappear sobre todas as quebradas, um dos fios de esperança no futuro onde o amor vence está na geração que chega, representada por este som que celebra a pequena Iolanda, a filha mais nova do Djonga. E que letra que ela tem.
10 – Letrux – “Déjà-Vu Revival” (6)
A faixa que abre o disco da Letrux já frequenta o alto do nosso ranking há algumas semanas. É uma espécie de trip-hop atravessado por uma guitarra e com um encerramento apoteótico belíssimo. “Viver é um frenesi”, canta Letrux. Parece daquelas músicas que ganham novos sentidos a cada dia que passa. E que letra que ela tem parte 2.
11 – Dance of Days – “Não Sou Mais o Mesmo (Mas Pelo Menos Não Sou Você)” (Estreia)
12 – Francisco, El Hombre – “Juntos, Nunca Sós” (8)
13 – ÀIYÉ – “Isadora” (9)
14 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (10)
15 – Apeles – “Deságua” (11)
16 – Jhony MC – F.A.B. (12)
17 – Troá! – “Bicho” (14)
18 – Papisa – “Homem Mulher” (17)
19 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (19)
20 – FingerFingerrr – “Tô Vivo” (20)
21 – Winter – “Say” (21)
22 – Bivolt – “110v” (22)
23 – Vovô Bebê – “Êxodo” (23)
24 – Luedji Luna e Zudzilla – “Proveito” (24)
25 – Terno Rei e Tuyo – “Pivete” (7)
26 – Shower Curtain – “All That You Do” (18)
27 – Marietta – “Analógica” (27)
28 – Manaié – “Tira a Mão” (25)
29 – Rohmanelli – “Toneaí” (29)
30 – Amen Jr. – “amoretempo” (26)
31 – Derek e Lucas Silveira – “Me Sinto Sozinho” (28)
32 – Edgar – “Carro de Boy” (30)
33 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (31)
34 – Trupe Chá de Boldo – “À Lina” (34)
35 – La Leuca – “Morning Gloria (O Medo)” (35)
36 – Nego Bala – “Cifrão in Pé” (36)
37 – Francisco El Hombre – “Cai” (37)
38 – Jovem Dionísio – “Ponto de Exclamação” (38)
39 – Ana Preta e Thaíde – “Não Me Leve a Mal” (39)
40 – Olívia de Amores – “La Cancionera” (40)
41 – Letícia Persiles – “Trem Fantasma” (41)
42 – Juliano Guache – “Bombyx Mori No. 1” (42)
43 – Kiko Dinucci – “Veneno” (32)
44 – Valuá – “Veneno” (33)
45 – Letrux – “Fora da Foda” (43)
46 – ANNÁ e Ilú Obá de Min – “Sobre Rosa” (44)
47 – Julia Melo – “Touch” (45)
48 – Marília Calderón – “O Chão na Palma da Mão” (46)
49 – Mariana Volker – “Me da Me dê” (47)
50 – Luana Flores – “Guerreira de Lança (Furmigadub Remix)” (48)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, Murilo e André Faria, da banda paulistana Aldo.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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