Em Trent Reznor:

Longe do Nine Inch Nails no momento, Trent Reznor solta segunda parte da trilha de Watchmen ao lado de seu parceiro Atticus Ross

>>

281119_trentreznor2

Quando não está envolvido com o seu seminal Nine Inch Nails, Trent Reznor costuma trabalhar em parceria com o músico e produtor inglês Atticus Ross. E, juntos, eles acabam de botar na praça mais um projeto.

Trent e Ross soltaram a segunda parte da trilha sonora de Watchmen, série da HBO, cerca de 3 semanas após lançarem a parte 1.

Esta nova leva possui 13 faixas. No total, o projeto é constituído de 39 canções divididos em três volumes. O terceiro estará nas plataformas online no dia 16 de dezembro.

Uma versão física dos três discos está disponível para venda online.

A parte 2 pode ser ouvida abaixo.

>>

Nine Inch Nails ao vivo domingo em Nova York, show completo. Por que não?

>>

Captura de Tela 2018-10-18 às 2.03.46 PM

* Algum tempo atrás, fizemos um breve relatório da turnê atual do Nine Inch Nails, que está sendo fantástica, pelo que temos acompanhado. Intitulada “Cold and Black and Infinite Tour”, a série de shows tem contado com várias raridades e estreias de músicas ao vivo. E traz somente o Jesus & the Mary Chain como banda de abertura.

Nesta semana, o NIN fez 4 shows em New York – dois no histórico Radio City Music Hall, e dois no Kings Theatre, localizado no Brooklyn. Desses 4, surgiu vídeo completo do segundo show, no Radio City, realizado neste último domingo. Vídeo de galera, tais. Mas em resolução 4K.

Dentre as músicas tocadas, destacamos as ótimas (e relativamente raras) “La Mer”, “The Becoming”, “Happiness in Slavery”, e a cover do David Bowie “I Can’t Give Everything Away” – que recentemente Trent Reznor prometeu que não tocaria de novo, mas parecia apenas “certo” tocá-la mais uma vez em NY.

* O setlist completo (com o tempo das músicas) está aqui abaixo:

Somewhat Damaged – 0:00
The Day the World Went Away – 2:19
The Frail – 6:40
The Wretched – 8:31
The Beginning of the End – 14:06
Survivalism – 16:56
Piggy – 21:20
Burn – 26:09
La Mer – 31:03
Closer – 34:55
The Becoming – 40:00
((Trent talks about being in NY and about Bowie)) – 45:36
I Can’t Give Everything Away (David Bowie Cover) – 46:10
The Lovers – 50:08
The Great Destroyer – 54:40
Burning Bright (Field on Fire) – 59:30
Head Like a Hole – 1:05:16
Help Me I am in Hell – 1:11:49
Happiness in Slavery – 1:14:14
((Trent thanks the crowd | Band Introductions)) – 1:19:21
Even Deeper – 1:21:26
Hurt – 1:28:20

** Fotos, aqui e da home, são de Amanda Hatfield, para o site indie Brooklyn Vegan

>>

Que semana! Nine Inch Nails desencava Joy Division e toca “música intocável” em turnê americana

>>

Captura de Tela 2018-09-20 às 4.11.30 PM

* É época de não de parar de postar Nine Inch Nails. Todo dia tem coisa interessante acontecendo sobre a banda de Trent Reznor. O grupo, de Cleveland, está no meio de uma forte turnê americana e ontem sacou um Joy Division no meio do show de Morrison, no Colorado.

A banda tem marcado este giro atual pelos EUA com raridades. Na noite passada, tocaram “Dead Souls”, da famosa e trágica formação inglesa, um clássico tanto lá quanto cá, mas que nas mãos do NIN não era apresentada ao vivo desde 2013. Temos vídeo:

Além disso, teve “Home”, pela primeira vez no setlist desde 2009, e “All the Love in the World”, que não ganhava performance live há cinco anos.

Mas, talvez, para os fãs de Nine Inch Nails, o momento mais marcante da semana se deu no dia anterior, quarta, ainda em Morrison, quando no bis apareceu “The Perfect Drug”, famosa música de Trent Reznor feita para o filme “Lost Highway”, de David Lynch (1997), que nunca tinha aparecido em shows. A música nunca apareceu em álbum do NIN.

Segundo Trent Reznor, desde que a música foi composta, eles ensaiaram algumas vezes, mas nunca acharam um jeito “correto” de tocá-la. Uma vez colocaram num setlist de um show em 2007 que seria propositalmente interrompido pela “polícia” como parte de um ARG (alternate reality game) que estavam fazendo para promover o lançamento do disco “Year Zero”. Na última quarta, enfim, a música apareceu, 21 anos depois de feita.

>>

Nine Inch Nails retoma a vida de shows tocando álbum clássico de 1992 na íntegra. E de surpresa

>>

* Ontem à noite, em Phoenix, nos EUA, o Nine Inch Nails iniciou a sua “Cold and Black and Infinite Tour”. Como é de costume com os shows da banda, sempre há a expectativa de surgir alguma raridade no setlist, algo que não era tocado há anos (ou que nunca foi tocado). Pois, ontem, o NIN fez as duas coisas.

Captura de Tela 2018-09-14 às 5.36.54 PM

Abriram o show com “Wish”, primeira faixa do disco “Broken” (1992). Até aí, tudo bem – é normal abrirem com essa musica. Só que, em seguida, tocaram todas as outras músicas do disco, em sequência, coisa que nunca haviam feito antes. No meio disso, as raras “Physical” e “Last”, que não eram tocadas desde 2009, e a praticamente esquecida “Happiness in Slavery”, que não aparecia em setlist do NIN desde 1995. Confira vídeos da performance abaixo:

** “Happiness in Slavery” (começa aos 2:30)

** “Last”

** “Physical”

Continuando com o show, Trent Reznor estreou a versão ao vivo da música “This Isn’t The Place”, dizendo que foi escrita em homenagem a David Bowie. Desta, infelizmente ainda não há vídeo.

Confira o setlist abaixo:

Nine Inch Nails Setlist Comerica Theatre, Phoenix, AZ, USA, Cold and Black and Infinite North America 2018

Nine Inch Nails divulga vídeo lindão tocando “Metals”, do Gary Numan. Com o Gary Numan, no caso

>>

120718_nin_2

Mês passado, noticiamos aqui que o incrível Nine Inch Nails havia retomado seus shows e vinha oferecendo algumas surpresas para lá de agradáveis no palco. Uma delas consistiu em uma releitura de “Metals”, do distinto Gary Numan, em uma apresentação em Las Vegas. Detalhe: com participação do próprio Numan.

A boa notícia é que este encontro ganhou agora um vídeo oficia, registrado pela produção do NIN. A faixa foi lançada originalmente no ano de 1978 no discaço “The Pleasure Principle”.

O grupo de Trent Reznor lançou mês passado o disco “Bad Witch”, que foi originalmente planejado como o terceiro EP de uma trilogia, que se iniciou em dezembro de 2016 com “Not the Actual Events”, continuou no meio de 2017 com “Add Violence” e estava programada para terminar no fim do ano passado. Reznor levou a ideia mais adiante e expandiu o EP para um LP (apesar de ter apenas seis faixas e 30 minutos).

>>