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De David Bowie a Billie Eilish: Bono completa 60 anos de idade e faz playlist das 60 músicas que mudaram sua vida

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Ame ou odeie, Bono Vox continua sendo uma das figuras mais influentes do mundo. Mesmo que o seu U2 não seja o mesmo lá dos anos 80, o grupo continua lotando qualquer estádio do planeta, o que significa que o vocalista continua no jogo.

Bono completou neste final de semana 60 anos de idade e resolveu fazer uma carta aberta aos fãs, divulgando também uma playlist de 60 músicas que mudaram a sua vida.

Como era de se esperar, as escolhas do rockstar irlandês foi bastante eclética e passeou pelo rock antigo de Beatles, Stones, Elton John e David Bowie, pelo punk de Ramones e Clash, pela eletrônica de Kraftwerk, Depeche Mode, New Order e Daft Punk, pelo hip hop de Public Enemy, Jay-Z e Kanye West, pelo pop de Madonna e Lady Gaga, e pelo rock da “nossa” época, representado por nomes como Nirvana, Oasis, Pearl Jam e Radiohead. No meio disso tudo, figuras mais recentes como Beyoncé, Kendrick Lamar e… Billi Eilish.

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“Estas são algumas canções que salvaram minha vida, aquelas as quais que eu não poderia ter vivido sem. Aquelas que me levaram daqui até aqui, de zero a 60. Estou escrevendo uma carta de fã para acompanhar cada música e tentar explicar meu fascínio”, disse Bono, que publicará suas reflexões sobre as faixas no Instagram e no site oficial U2.com.

Abaixo a playlist com todas as 60 canções e algumas das anotações do líder do U2. Parabéns, Bono!

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Especial Popload: A resistência ao tempo de cinco grandes nomes do rock

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* Este post é oferecido por TNT Energy Drink

Desde que discos são gravados, shows realizados ou mesmo que existe o universo pop tal como conhecemos, envelhecer aos olhos do público é um desafio para poucos. Dentro do rock, por exemplo, a questão do tempo é ainda mais complicada. Questão essa que, por razões óbvias, não era enfrentada no surgimento do gênero, mas que inevitavelmente passou a ser encarada por alguns de seus principais protagonistas…

Para ilustrar melhor essa situação, basta imaginar que o jovem Mick Jagger não tinha como se espelhar em nenhum senhor de 75 anos vocalista de uma banda de rock. Donos de momentos geniais e revolucionários, mas também alvo de muitas críticas, pensamos em cinco exemplares únicos de resistência ao tempo na história do rock. Exemplares que ainda podem ser encontrados em palcos pelo mundo este ano. E um deles bem perto de nós.

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Rolling Stones – (Mick Jagger, 75 anos, foto. Keith Richards, 75 anos. Charlie Watts, 78 anos. Ronnie Wood, 72 anos)

Começando a pesquisa para este texto, uma breve procura por “Rolling Stones” no Google para descobrir quando a banda foi formada. O primeiro link oferecido é sobre um show que a banda acabou de fazer no Canadá. Vinte músicas, duas horas de apresentação e Mick Jagger dançando pelo palco a seu modo. Alguém aí se lembra da notícia de que ele passou por uma cirurgia cardíaca há alguns meses? Ah, detalhe, também vimos quando os Rolling Stones começaram: 1962, ano também do primeiro show deles.

Onde encontrar os Rolling Stones em 2019.

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U2 – (Bono, 59 anos, foto. The Edge, 57 anos. Adam Clayton, 59 anos. Larry Mullen Jr., 57 anos)

Não é que o U2 esteja por aí há mais de 40 anos. É que eles estão por aí por todo esse tempo com a mesma formação. Sim, a banda já teve uns outros integrantes, mas foi antes de se chamar U2. E o que importa é que o quarteto que segue unido até hoje estava lá desde o começo, em 1976. Dos pequenos shows até as grandes arenas e estádios do mundo. Até o recorde de turnê mais lucrativa da história. E ainda com fôlego para visitar este ano pela primeira vez Singapura e a Coréia do Sul, com uma turnê que passou pelo Brasil no distante ano de 2017.

Onde encontrar o U2 em 2019.

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Iggy Pop – (72 anos)

Talvez nem venha ao caso falar da resistência de Iggy Pop a si mesmo por conta de alguns detalhes de sua vida pessoal. Só pela energia disposta no palco ele já deixa muita gente sem acreditar como o homem ainda segue de pé e correndo e pulando e cantando tanto a cada apresentação. Se Iggy não teve a regularidade de shows dos Rolling Stones e do U2 ao longo dos anos, pelo menos conseguiu empatar o jogo com sua disposição e entrega. Em 2015, tivemos a chance de ver sua aula magna de rock, como definiu Pedro Antunes no “Estadão”, no Popload Festival. Aula magna de rock, disposição e energia, vale ressaltar.

Onde encontrar o Iggy Pop em 2019.

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Blondie – (Debbie Harry, 73 anos, foto. Chris Stein, 69 anos. Clem Burke, 64 anos)

O Blondie é outro exemplo de resistência que tivemos o prazer de ver ao vivo em um Popload Festival. Debbie Harry, Chris Stein e Clem Burke passaram por hiato, pelos integrantes que foram embora e por um longo período com a banda parada depois de uma fase de muitas brigas e poucos ingressos vendidos. Quem viu o Blondie chegar neste estado aos anos 80 provavelmente nunca imaginaria que a eles AGORA voltariam a ter uma década tão produtiva quanto a dos anos 70 (foram exatamente três álbuns lançados entre 2011 e 2017). Mas foi o que aconteceu. E eles seguem na estrada, lógico.

Onde encontrar o Blondie em 2019.

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Patti Smith – (72 anos)

Prometemos que íamos falar de um símbolo de resistência ao tempo que ia se apresentar aqui por perto e chegou a hora de destacar a musa Patti Smith. Com tantas atividades e interesses artísticos diversos, a vida de Patti Smith no palco não é só intensa e cheia de momentos complicados (como quando caiu do palco e quebrou uma vértebra), mas também vem se mostrando mais presente com o passar do tempo, especialmente após sua retomada em 1996 depois de uns bons anos ausente dos discos e das apresentações ao vivo. A cantora, que chega a São Paulo no dia 15 de novembro para o Popload Festival, vem de um 2019 movimentado com muitos shows e festivais importantes pelo mundo, assim já tinha sido em 2018.

Onde encontrar a Patti Smith em 2019.

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* O energético TNT patrocina o Popload Festival 2019.

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Por ocasião nobre, Bono e Pharrell Williams cantam Bee Gees em apresentação atípica

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Todos os anos, o apresentador Jimmy Kimmel dedica um dia de seu programa para angariar fundos para a RED, fundação beneficente de Bono, que tem como motes a luta contra a disseminação e o tratamento da AIDS na África.

Na edição deste ano, Bono recebeu celebridades como Mila Kunis, Chris Rock e Snoop Dogg. No entanto, um número que chamou a atenção do público foi uma dobradinha do líder do U2 com o rapper e produtor Pharrell Williams.

Acompanhamos por um músico ao piano, a dupla fez uma cover improvável do hit dance “Staying Alive”, dos Bee Gees, lançada originalmente em 1977, em uma versão bem atípica.

O resultado pode ser conferido abaixo.

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O fim do U2? Bono deu um tchau sinistro, ontem, no último show em Berlim

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Foto: David Wolff - Patrick/Redferns

Foto: David Wolff – Patrick/Redferns

Uma mistura de celebração e agonia tomou conta dos fãs do U2 nas últimas horas. Na noite de ontem, a banda irlandesa encerrou sua turnê mundial em uma apresentação adiada na cidade de Berlim, onde Bono perdeu completamente a voz alguns meses atrás. O que deixou os fãs com a pulga atrás da orelha, no entanto, foram algumas das derradeiras palavras do vocalista, no palco, no fim do show.

“Estamos na estrada há algum tempo, lá se vão 40 anos, e os últimos quatro foram algo especial para nós. Agora, estamos indo embora…”.

A frase chocou muitos fãs que estão discutindo mundo afora, em fóruns, se esta pode ser de fato a última turnê da banda, que prima pelas superproduções e exige muito de Bono, como o próprio disse em entrevista recente ao The Times. “Essa turnê particularmente me exigiu muito. Eu não posso fazer o tanto que eu fazia antes”. Perguntado se tem outra turnê em mente para os próximos anos, o líder do U2 foi evasivo. “Não sei. Não gosto de colocar nada como garantido. “É OK reconhecer o trabalho que você fez e respeitar, mas, se isso for o melhor que podemos fazer, não seremos uma preocupação constante”.

Apesar da declaração de Bono, alguns fãs acreditam que a banda fará apenas uma pausa para descanso e que em 2020 pode rolar uma turnê especial pelos 40 anos do disco “Boy”.

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Beck bota um pouco de cores em remix para “Love Is Bigger Than Anything In Its Way”, do U2

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Herói indie, o norte-americano Beck resolveu brincar de DJ e remixou “Love Is Bigger Than Anything In Its Way”, canção que está no mais recente disco do U2, “Songs of Experience”, lançado ano passado.

Beck tem estado próximo dos irlandeses. Ele foi uma das atrações de abertura da recente turnê de 30 anos do discão “The Joshua Tree”, em datas na América do Norte.

Em sua releitura, Beck, que está em uma fase sonora colorida na carreira, botou um pianinho, batidas eletrônicas acessíveis e transformação a faixa em um sonzinho pop. Ficou legal.

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