Em ventre:

CENA – Ventre e E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante se apresentam juntos e misturados em SP

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* Duas instituições indies de nossa CENA se juntam para promover uma bela noite de shows nesta quinta-feira, no clube Breve, na Pompeia, em São Paulo. O Dia da Música, evento nacional que nos próximos dias anuncia 300 shows em 24 estados brasileiros, em parceria com a brava Balaclava Records, realizam em conjunto um encontro no palco das bandas Ventre, (foto na home da Popload) trio multiinfluências do Rio de Janeiro, e a E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante (foto abaixo), post-rock paulistano.

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Ventre e EATNMPTD, ambas do cast da Balaclava, senão geograficamente, são bandas próximas, amigas de turnês. Amanhã no Breve tocam uma atrás da outra. As bandas ainda não decidiram quem toca primeiro, haha.

Mas as duas farão em maio em Goiânia, dentro do festival Bananada, no dia 10 de maio, um show colaborativo inédito misturando seus repertórios.

Não está divulgado, mas bem possível que amanhã, no Breve, role algum “rascunho” desse projeto especial para o Bananada, com os grupos se apresentando juntos em algum momento.

O Breve fica na rua Clélia, 470, pertinho da linda Arena do Palmeiras. Os ingressos custam R$ 15 (antecipado) e R$ 20 na porta.

As portas da casa abrem 19h. O primeiro show acontece às 20h, horário previsto.

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CENA – Uma terça quase ordinária. Carne Doce no SESC, Pethit na Bud, Papisa na galeria

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* Sem nada muito esperto para a noite do Valentine’s Day? A CENA pode te ajudar a criar um clima.

* Os namorados Macloys e Salma Jô levam a banda goiana Carne Doce, de excelente apresentação ao vivo, para estrear a fase 2017 do projeto Prata da Casa, no Sesc Pompeia. A mostra reúne ainda, na mesma noite, outro show bem bom, o da banda carioca Ventre. O grupo do Rio deve já tocar alguma música nova, pois seu segundo álbum já está em plena gestação. O Carne Doce vai aproveitar o show do Sesc para exibir, em premiére, o novo vídeo de música do álbum “Princesa”, do ano passado. Numa superprodução “hollywoodiana”, a banda mostra o visual da canção “Falo”, de múltiplos significados. O vídeo estará rodando amanhã aqui na Popload. Só para adiantar, em “Falo”, e por causa dele, as mulheres pegam em armas. Abaixo, uma imagem de “Falo”, o vídeo.

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** Exposição mais show e performance, o projeto Divinas ocupa o lado “ar livre” da Galeria Vermelho com… divinas. A fotógrafa Mariana Cobra exibe 40 fotografias analógicas (!) com quatro mulheres reais do Uruguai, mas em formato de zine. Nesse ambiente “feminino”, a artista Rita Oliva faz show de seu projeto recente Papisa, tudo a ver com o dia (Valentine’s) e com a noite (Divinas). O show da Papisa acontece às 20h30 (mas o evento estará rolando desde 19h). E o acesso ao espaço é grátis.

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*** Com show de seu álbum “Rock Star Sugar Darling” (2014), o paulistano Thiago Pethit é a atração da noite no galpão-porão da marca Budweiser. A balada vai das 20h às 2h e ainda tem DJ set da Jess Pauletto (Big in Japan) e do Thiago Sabota (Protection).

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CENA – Balaclava faz a ponte aérea indie funcionar no final de semana com festival em SP

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* Por três dias, de amanhã a domingo, o selo Balaclava Records, que é novo na idade mas já tem uma extensa lista de serviços prestados à música independente, apronta mais umas das suas ao realizar, no Centro Cultural São Paulo, o festival Conexão Rio-SP. A idéia é botar em ação, na sexta, no sábado e no domingo, duas bandas ótimas por noite, uma de SP, outra do Rio, duas das cenas mais vibrantes em nomes novos do indie brasileiro. E, claro, vai acabar rolando alguma jam em cada noite.

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A programação consiste nas seguintes combinações:

* Amanhã, sexta, 19h
– Hierofante Púrpura (SP)
– Ventre (RJ, o da foto na home da Popload)

* Sábado, 19h
– Terno Rei (SP)
– Bilhão (RJ)

* Domingo, 18h
– Holger (SP)
– Do Amor (RJ)

Todas as bandas são da Balaclava Records. O festival marca também a entrada do grupo Do Amor (foto acima) no selo.

Os ingressos custam R$ 20 (um dia), R$ 30 (dois dias) e R$ 40 (todos os dias), em preços de inteira. Eles podem ser comprados ou na bilheteria do CCSP ou via internet, aqui.

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CENA – No Ar Coquetel Molotov turbina edição de Salvador com Ventre, Bagum e Céu

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Banda Ventre, do Rio de Janeiro

Banda Ventre, do Rio de Janeiro

O ano de 2017 vai começar agitado em Salvador. E nem é por causa do Carnaval. Vem aí a edição baiana do grande No Ar Coquetel Molotov, evento pernambucano em doses especiais de expansão de domínio nacional, a primeira grande movimentação indie do ano que vem.

O evento acontece no Museu du Ritmo, dia 14 de janeiro, e adicionou novas atrações para sua programação. Além de Ava Rocha, Boogarins e OQuadro, que já estavam no line-up, a organização confirmou que Céu, Giovani Cidreira, Ventre, Lívia Nery e Bagum estão na programação de shows no local, que terá dois palcos e apresentação começando a partir das 17h.

Além dos shows, vai ter ainda algo parecido com uma feira-desfile da transgressora marca de roupas (e casa, ateliê, selo, experiência e processos multilinguísticos) recifense ACRE, do estilista Cassio Bomfim.

Os ingressos para o No Ar Coquetel Molotov em Salvador já estão à venda no site sympla.com.br pelos valores de R$ 20 (meia), R$ 40 (inteira) e R$ 30 (social). Para ter direito a ingresso pelo valor Social, é preciso doar um livro infantil (não didático) no dia do evento. As doações serão entregues após o evento à Biblioteca do Lalá no Rio Vermelho.

Banda Bagum, de Salvador

Banda Bagum, de Salvador

Serviço – No Ar Coquetel Molotov – Edição Salvador
Atrações: Céu, Ava Rocha, OQuadro, Boogarins, Giovani Cidreira, Ventre, Lívia Nery e Bagum
Quando: Sábado, dia 14 de janeiro de 2017, a partir das 17h.
Onde: Museu Du Ritmo (Travessa do Cais do Ouro – Comércio), em Salvador.
Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 30 (social) e R$ 20 (meia-entrada).
À venda pelo site www.sympla.com.br | Ingresso social com doação de livro infantil não-didático.
Realização: Maré Produções Culturais e Coda Produções Artísticas.
Patrocínio: Skol e Governo da Bahia, através do Fazcultura
Apoio: Spotify
Mais informações: www.facebook.com/noarcm e www.coquetelmolotov.com.br

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CENA – Rio de Janeiro, quem diria, a terra do indie: Kult Kolector, Hocus Pocus, Ventre, Novas Frequências

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* Estava devendo aqui um post sobre o Rio de Janeiro, de rolê recente, e aqui vai. Devo, não nego. Cheirinho de indie no RJ.

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A cultura de cartazes lambe-lambe no Rio bota às vezes o indie no dia a dia da cidade. Em uma rua de Botafogo, o anúncio de show de Mahmundi e Jaloo que aconteceu no fim de novembro, no revivido Centro

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* Ainda em Botafogo, um bar inaugurado em setembro virou um bom reduto para quem quer tomar uma cerveja artesanal de personalidade ouvindo, sei lá, Wilco. A cervejaria cigana (sem fabricação própria) Hocus Pocus DNA, mistura música boa, 12 torneiras de chope de alto teor alcoólico e comidinhas legais, tudo servido em mesas comunitárias ou sofás e poltronas dentro, ou cadeira de praia do lado de fora. O bar tirou seu nome de canção famosa do rock progressivo setentista, que também toca na casa junto com uma trilha de clássicos na linha Fleetwood Mac e Thin Lizzy. Indie nacional e nova MPB, assim bons sons “linha Popload”, fazem parte do playlist da casa, que pelo que eu entendi é trocado mensalmente.

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* E eis que até o esquisito território carioca da Barra, abastado por um lado mas carente de manifestações culturais “de base”, ganhou em 2016 um importantíssimo ponto de encontro da cena independente, da aquecida onda carioca de boas bandas e do som alternativo nacional mesmo. O espaço chamado Kult Kolector, uma loja de dois andares que é galeria de arte, moda lifestyle, arma para 2017 um estúdio de tattoo e, mais importante, tem um palco para cada vez mais frequentes apresentações de bandas indies. Mais? Nesta sexta-feira inauguram com festa o primeiro lançamento de selo próprio “ambicioso” ligado ao espaço, chamado Kult Kast, que segundo a galera tem por finalidade “amplificar e consolidar esse movimento de bandas independentes de altíssima qualidade”. No evento de depois de amanhã, base de lançamento de uma coletânea, estão escalados para tocar dois bons nomes do indie do Rio, The Outs e Two Places at Once, e o energético duo paulistano FingerFingerrr.

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* Patrimônio vivo das movimentações sonoras do Rio de janeiro, o figura Mauricio Valladares, o Mau Val, agitador, radialista, DJ e fotógrafo, usou essa sua última e importante faceta recentemente para lançar um pomposo livro de fotos, focado no Rio e batizado de “Preto e Branco”, com imagens incríveis que vão desde um anônimo no Carnaval e o Freddie Mercury. São mais de 200 páginas e 142 fotografias (R$ 60) para um mundo diverso para o qual Valladares apontou suas lentes, em espacial para um universo sonoro. Da famosa foto do Bob Marley com a camisa do Pelé (abaixo) até o cultuado David Byrne, do Talking Heads, passando por Rita Lee e Clementina de Jesus, para citar apenas alguns. Presentão de Natal.

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* O principal nome da cena indie carioca hoje, o trio Ventre se apresentou duas vezes de modo especial em São Paulo nos últimos dias, no showcase da SIM-SP durante o dia e na Casa do Mancha, dentro da programação sob a chancela do festival Bananada, de Goiânia. Há algo de peculiar no modo de se portar no palco, cantando ou na guitarra canhota sem inverter as cordas, de Gabriel Ventura. Ao mesmo tempo que Gabriel está muito bem acompanhado pelo baixista Hugo Noguchi e pela baterista Larissa Conforto, em entrosamento evidente, ele muitas vezes no show faz sua viagem sozinho, introspectivo. Voltado para o… ventre.

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Se sua voz pode incomodar em alguns momentos pelo inerente “timbre Los Hermanos”, que é praga de certa geração de bandas independentes, principalmente do RJ, ela acalenta em outras horas, como à perfeição para cantar o tipo de letra que canta, na entonação entre o indie e a nova MPB que é surpreendentemente acompanhada por muita gente do público, mesmo em São Paulo, em praticamente todas as canções. No show que eu vi na Casa do Mancha, sexta passada, parecia que sua guitarra estava irritantemente fora da afinação, até eu perceber com a evolução do show que ela era mesmo daquele jeito e fazia todo o sentido para o som que emulava. Gabriel é magnético, está aí a foto acima que acidentamente define sua performance frente a esse Ventre. O grupo, que é da Zona Norte do Rio, lançou recentemente o DVD “Ao Vivo no Méier”, gravado em dezembro do ano passado na casa Imperator, um dos shows de lançamento de seu caudaloso primeiro disco, homônimo. O DVD pode ser assistido na íntegra, abaixo.

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* O Rio é também sede de um dos mais originais e diferentes festivais do Brasil, o estranho-instigante-curioso Novas Frequências, que acabou semana passada depois de espalhar vanguarda dos dias 1º a 8 de dezembro de vários formas e por vários endereços do Rio de Janeiro, em especial o Galpão Gamboa. O site bamba de fotografia I Hate Flash postou um especial de imagens do Nova Frequência. Pegamos três emprestadas, mas lá tem muito mais.

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