Em ventre:

CENA – Bananada 5 de 7 – Baiana System, Céu, Ventre, Hierofante Púrpura…

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* Popload em Goiânia. Dando continuidade à…

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Vamos encerrar, então, a cobertura do Bananada 2017, evento capilar da cena indie nacional que se encerrou no último domingo na destemida Goiânia, no setor dos indies. Tudo devia estar aqui na sexta passada, mas o mundo ficou meio louco neste último final de semana, então capitulamos. E agora retomamos o especial.

A sexta-feira do Bananada (falamos de 12 de maio) deu início ao festival “de verdade”, grande, cheio de palcos, tudo concentrado no lindo Centro Cultural Oscar Niemeyer. Parou a fase South by Southwest, entrou a fase Primavera Sound. Dois palcões responsa intercalava as atrações principais do dia, apresentados pelo “compere” Carlos Eduardo Miranda. Neles tocaram Baiana System, Céu (foto abaixo), Ventre, Fióti, Barro e mais uma galera.

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Do outro lado do festival, outros dois palcos representavam o “verdadeiro Bananada”, mais indie, menos gigantesco. O palco Slap, que perto da meia-noite virava o El Club, com DJs e performers para botar o povo para dançar (Jaloo, Selvagem). E, em frente, tinha o palco que reproduzia a Casa do Mancha (casa-clube de São Paulo), com shows do bom Raça, do meio-boogarins Luziluzia, o deslocador de tempo e espaço E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e o Hierofante Púrpura, que, olha, perdi algumas coisas, vi parte de outras, mas o grupo de Mogi das Cruzes periga ter feito o show mais legal da sexta-feira. Talvez. Esses dois palcos “alternativos” tinham as atrações apresentadas pela incrível radialista Roberta Martinelli.

Abaixo, alguns dos momentos da sexta no Bananada 2017, em vídeos feitos por mim e fotos incrí do Ariel Martini, do I Hate Flashzaço.

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O show ao vivo mais explosivo da cena brasileira, um “Asian Dub Foundation meets Major Lazer meets Carnaval baiano”, o Baiana System agitou o Bananada

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Público do Bananada 2017 no Centro Cultural Oscar Niemeyer, durante show do Baiana System

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A MPB do gueto de Evandro Fióti foi um dos destaques do primeiro dia “grande” do festival goiano

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O trio carioca Ventre e seu show politizado em ação na 19ª edição do maior evento indie do Centro Oeste

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Mais público do Bananada, mais Oscar Niemeyer, mais Baiana System

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* A foto que ilustra a chamada deste post, na home da Popload, traz a baterista Larissa Conforto, do Ventre.

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CENA – Rumo a Inhotim. MECA anuncia sua programação total de shows, por dia, do festival indie-artsy

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* Electro-arte. Indie-jardinagem. Rock in Brumadinho. MPB nas galerias. Tudo misturado.
O MecaInhotim, evento extracool feito pela instituição cultural MECA em parceria com a instituição de arte Inhotim, leva a nova música (e a nova música velha) para interagir com a obras contemporâneas nos dias 7, 8 e 9 de julho próximos, em Brumadinho, Minas Gerais, a 60 km de Belo Horizonte.

É a segunda edição realizado pela plataforma multitentáculos MECA (MECAFestival, MECAJournal, MECACafe, MiniMeca, MECASpot, MECALove, MecaFamily) com um dos mais renomados e inovadores espaços de arte do mundo.

O festival, que já havia anunciado Jorge Ben Jor (foto abaixo) e Karol Conka como suas atrações principais, divulga agora toda sua programação de shows e festas de sua segunda empreitada botando os indies para experimentarem sensações visuais, de cheiro e, óbvio, sonora. Sem contar ainda, a ser divulgado ainda, uma seleção de eventos e performances e palestras e workshops sobre e de arte, moda, tecnologia e conhecimento.

21-08-2009 - CADERNO C - O músico Jorge Ben Jor. FOTO: DIVULGAÇÃO

Mas vamos à parte musical definida, que além das grandes atrações citadas terá os internacionais DJs Joakim
(França), Pional (Espanha, foto da home), mais shows de Ventre, M O O N S, Terno Rei, Lia Paris e Lumencraft. E uma parte de festas envolvendo o MECA com outras plataformas bacanas de música e gente boa que inclui até a Popl… Fica assim:

Sexta (7/7)

Ventre
M O O N S
Terno Rei

Sábado (8/7)

Jorge Ben Jor
Karol Conka
Joakim (FRA)
Pional (ESP)

Domingo (9/7)

Lia Paris
Lumencraft

** DJs (Day parties)

Carol Mattos e Belisa (Masterplano)
Fernando Dotta e Rafael Farah (Balaclava)
Filipe Raposo (RARA)
Lari Busch
Guga Roselli (Mareh).
Lúcio Ribeiro (Popload)

** O MECAInhotim acontece, então, de 7 a 9 de julho (de sexta a domingo) no Instituto Inhotim, (Rua B, 20, Centro, Brumadinho, MG. Os ingressos variam de R$ 40 (ingresso inteira, para a sexta à noite) a R$ 390 (passaporte inteira antecipado para os três dias). O valor do passaporte muda de acordo com o lote.

Toda a info, aqui no site do MECA. Pontos físicos de venda serão divulgados em breve.

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CENA – E atenção, o Bananada “começa” hoje

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* Popload desbravando Goiânia.

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Vista do Palco Chilli Beans, o segundo maior do Bananada, em show de Orquestra Sinfônica de Goiás, no dia gratuito do festival. Foto de Ariel Martini, do I Hate Flash

Depois de muito shows bons em casas legais, desde segunda à noite, mais o “teste” ontem com orquestra e o internacional Boogarins no enorme Centro Cultural Oscar Niemeyer, a sede oficial do evento, o festival Bananada 2017 realmente começa hoje à noite numa área com cinco palcos e quase 30 atrações.

O bombadão Baianasystem é a grande atração do primeiro dia, que ainda vai ter Céu, Ventre, Plutão Já Foi Planeta, Jaloo, Luziluzia e a bagunça disco dance da dupla Selvagem.

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O lugar, cheio de edifícios geométricos, tem num canto dele uma deliciosa área com dois espaços de shows, longe dos dois palcos enormes. Um que reproduz a Casa do Mancha, de São Paulo, lugar para bandas indies do indie (Raça, Luziluzia, E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e Hierofante Púrpura tomam conta do palco, e um outro com uma que tem bandas até 23h (The Baggios toca ali), depois vira palco dance com performance e DJs (Jaloo, Selvagem). Uma parede gigante branca, toda mapeada, dá o tom de qual hora é hora por ali.

Esse bonito parque de diversões indie projetado pelo Niemeyer, que tem até pista de skate no meio, recebe o público a partir das 18h. Os shows começam 19h e só terminam 5h. Ainda tem ingressos, disponíveis para a compra no site do festival.

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CENA – Bananada, 3 de 7 – Austin é aqui: a noite de quarta teve Far From Alaska, Black Drawing Chalks, Ventre e o escambau

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* Popload em Goiânia. A moleza de ver shows “apenas” em cinco/seis casas noturnas pequenas da cidade está acabando…

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* Não consegui ver o show conjunto tudo misturado do Ventre com o E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, no Sesc Centro, porque optei por outros baladas. Mas quem viu disse que foi o fino da bossa (veja a foto abaixo, de Ariel Martini/I Hate Flash). Esse encontro carioco-paulistano indie teria sido tão legal que as bandas pensam em repetir o formato. A ver.

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Como o Ventre e Sesc são muito mainstream para mim (brincadeirinha!), optei por ir ver o showcase da valente e velha-de-guerra Midsummer Madness no Rum, que promoveu shows das bandas Justine Never Knew the Rules, da República de Sorocaba, e do Lava Divers (MG). Guitarras desobedientes em clima shoegazer no primeiro, indie-rock mineiro absurdamente bem ritmado com baterista mulher que canta no segundo. Noite bem bacana.

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Justine Never Knew the Rules, acima, e Lava Divers, abaixo, tocam no showcase da Midsummer Madness, no bar-estúdio Rum, dentro da programação do Bananada. Mais abaixo, imagem de Ana Zumpano (Lava Divers) em ação. Fotos de Fabrício Vianna, poploader de longa data

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Enquanto os chilenos Magaly Fields e o famosinho Perrosky internacionalizavam o Rock, do outro lado do Centro uma galera ia enchendo o tradicional clube rrrrrock goiano Diablo Pub, para ver os curitibanos do Trem Fantasma, os locais Black Drawing Chalks e o cada vez mais bombado Far From Alaska, de Natal (RN). Tudo um showcase do site/festival Tenho Mais Discos Que Amigos. O primeiro grupo, do Paraná, exerceu ao vivo uma regressividade sulina que ficava melhor quando o som escapava para algo perto do psicodelismo. Tipo aqui.

Eu pago um pau para o Black Drawing Chalks, daqui de Goiânia, banda que mais se aproxima do grupão americano Queens of the Stone Age no sentido: desempenham um som na fórmula metal (80%) / stoner (20%) caprichada e parecem que estão se divertindo muito entre eles e com a turma deles. Claro, como tradição, tomaram chuva de cerveja da plateia. Sempre um prazer vê-los ao vivo. Vi apenas uma lasquinha do show da atração maior da noite, a banda nordestina Far From Alaska, que encheu seu set, soube, de músicas do próximo disco, “Unlikely”. Mais por minha culpa do que deles/delas. A parte que eu vi, um cara ao lado soltava repetidamente uma frase tipo de dez em dez segundo que parecia um mantra: “Que foda! Que foda!”. Parece que foi assim o show todo.

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Acima, a banda Black Drawing Chalks em ação no Diablo Pub. Depois, entrou em cena as meninas e meninos do Far From Alaska, de Natal, terminando de quebrar tudo. Estas duas fotos, mais a espetacular da home da Popload, são de Ariel Martini, do grande I Hate Flash, velhos parceiros

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CENA – Bananada da quarta tem Ventre e E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, juntos. Mais: chilenos, Justine e o poderoso Far From Alaska

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* Popload em Goiânia. Bananada hoje fica internacional.

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Ainda nas casas, ainda engrenando para o fim de semana bombástico, o festival recebe no Rock, nesta quarta, os chilenos Magaly Fields e Perrosky, esse já mais conhecido no intercâmbio de cenas indies daqui e de lá.

No Sesc do Centro, a partir das 20h, tem um crossover de bandas: a carioca Ventre e a paulistana E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante tocam ao mesmo tempo, numa grande jam. Em alguns momentos, uma das bandas acompanha o repertório da outra. O show “diferente” faz parte da parceria do Bananada com o Dia da Música, festival que acontece por todo o país com centenas de shows. Como característica do festival, hoje no Sesc não vai ser cobrado ingresso.

A fervura da noite, na vibe e no volume, acontece na tradicional casa roqueira Diablo Pub: o sessentista Trem Fantasma, do Paraná, abre os trabalhos de uma programação que tem o grande Black Drawing Chalks, banda da casa, e o “ousado” Far From Alaska (foto na home da Popload), do Rio Grande do Norte, que gravou o disco novo, “Unlikely”, nos Estados Unidos, graças a um belo crowdfunding para a pré-venda do álbum.

No Rum (ex-República), estúdio-bar que tem um belo palco, dois shows legais e shoegazers dividem a atenção do Bananada da quarta: a sorocabana Justine Never Knew the Rules e a mineira Lava Divers.

A programação completa e quem arma os showcases em parceria com o Bananada é a seguinte:

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