Em vinil:

Habemus Record Store Day. MIS abriga 70 expositores de discos no dia 16

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* Não ia ter, mas vai ter. A Locomotiva Discos, loja do centro de São Paulo que não só vende discos como arma feiras, conseguiu em parceria com o Museu da Imagem e do Som paulistano, o MIS, para estabelecer o Brasil dentro do evento internacional Record Store Day.

Com o mesmo número de expositores do ano passado, o Record Store Day brasileiro ocorre no domingo dia 16 de abril, na área externa do MIS.
Será das 12h as 20h e a entrada, gratuita.

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O Dia da Loja de Disco nasceu no exterior em 2007 e, na gringa, acontece sempre no terceiro sábado de abril. Ele surgiu como um movimento das lojas de discos americanas, para debater a subexistência das record stores nesta época de consumo virtual e falência dos gigantescos conglomerados de discos. Com o passar dos anos e a adesão de lojas britânicas e do Japão, principalmente, o Record Store Day pegou firme e motivou selos a relançarem discos clássicos, novidades e edições especiais em tiragens limitadas, enquanto bandas grandes fazem shows especiais dentro das lojas ou em palcos montados em seus estacionamentos.

A Popload já soltou recentemente post sobre como está programado o Record Store Day 2016 no exterior. Em São Paulo, estão programados no MIS show gratuito da banda Elo da Corrente, veterano trio de rap paulistano, e lançamento de discos do selo Stereomono, da Skol Music.

Tanto aqui como no exterior, o músico David Bowie, morto em janeiro, inevitavelmente vai ser o destaque. Aqui no Brasil, cópias de “Blackstar”, tanto novo quanto último disco da carreira do astro inglês, poderão ser encontradas no Record Store Day brasileiro do MIS, na versão vinil 180 gramas, no plástico, ao preço de R$ 240.

Outros destaques do evento: “Jorge Ben” (1969), reedição nova desse clássico da música brasileira (vinil 180 gramas, novo, lacrado – R$ 80); “Killers” (1981), do Iron Maiden, reedição nova desse álbum ícone do metal (vinil 180 gramas, importado, novo, lacrado – R$ 160); Vinis raros de música brasileira, como discos clássicos de Caetano Veloso, Gal Costa, Cartola e Chico Buarque, também estarão na feira.

O show do Elo da Corrente ocorrerá às 16h no Autitório MIS, que tem capacidade para 172 pessoas. Para assisti-lo, é preciso retirar ingresso com com uma hora de antecedência na recepção do museu.

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Elvis morreu. O punk morreu. Mas o rock nunca irá. E o vinil parece que também não

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Considerada a plataforma mais charmosa e tradicional para se ouvir um disco, há algum tempinho o vinil armou uma volta com toda força para o mundo da música e deve bater recordes nos mercados americano e inglês em 2014, indicam especialistas.

O instituto inglês ERA – Entertainment Retailers Association – aponta que as vendas devem superar 1 milhão de cópias em terras britânicas quando este ano chegar ao fim. Até agora, já foram comercializados mais de 825 mil vinis, sendo o “AM”, do Arctic Monkeys, o líder de vendas, acompanhado por “Lazaretto” (Jack White) e “Definitely Maybe” (relançamento do Oasis). A banda revelação Royal Blood vem logo em seguida com seu disco homônimo.

Kim Bayley, diretor geral da ERA, comemora os números. “Esta é uma extraordinária reviravolta. Os vendedores independentes foram os primeiros a identificar esse potencial inexplorado e focaram as ações no Record Store Day. Com as gravadoras comercializando mais vinis agora, não vejo sinal de queda nesta tendência”.

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No mercado americano, a ascendente é a mesma. Dados publicados em julho pela Neilsen Soundscan indicam que 4 milhões de LPs foram comercializados nos primeiros seis meses de 2014 nos Estados Unidos, o que representa um aumento de 40%. Ano passado, no mesmo período, as vendas haviam atingido 2,9 milhões de vinis vendidos. E esse numero já tinha sido comemorado.

Em 2013 o mercado americano já havia registrado um crescimento de 32% nas vendas de vinis. No total, foram 6 milhões de LPs negociados no ano passado.

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Estima-se que atualmente existam pouco mais de 40 fábricas de vinil espalhadas pelo mundo. O impacto dessa “venda nostálgica” também atinge o Brasil. Única fábrica de LPs da América Latina, a carioca Polysom vendeu ano passado quase 59 mil cópias, sendo 40,5 mil LPs e 17,8 mil compactos.

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É Natal nas Casas Bahia. Indie em 10 vezes sem juros. Em 2012, compras poderão ser feitas pelo app "Meu Bahianinho" no iPhone ou iPad

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* O carnê do indie. As Casas Bahia Indie.

É genial e está rolando desde ontem nas redes sociais a info de galera comprando DISCO DE VINIL IMPORTADO na popular Casas Bahia, que a propósito já está em época de Saldão de Natal.
Nas Casas Bahia, quando você clica em DVD & Blue-Ray e enxerga a opção CD/LP. E aí você pode encontrar, com desconto e possibilidade de pagar em 10x sem juros (ou às vezes 12x), discos das seguintes bandas, entre outras: The Kills, Pixies, Black Keys, Arade Fire, Cake, Raveonettes, LCD Soundsystem, Joy Division, Arctic Monkeys, Daft Punk, Modest Mouse, Mogwai, Radiohead, Cold War Kids. COLD WAR KIDS!!!!!

Tipo assim:

* APP MEU BAHIANINHO – Em fase de teste funcional para 2012, os discos importados do Black Keys, em vinil, poderão ser comprados pelo iPhone ou iPad, haha. O app Meu Bahianinho no iTunes ou na loja do Android pode ser baixado já, mas a função compras, só no ano que vem.

* Acaba logo, 2011.

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