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Sujeito que também é banda, Ernest Greene solta som inédito do disco novo do Washed Out

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Sempre que eu vou falar do Washed Out, eu conto uma mesma história do meu contato inicial com a banda. Certa vez, eu ia ver o grupo no South by Southwest e comecei a pesquisar, ler com mais profundidade. Daí caí numa definição que dizia que a música de Ernest Greene era, para uma menina, o som que ficava quando o garoto ia embora no fim do verão.

Projeto musical deste jovem americano que mistura quantidades iguais de guitarras e synths, um certo indie psicodélico com batidas eletrônicas, respiro fresco de dream pop, o Washed Out está preparando para a próxima sexta-feira, 7 de agosto, o lançamento de “Purple Noon”, quarto álbum de estúdio da carreira.

Entre as canções está “Paralyzed”, lançada nesta terça-feira, disponível ao final do post.

Greene foi o responsável por escrever, gravar e produzir todo o álbum, que é o primeiro da banda em três anos.

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CENA – Lá vem o Balaclava Fest. Washed Out e Homeshake em São Paulo em novembro

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* O selo indie multiuso Balaclava não tem pena do bolso do brasileiro e anunciou hoje mais uma edição do seu festival. Sim, vai ter Balaclava Fest em novembro. O evento, que já trouxe Slowdive e Mac Demarco para cá nas edições passadas, agora vem com o canadense Homeshake, pela primeira vez no país, o novamente convidado Washed Out e a brasileira Cinnamon Tapes.

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Depois de anunciarem o indie-sensação Whitney também para novembro, a Balaclava atendeu a pedidos dos fãs brasileiros e finalmente revelou a vinda do projeto solo de Peter Sagar, o Homeshake, além de aproveitar a boa fase do Washed Out para engrossar o caldo. Essa mistura, acontece no domingo dia 5 de novembro, no Tropical Butantã, com ingressos entre R$ 80 e R$ 300, com venda rolando a partir de hoje.

Quem ainda não conhece, vale lembrar que Homeshake é ex-guitarrista da banda de Mac DeMarco e que, desde que saiu, já lançou três ótimos discos (um neste ano). Já o Washed Out volta ao Brasil com um lançamento fresquinho, o “Mister Melow”, divulgado em junho. Complementando, ainda tem Cinnamon Tapes, de SP, banda de Susan Souza, que, com pouco material lançado, já se apresentou em alguns palcos importantes através da Balaclava Records.

Vale lembrar que o festival promete mais atrações e já adiantamos que terão mais gringos nesse line-up, além de estenderem a turnê de alguns artistas do festival para outras cidades.

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Difícil dizer adeus: Washed Out e uma session cheia de sonhos na Califórnia

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Nunca vou me esquecer de um dos meus primeiros contatos com o Washed Out. Eu ia ver o grupo no Sxsw e procurei ler mais sobre. E caí em uma definição que dizia que a música de Ernest Greene era, para uma menina, o som que ficava quando o garoto ia embora no fim do verão.

Projeto musical deste jovem americano que mistura quantidades iguais de guitarras e synths, um certo indie psicodélico com batidas eletrônicas, pé no dream pop, o Washed Out lançou recentemente um novo disco, “Mister Mellow”, sucessor do ótimo “Paracosm”, de 2013, que trouxe o músico até ao Brasil para um show bem bom no Cine Joia, tipo em 2014.

Este novo álbum vai de encontro à pegada do Washed Out, praticamente banda de um homem só, tanto que Greene teve apenas a colaboração do engenheiro de som Cole M. G. N.

Greene esteve recentemente nos estúdios da linda KCRW, rádio cool da Califórnia, onde em session full band mostrou dois dos singles deste álbum novo, “Floating By” e “Hard to Say Goodbye”, ambas reproduzidas abaixo.

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Washed Out trouxe cores firmes a SP, ontem

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* O título é um trocadilho, mas deixa eu explicar, por via das dúvidas, porque às vezes nem eu entendo, haha. Numa daquelas semanas “difíceis” de shows em São Paulo, tivemos ontem à noite (praticamente na madrugada de hoje) a honrosa apresentação na cidade da banda Washed Out, um tipo de indie viajante composto dentro do quarto, na cama com o computador no colo e o violão ao lado, que transmite uma sensação colorida de sonhos fofos. Acho que é isso, hahaha. É mais que uma tradução brincando com a tradução, entende? Não?

O Washed Out, na verdade um projeto do jovem americano Ernest Greene que mistura quantidades iguais de guitarras e synths, fez um show para lá de decente no Cine Joia, em São Paulo, dentro de um evento da marca de tênis Converse, que não cobrou ingresso, apenas uma inscrição na internet.

Não me esqueço da primeira vez que eu li sobre o Washed Out. Ou uma das primeiras. Eu ia ver o grupo no Sxsw e procurei ler mais sobre. E caí numa definição que dizia que a música de Greene era, para uma menina, o som que ficava quando o garoto ia embora no fim do verão. Ontem deu para “ver” bem isso ao vivo.

Em fotos do poploader fera Fabrício Vianna e vídeos da galera, o show do Washed Out no Cine Joia, já vazando esta quinta-feira, foi assim:

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O incrível Washed Out no Cine Joia, de graça, daqui a 12 dias

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* Liberaram a notícia. Um dos nomes mais bacanas do novo rock americano, o Washed Out, projeto dream pop do talentoso Ernest Greene, se apresenta agora no dia 2 de abril no Cine Joia, em São Paulo. O show é dentro do Converse Rubber Tracks Live, série de concertos gratuitos que a marca de tênis começa a promover aqui. Um dia antes, 1º/4, no Rio, o Washed Out toca no Circo Voador.

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Os shows do Washed Out lá e cá terão abertura do supergrupo canadense Pink Mountaintops e de bandas brasileiras. No Rio, toca o Quarto do L. em SP, o Le Blanche.

A entrada é gratuita, nas duas cidades. Precisa preencher o formulário disponíveis nos seguintes sites:
* Rio de Janeiro
* São Paulo

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