Em Wolf Alice:

Os Melhores Discos de 2021 da Popload – internacional

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* Que ano desesperador de discos gringos bons, este 2021. Seja de bandas ou artistas novos, seja de bandas ou artistas se firmando, seja de bandas ou artistas já de certa carreira.

Primeiro foi difícil escolher dez para entrar no Top 10. Depois o drama foi botar numa ordem de predileção.

A escolha dos poploaders abaixo revela isso. Com exceção de uns quatro, cinco discos, quase tudo na lista dos oito votantes da Popload é diferente, diverso. Como foi diverso este ano que está acabando.

No caldo geral, na mistura, dá para sacar desta lista nossa que os três principais discos do ano, nesta ordem, são:

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1. Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz

2. “Happier than Ever”, Billie Eilish

3. “New Long Leg”, Dry Cleaning

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Uma artista em seu quarto disco, inglesa, mais para o hip hop. Um fenômeno americano novinho em seu segundo trabalho. Uma banda inglesa em seu álbum de estreia. O tom foi dado só aí.

Veja aí o que você acha de tudo e deixe sua opinião nos canais da Popload, principalmente lá no @poploadmusic, no Instagram, no post sobre esta lista.

Abaixo, (a lista d)os melhores do ano da Popload, por quem faz a Popload.

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** Lúcio Ribeiro

1. “New Long Leg”, Dry Cleaning
2. “Things Take Time, Take Time”, Courtney Barnett
3. “Happier than Ever”, Billie Eilish
4. “Sympathy for Life”, Parquet Courts
5. “Crawler”, Idles
6. “Montero”, Lil Nas X
7. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
8. “Comfort to Me”, Amyl & The Sniffers
9. “Spare Ribs”, Sleaford Mods
10. “Mirror II”, Goon Sax

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** Isadora Almeida

1. “Promises”, Floating Points
2. “New Long Leg”, Dry Cleaning
3. “Jubilee”, Japanese Breakfast
4. “Seek Shelter”, Iceage
5. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
6. “Drunk Tank Pink”, Shame
7. “Collapsed in Sunbeams”, Arlo Parks
8. “Mood Valiant, Hiatus Kaiyote
9. “Absolutely”, Dijon
10. “Man Made”, Greentea Peng

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** Vinicius Felix

1. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
2. “Sympathy for Life”, Parquet Courts
3. “Heaux Tales”, Jazmine Sullivan
4. “Collapsed in Sunbeams”, Arlo Parks
5. “Sound Ancestors”, Madlib
6. “Happier than Ever”, Billie Eilish
7. “Ultrapop”, The Armed
8. “Valentine”, Snail Mail
9. “Bright Green Field”, Squid
10. “Call Me If You Get Lost”, Tyler, The Creator

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** Daniela Swidrak

1. “Loving in Stereo”, Jungle
2. “New Long Leg”, Dry Cleaning
3. “Blue Weekend”, Wolf Alice
4. “Collapsed in Sunbeams”, Arlo Parks
5. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
6. “For the First Time”, Black Country, New Road
7. “Daddy’s Home”, St Vincent
8. “Montero”, Lil Nas X
9. “On All Fours”, Goat Girl
10. “Spare Ribs”, Sleaford Mods

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** Dora Guerra

1. “Happier than Ever”, Billie Eilish
2. “El Madrileño” – C. Tangana
3. “Sound Ancestors”, Madlib
4. “Call Me If You Get Lost”, Tyler, The Creator
5. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
6. “Jubilee”, Japanese Breakfast
7. “30”, Adele
8. “Sensational” – Erika de Casier
9. “To Hell with It” – PinkPantheress
10. “Collapsed in Sunbeams”, Arlo Parks

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** Fernando Scoczynski Filho

1. “Hushed and Grim”, Mastodon
2. “L.W.”, King Gizzard & the Lizard Wizard
3. “Cavalcade”, Black Midi
4. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
5. “For the First Time”, Black Country, New Road
6. “If I Cant Have Love, I Want Power”, Halsey
7. “Daddy’s Home”, St Vincent
8. “The Witness”, SUUNS
9. “Sinner Get Ready”, Lingua Ignota
10. “The Turning Wheel”, Spelling

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** Alê Gliv Zampieri

1. “OK Human”, Weezer
2. “Comfort to Me”, Amyl & The Sniffers
3. “Hushed and Grim”, Mastodon
4. “Van Weezer”, Weezer
5. “The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy”, Rob Zombie
6. “Medicine at Midnight”, Foo Fighters
7. “Typhoons”, Royal Blood
8. “Aggression Continuum”, Fear Factory
9. “As Blue as Indigo”, Tigercub
10. “Future Past”, Duran Duran

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** Tallita Alves

1. “Blue Weekend”, Wolf Alice
2. “Screen Violence”, Chvrches
3. “Happier than Ever”, Billie Eilish
4. “Sling”, Clairo
5. “Beginnings”, Prudence
6. “Daddy’s Home”, St Vincent
7. “Sometimes I Might Be Introvert”, Little Simz
8. “30”, Adele
9. “Promises”, Floating Points
10. “Priotise Pleasure”, Self Steem

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Mercury Prize elege a cantora Arlo Parks o nome do ano na música inglesa. Premiação rendeu várias performances ao vivo legais. Veja

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* Uma das poucas premiações musicais em que a gente bota uma fé, o britânico Mercury Prize aconteceu ontem em Londres, na qual a cantora novinha Arlo Parks foi a grande vencedora, por conta de seu disco de estréia, o ótimo “Collapsed in Sunbeams”, lançado em janeiro.

A disputa para escolher o nome da noite foi grande, segundo os organizadores. Entre outros concorrentes estavam o misterioso SAULT, os indie velhos Mogwai, a banda Wolf Alice e a espertíssima banda de indie quebrado Black Country, New Road e seu disco dèbut lindo.

Mas certamente o que contou a favor de Parks neste grande rol de competidores, foram as bandeiras importantes de diversidades (mulher, negra, bissexual, poeta, ativa na causa mental health) que ela carrega em si, além da excelente coleção de canções do disco.

Em seu discurso fofo de agradecimento, ela lembrou que passava em frente ao Hammersmith Apollo, lugar onde rolou a cerimônia ontem, toda vez que ia para a escola, garotinha.

O bom de prêmios assim, sempre, são as performances especiais ao vivo. A gente destaca, abaixo, boa parte delas.

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Popnotas – Moby inaugura hoje o festival In-Edit, de filmes musicais. Wolf Alice vai às rádios. Liga pro Tyler, The Creator qualquer coisa. Pip Blom mostra a ginga do pop holandês

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– Dá a largada nesta quarta a 13ª edição do sempre incrível In-Edit Brasil, festival de documentários musicais que bota uma seleção de 50 filmes nacionais e internacionais à disposição online, ou pagando nada, ou desembolsando R$ 3 para ver. O festival vai até o dia 27 e tem parte de sua programação veiculada ainda no Sesc Digital e um “chorinho” na plataforma Spcine Play, que estende o In-Edit por um dia, com alguns filmes em exibição especial no dia 18. A gente já deu um visual grande da programação do In-Edit Brasil aqui, “no tocante” aos longas gringos que o evento bota em suas caixas acústicas. Tipo o filme do Idles (com exibição a partir de amanhã, 18h), do Pogues e das Go-Go’s, para citar só três dos mais legais. O festival tem a abertura nesta noite, 20h, com o “Moby Doc”, produção deste ano sobre o grande DJ e depois músico Moby, o popstar “fora da curva”, que retrata “de sua infância solitária nos subúrbios de Nova York aos maiores palcos do mundo”. Programe-se no site do In-Edit Brasil. Os filmes têm limites de visualizações.

– A gente já mencionou por aqui que o rapper Tyler, The Creator vem dando pistas do que será seu próximo álbum. A dica mais recente é um curto vídeo que ele soltou no YouTube chamado “Side Street”, onde aparece aos beijos com uma moça que parece já ter namorado. A história do vídeo é essa, sem mais pistas, a não ser o provável nome do álbum que aparece ao final, “Call Me If You Get Lost”. Oi? O bamba Tyler, The Creator é um dos headliners do gigante Lollapalooza Chicago, que acontece no finalzinho do mês que vem. Estamos de olho nele. Neles: no Tyler e no Lolla EUA.

Pip Blom, duas minas-dois manos, uma das nossas duas bandas preferidas de Amsterdã, anunciou que vem por aí seu segundo álbum, “Welcome Break”. Seu primeiro single é a bela powerpop “Keep It Together”, que vem acompanhada de um vídeo que tira uma onda com um tipo de prática visual dos anos 80. Se você ainda não conhece, se prepare para ter uma nova banda favorita, talvez dentro do quesito “liderada por irmãos”. Nem que for uma favorita-fora-do-eixo. No caso aqui, Pip Blom e Tender, que dividem os vocais neste single.

– O quarteto inglês Wolf Alice segue o embalo de divulgação de seu badalado novo álbum com tinta de cabelo, “Blue Weekend”, que saiu no comecinho do mês. Abaixo, você pode conferir duas performances em vídeo diferentes da banda de Ellie Rowsell para rádios legais, como a americana WFUV, de Nova York, e a holandesa 3voor12. A primeira recebeu a baladaça em piano “The Last Man on Earth”, a segunda ganhou a agitadinha “Smile”. Repare, é a mesma session com distribuições de canções distintas. Eles estão com a mesma roupa.

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Popnotas – Todos os amores do Marcelo Perdido. Wolf Alice enquanto Foo Fighters. Clairo na TV, com a Lorde e lançando single. E o nosso Popcast já listando os melhores do ano (até agora)

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CENA – Um manifesto de amor, numa certa mistura celebratória de Dia dos Namorados com o Mês do Orgulho LGBTQIA+, move a nova canção do sempre esperto Marcelo Perdido, “Que Bom”, que bota o músico carioca já a caminho do próximo álbum. Perdido lançou no final do ano passado, pelo selo CENA (da Popload), o álbum “Não Tô Aqui para Te Influenciar”. “Que Bom” é sobre o amor de diversas formas na cadência pop-MPB gostosa que Marcelo sabe empregar. E o vídeo promove um beijaço “vingativo”-animado-criativo. Marcelo explica e vamos ao vídeo na sequência: “Essa música, e o disco todo que vem, nasceram de um vontade de rever filmes românticos que fizeram sucesso e marcaram as pessoas da minha geração, mas ao revê-los me incomodou o fato das histórias parecerem sempre falar sobre o mesmo casal hétero, branco de cabelos e sorrisos perfeitos. Imaginei quantas pessoas diferentes desse padrão tiveram que fazer um exercício de abstração muito grande para poder se enxergar naquelas histórias de amor, e talvez nem tenham conseguido e cresceram sem isso. É bem triste, né? Então essa canção tenta pluralizar um pouquinho as histórias de amor. É um passo bem pequeno, mas na direção que acho que é a certa quando penso nesse sentimento”, reflete Perdido

– A banda inglesa Wolf Alice, com seu novo disco, está virando o Foo Fighters, com o disco deles: está em TODAS. A banda de Ellie Rowshell, que acabou de lançar o disco “Blue Weekend” com tinta para cabelo e um monte de singles, vídeos e aparições ao vivo, tem mais para mostrar. Primeiro um novo vídeo, para a música “Delicious Things”. Depois uma performance ao vivo para o programa matutino do Chris Evans na Virgin Radio britânica, o Breakfast Show, tocando a baladaça “Last Man on Earth”, que tem em vídeo também. Dá-lhe, Ellie.

– A jovem cantora indie-folk americana Clairo, que nesta madrugada apareceu em lançamentos fazendo backing vocal para a Lorde e mandando sua própria música nova, esteve ainda ontem à noite no Jimmy Fallon, para fazer a estreia dessa canção que soltou, “Blouse”, junto com o anúncio que logo mais, ainda neste ano, lança seu segundo álbum, “Sling”. “Blouse” é a primeira música a sair desse disco novo prometido. Ao vivo, na TV americana, ficou assim.

– Está no arrrrrrrr o Popcast desta semana. Sem maiores spoilers, o podcast da Popload, apresentado por Lúcio Ribeiro e Isadora Almeida, traz um olhar rankeado dos melhores discos internacionais do ano, até agora, em que completamos seis meses de 2021. E já foi difícil elaborar nossa lista. Digo, a Isa a dela, o Lúcio a dele. Teve o pódio das músicas mais queridas da semana, de cada um, os destaques da CENA brasileira e o bloco das efemérides, que lembrou Radiohead e Arctic Monkeys. Ouve lá.

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Top 10 Gringo – Mulher 100%. King Princess, Willow e Japanese Breakfast puxam a fila feminina total do nosso Ranking

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* A gente foi listando as músicas que mais gostamos nesta última semana e logo percebeu: uma mina, duas minas, três minas, quatro minas. Ah, quer saber? Só mulheres nesta semana no ranking gringo. E lógico que não deu trabalho fazer uma pesquisa a mais em sons novos que até passaram sem nossas anotações para dar conta de completar a lista. A semana é total delas.

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1 – King Princess – “House Burn Down”
Que sonho este sonho. A King Princess, além de arrebentar como sempre faz, consegui reunir dois quintos do Strokes por aqui. Na bateria, nosso amigo Fabrizio Moretti. No baixo, o senhor Nikolai Fraiture. E lógico que a presença da dupla dá na música um caldinho de Strokes, que ajuda a gente a entender a participação do dois na banda – assim como a presença do Nick Valensi em um som da Sia já ajudou a gente a sacar o que ele fazia na banda.

2 – Willow – “t r a n s p a r e n t s o u l”
Esse single já está rolando há um tempo, mas agora com um clipe oficial que a gente descobriu que a Willow – sim, a filha do Will Smith e da Jada Pinkett – abriu seu lado de roqueira. Em entrevista a V Magazine, ela conta que por conta do racismo chegou a sofrer com bullying na infância por gostar de rock e uma pressão para se encaixar em ritmos como o R&B. Considerando que sua mãe já teve banda de rock, ela resolveu assumir seu gosto sem medo do que vão pensar. E deu muito certo. A presença do Travis Baker na bateria ainda dá um capricho de nostalgia.

3 – Japanese Breakfast – “Be Sweet”
A gente já tinha gostado do singles e não foi trabalho ficar apaixonado no novo álbum da excelente Japanese Breakfast, Michelle Zauner. Aqui em “Be Sweet” ela constrói um som tão delicioso quanto oitentista, mas sem toques exagerados de retrospectiva. Ao mesmo tempo que não é difícil imaginar o refrão “Be sweet to me, baby/I wanna believe in you/I wanna believe in something” em um rádio retrô, ela não soa como uma cópia de algo que você já ouviu antes.

4 – Billie Eilish – “Lost Cause”
Mais um som com toque direito ao ex que fazia pouco da Billie? E segue a revolução visual da Billie no clipe deste som, um passo dado em direção a liberdade (e curtição com as amigas). Sonoramente, a revolução não é tanta, ainda que soe um pouco mais iluminado que os trabalhos do primeiro álbum.

5 – Zoe Wees – “Girl Like Us”
Na linha da Billie, repare no estilo vocal, a Zoe Wees também faz um barulho. Com seus 17, 18 anos, a alemã começa a colecionar hits que tocam corações pelo mundo ao falar de ansiedade e pressões, como a da aparência. Em “Girls Likes Us” ela relata, por exemplo, seu sofrimento de não ver beleza no espelho. “Eles não sabem”, ela canta no refrão sobre a invisibilidade de algumas questões feminas. Olho nessa mina. É hit atrás de hit.

6 – Wolf Alice – “How Can I Make It Ok”
Mais uma da lista que caberia na programação da Alpha FM. Falsete delicioso combinado com um refrão apaixonado em um dos momentos mais pop do novo álbum dos ingleses da Wolf Alice.

7 – Rochelle Jordan – “Already”
R&B para lá de dançante, com uma leve pegada de house, talvez? Essa é “Already”, um dos bons sons de “Play With Changes”, álbum que a inglesa que cresceu no Canadá Rochelle lança após quase sete anos de silêncio por conta de tretas de saúde e gravadora. Esse tempo não foi capaz de tirar um energia para lá de boa que seu som carrega. É tocar e sair dançando.

8 – Dua Lipa – “Love Again”
Tem esse lugar comum de que ninguém mais pensa em álbum. Meia verdade. Só olhar para o trabalho da Dua Lipa, que chega ao sexto single de um álbum, para ver que é possível trabalhar um repertório aos poucos, quase nos moldes tradicionais – com o single saindo após o álbum e não antes, como é a moda atual, onde o disco é quase que a última coisa que importa. Movimento interessante. Detalhe que todas as músicas são hits impecáveis, né?

9 – Dawn Richard – “Bussifame”
Artista experiente com 20 anos de estrada, Dawn Richard entrega em “Second Line” um álbum maduro e conceitual que levou uma bela nota oito da Pitchfork. Precisamos escutar um pouco mais para entender a questão conceitual toda, mas só “Bussifame” já dá conta de muito balanço – além de ter uma pegada metalinguística sobre fazer um som dançante, sério.

10 – Dondria – “Let It Be”
Mais uma artista da nossa lista que tem uma carreira um pouco complicada em questões de lançamentos. Bombada no começo da década passada, Dondria não manteve o ritmo aparentemente e não lançou muito material, mass nos pegou em cheio com essa emocionante faixa onde vai de uma voz doce e radiofônica até um timbre rasgado quase rouco, sem medo. Um som que honra pegar emprestado um título clássico desses.

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* A imagem que ilustra este post é da rapper Willow Smith.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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