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CENA – Em novo vídeo, WRY fala que a gente pode tudo enquanto estamos sonhando

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Foto: João Antunes

Foto: João Antunes

Opa. O veterano e aclamado WRY, banda que saiu de Sorocaba para o mundo, lança nesta sexta-feira “Life is Like a Dream”, seu segundo single pela gravadora Deck, com vídeo que sai em primeira mão aqui no CENA.

A música é de uma trilogia de singles. A terceira vem em fevereiro com novo clipe. E no disco novo serão outras 10 musicas. “Entraremos em estúdio em janeiro”, informa a banda.

“Life Is Like a Dream” fala basicamente sobre o quanto é bom sonhar e que neste estado pleno a gente “pode tudo”. Quem estrela o vídeo é o dançarino sorocabano Jorge Fernando. A produção visual tem direção da Seven Cats Filmes e roteiro dos bambas Mario Bross e Vinícius Vidal.

O tal próximo disco que sai em 2018 será o sétimo da carreira do grupo.

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CENA – Popload Music Television e os vídeos lindos do M.O.O.N.S., do Supervão e do Wry

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* Em mais um episódio da série “Popload Enquanto MTV”, trazemos hoje vídeos inspirados que combinam bons visuais, boas músicas e boas bandas. E todos com uma musa para guiá-los.

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A começar pelo tocante grupo mineiro M.O.O.N.S., projeto encabeçado por André Travassos, ex-guitarrista e vocalista do Câmera, de BH. Rumo ao próximo disco, o segundo, a ser lançado no primeiro semestre de 2018, o M.O.O.N.S. despeja visuais tão bonitos quanto brejeiros para “Golden Sun”, belíssima. Com o vídeo, a banda comemora um ano de carreira. E acha que o primeiro álbum,
“La Femme qui Roule”, ainda tem um gás para queimar. Tanto que planejam mais shows do disco, em BH, obviamente, mas inclusive em São Paulo.

Aqui, então, a desbundante “Golden Sun”.

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Captura de Tela 2017-10-06 às 8.42.47 AM

* Os ótimos gaúchos da Supervão não cansam de produzir e entre uma agenda de shows movimentada pelo sul e um pós-tour por São Paulo, o trio divulgou ontem mais um vídeo para uma das faixas do seu excelente EP, desta vez do single “Tempo Barravento”. O material foi captado, dirigido e editado pelo mesmo casal responsável pela capa do disco, a artista Ana Paula da Cunha e o músico Mario Arruda (que também é o vocalista do Supervão).

O vídeo para a música mais longa de seu último EP traz imagens captadas durante as viagens da Supervão pelo Brasil, principalmente durante sua passagem por São Paulo. Entre curtos vídeos dos integrantes da banda e paisagens que ligam a capital paulista a cenas da cidade de Porto Alegre, terra natal dos meninos, a banda consegue trazer um pouco das figuras e momentos que traduzem a coletividade que dá nome ao EP.

Na produção, o grupo quebra a estética glitch que sempre foi o forte nos vídeos do grupo, dando lugar a imagens limpas e um roteiro que se constrói ao longo da caminhada da tour. Além disso, eles seguem a sequência de bons lançamentos, como foi o caso de “Vitória Pós-Humana” e “Lua em Gêmeos”, dois clipes divulgados entre o final do ano passado e o início deste.

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Captura de Tela 2017-10-06 às 8.48.12 AM

* Em outro vídeo em floresta, outro vídeo com uma musa vagando, a conhecida banda sorocabana Wry dá imagens ao seu mais novo single, “She’s Falling”. Na música, o guitarrista Mario Bross, que comanda a banda, se joga em sintetizador, o que não deixa de ser digno de nota, para quem conhece a longa trajetória do Wry.

“She’s Falling” vai fazer parte do próximo álbum da banda, o sétimo, a ser lançado em 2018. O vídeo da canção segue aqui:

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* As três bandas têm música rodando na Popload Radio, já disponível em app para iPhone, Google Store e Tune-in.

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CENA – MQN abre o Circadélica. Boogarins fecha o dia. No meio tem Far From Alaska, Terno Rei, Dead Fish, Ludovic, Wry…

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* Popload em Sorocaba. Circadélica Festival, dia 1.

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Depois de duas noites boas trancado num clube, o “templo indie” Asteroid, o Circadélica festa chega ao… circo. Com dois palcos e som rolando das 13h às 23h, o festival sorocabano começa logo de cara com um expurgo rock’n’roll em alto (bem alto) e principalmente em bom som. Patrimônio do indie brasileiro há 20 anos, o grupo goiano MQN abre aqui no interior, logo às 13h, um giro de três apresentações paulistas, que segue amanhã no Centro Cultural SP (festival Centro do Rock) e culmina num show pequeno e especial no clube Breve, na segunda. Tudo na companhia dos conterrâneos internacionalmente famosos, os Boogarins, que fecham a programação deste sábado do Circadélica.

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Garage rock from hell, o MQN, sob o comando do capo goiano Fabrício Nobre, esteve no primeiro Circadélica, em 2001. A banda abrir o festival é cheio de simbologias indie nacionais variadas.

A Popload esteve com o MQN ontem à noite no Black Estúdio, num canto de Sorocaba, no ensaio da banda para a minimaratona paulista. Banda de 20 anos, meia horinha fechada numa sala preta minúsculo, som muito alto, seis músicas quase que sem interrupção e pá: estão prontos para o rolê.

** O Circadélica Festival, em seu primeiro dia, terá ainda Far From Alaska, Vespas Mandarinas, Vivendo do Ócio, Scalene, Ludovic, os proprietários Wry, Terno Rei, Justine Never Knew the Rules, Dead Fish, Pense, Bit Beat Bite Bright, Valveline, Travelling Wave, The Biggs e Ego Kill Talent. Programação agitada.

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CENA – Sorocaba coloca o indie num circo. Circadélica Festival chega à era douradas dos festivais brasileiros

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* A estrada indie agora nos leva a Sorocaba, uns 100 km de São Paulo, via Castelo Branco, com uma decente recepção de 4G. Vim “ouvindo” um vídeo de show do Radiohead na Itália e não caiu nenhuma vez. A conta é meio essa:
– “Quanto demora para ir de São Paulo a Sorocaba?
– “Leva um show do Radiohead em Milão para chegar lá, com o trânsito”
– “Beleza”.

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Neste final de semana, começa em Sorocaba a segunda edição do festival Circadélica. Tudo bem que a primeira aconteceu em 2001, há 16 anos, quando festivais de música no Brasil, principalmente de música independente, era tão raro como ter lugares decentes para bandas tocarem. Agora, em 2016, como o bagulho está loko para bandas e festivais, o Circadélica volta enorme, dentro do circo, carregando o lema de “Música e Diversão”. Mais de 50 atrações, Liniker, Boogarins, Far From Alaska, Ludovic, Francisco El Hombre, Dead Fish, Vespas Mandarinas, Kamau, Plutão Já Foi Planeta, FingerFingerrr, MQN, Lava Divers, Aeromoças e Tenistas Russas vêm tocar na terra do Wry, banda do protoindie brasileiro que já foi “inglesa”, continua na ativa, fez o primeiro Circadélica e está por trás também desta segunda edição.

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Banda que constrói um evento em torno de si, para tocar, reunir amigos e chamar a cena para valorizar seu jardim, seu quintal, tem meu respeito. O Circadélica já se inscreve nos festivais indies obrigatórios da CENA.

O “Diversão” do subtítulo do Circadélica funciona também fora do palco. Performances de artistas circenses (afinal…), pista de skate, tattoos, expositores e a promessa de “muito mais” estão escalados para o festival no espírito de uma atração musical das boas.

A Popload está em Sorocaba para conferir e viver o Circadélica, para dividir a experiência do festival sorocabano neste espaço. Sobre ingressos, veja aqui. Se você é de São Paulo ou de outra cidade, aqui
você acha informações de hospedagem
para passar um final de semana no picadeiro indie.

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Circadélica 2001

Para fechar a apresentação do novo Circadélica, umas historinhas da primeira edição, de 2001, para você ver como o indie andou de lá para cá. O festival, já considerado enorme à época, teve 21 bandas escaladas. Um dos melhores shows do festival, da época em que os Strokes nem tinham álbum lançado, foi o Prole, de Americana.
Uma rara gravação de meia hora do Circadélica 2001 é tesouro puro, com trechos dos shows do Pelvs (RJ), Grenade (PR), Walverdes (RS) e MQN (GO).
O Thee Butchers’ Orchestra, uma das principais bandas daquela época, apresentou músicas de seu disco novo no Circadélica 01. Outras bandas que fizeram parte do festival há 16 anos: Garage Fuzz, Astromato, Maybees, Holly Tree, Muzzarelas, Biggs, entre outras. Os Pin Ups estavam escalados para se apresentar no festival, mas não compareceram, porque a banda, que voltou a existir hoje, havia decidido acabar. “O Circadélica veio para mostrar que é possível montar festivais de rock de médio porte em um país no qual predominam o samba e o pagode”, foram palavras do organizador Mário Bross, vocalista e guitarrista do Wry, lá em 2001. Acrescentemos pop e sertanejo para a edição 2. O Circadélica 2001 marcou também a despedida do Wry do Brasil, indo tentar a sorte na Inglaterra, por onde ficou por alguns anos.

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CENA – Bananada 7 de 7 – Mano Brown, Karol Conka, Far From Alaska, Rakta, Teto Preto, Tulipa Ruiz…

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* Popload em Goiânia. Para acabar esse Bananada sem fim…

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Crossover de coisas, ideias, pessoas, nunca pensei que num mesmo festival indie pudesse ter, sei lá, Black Drawing Chalks e Mano Brown. Quase num mesmo horário, estar tocando a banda indie shoegaze sorocabana Wry num palco e a rapper paranaense Karol Conka em um outro. Assim foi o Bananada de domingo, dia 14, encerrando uma semana cabulosa de som bom, lugares incríveis, gente bacana, tudo certo.

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Abaixo, um dos melhores momentos do Bananada 2017 em sua noite final. Com vídeo de galera e fotos incríveis do Ariel Martini, parte integrande do não menos incrível I Hate Flash

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Mulherada power. Acima, a possante Angela Carneosso em show fora do normal do Teto Preto, a banda-festa. Abaixo, as garotas do feroz Far From Alaska, bandaça internacional do Rio Grande do Norte, momentos antes de entrarem em ação no Bananada 2017

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Mano Brown, dos Racionais, em show do seu outro projeto, o groovie Boogie Naipe, a grande atração de domingo no festival goiano

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A bombada rapper Karol Conka em dois momentos no Bananada 2017

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Três entidades do rock brasileiro reunidas no Bananada, acima o show conjunto dos goianos do Black Drawing Chalks com os Hellbenders; abaixo, Chuck Hipolitho arrebentando a bateria do Forgotten Boys, de SP

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Tulipa Ruiz recebe Liniker em sua apresentação no Bananada 2017

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Acima, Paula Rebellato comanda os teclados do assombroso grupo pós-pós-punk feminino Rakta, de SP; abaixo, momento da banda goiana Brvnks no palco-casa-do-mancha do Bananada 2017

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E fim…

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