Em yo la tengo:

Yo La Tengo oferece 15 novas músicas em seu primeiro disco desde 2013. Ouça “There’s a Riot Going On”

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Eba. Chegou um dos melhores dias da semana, a sexta-feira. Primeiro pelo simples fato de ser sexta-feira. Segundo, porque é o dia oficial de lançamentos de novos discos.

Um destes novos álbuns que já estão em nossas playlists é “There’s a Riot Going On”, do incrível e veterano Yo La Tengo, que foi buscar inspiração no disco de mesmo título do Sly and the Family Stone, lá em 1971.

O projeto é o primeiro deles totalmente inédito em cinco anos e pinta como o sucessor de “Fade”. Ira Kaplan e seus amigos selecionaram 15 novas músicas pra gente, que podem ser ouvidas abaixo.

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Em forma de disco e com quatro músicas novas, Yo La Tengo avisa que um tumulto está por vir. Dia 16 de março, no caso

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Lá vem o Yo La Tengo. Trio de New Jersey liderado por Ira Kaplan e que praticamente inventou o indie, eles anunciaram para 16 de março o lançamento de “There’s a Riot Going On”, emulando a obra de mesmo título do Sly and the Family Stone, de 1971.

O disco é o primeiro deles em três anos, sucede “Stuff Like That There”, e, na prática, é o primeiro totalmente inédito desde 2013, quando botaram na praça o álbum “Fade”.

Junto com o anúncio, a veterana banda norte-americana liberou nada menos que quatro das 15 novas músicas do projeto: “You Are Here”, “Shades of Blue”, “She May, She Might”, e “Out of the Pool”.



There’s a Riot Going On – Tracklist
01. You Are Here
02. Shades of Blue
03. She May, She Might
04. For You Too
05. Ashes
06. Polynesia #1
07. Dream Dream Away
08. Shortwave
09. Above the Sound
10. Let’s Do It Wrong
11. What Chance Have I Got
12. Esportes Casual
13. Forever
14. Out of the Pool
15. Here You Are

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Yo La Tengo lança novo disco repetindo 1990. Ouça “Stuff Like That There” na íntegra

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Já está disponível para audição – via NPR – o novo disco do veterano Yo La Tengo. “Stuff Like That There” mostra o trio de New Jersey relembrando algo que fizeram em 1990, quando lançaram o incrível “Fakebook”, que consistia em regravações de artistas obscuros e alguns outros conhecidos, tipo Cat Stevens e Daniel Johnston, com algumas músicas inéditas no meio.

Cerca de 25 anos depois, a turma liderada pelo grande Ira Kaplan repete a dose no disco #14 de sua linda carreira e presta homenagem a diversos artistas e bandas menos conhecidos, mas com um The Cure aparecendo como cereja do bolo. Dave Schramm, guitarrista da primeira fase do grupo nos anos 90, participou das gravações.

O álbum será lançado semana que vem, dia 28 de agosto, e tem 14 faixas. Para ouvir, basta clicar na imagem abaixo.

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Stuff Like That There – tracklist
1 My Heart’s Not in It (Darlene McCrea)
02 Rickety
03 I’m So Lonesome I Could Cry (Hank Williams)
04 All Your Secrets (remake of track from Popular Songs)
05 The Ballad of Red Buckets (remake of track from Electr-o-pura)
06 Friday I’m in Love (The Cure)
07 Before We Stopped to Think (Great Plains)
08 Butchie’s Tune (The Lovin’ Spoonful)
09 Automatic Doom (Special Pillow)
10 Awhileaway
11 I Can Feel the Ice Melting (The Parliaments)
12 Naples (Antietam)
13 Deeper Into Movies (remake of track from I Can Hear the Heart Beating as One)
14 Somebody’s in Love (The Cosmic Rays with Le Sun Ra and Arkestra)

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O Yo La Tengo está a-pai-xo-na-do…

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Nem parece, mas lá se vão quase trinta anos desde o lançamento do primeiro disco do Yo La Tengo, trio de New Jersey liderado por Ira Kaplan e que praticamente inventou o indie. Famosos por suas covers inusitadas de bandas obscuras (ou, de músicas obscuras de bandas – pouco – conhecidas), fizeram um álbum todo dedicado a essas versões, o incrível Fakebook, de 1990 (tudo isso?!). Dali saíram covers para trabalhos de onze artistas (além de cinco inéditas), sendo Daniel Johnston e Cat Stevens talvez os mais “mainstream” da lista, para dar uma ideia do nível “indie” da coisa.

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Pois eis que o sucessor de “Fakebook”, o aguardado “Stuff Like That There”, traz mais uma séries de versões, mas desta vez, de artistas mais conhecidos, o que pode ser um risco. Para gravar esse décimo-quarto trabalho, a banda convidou Dave Schramm, ex-guitarrista da primeira fase do grupo nos anos 90.

“Stuff Like That There” já tem capa, tracklist, alguns áudios disponíveis aqui e ali e agora um vídeo, que, pasmem, foi logo da música mais grudenta das histórias das músicas grudentas. Aquela que certamente você já teve que aprender a cantar em uma aula de inglês na vida e mesmo que não tenha, decorou por osmose: “Friday I’m In Love”, do The Cure.

No vídeo, a baterista Georgia Hubley passeia “bucolicamente” por Hoboken, cidade de New Jersey onde a banda se formou. Enquanto ela caminha sem pressa, cantarolando tal qual uma princesa-grunge da Disney, nem percebe que o caos está instaurado ao seu redor (e por sua causa). Corações despencam do céu massacrando quem estiver pela frente. Ela nem liga porque claro, é sexta-feira e ela está… in love. <3 Awwwwn. Não achava isso possível, mas a versão ficou fofa, leve e até tirou o ranço que eu tinha dessa música. Cuidado: ela gruda no ouvido e você corre o risco de passar o dia nesse estágio inerte da Georgia, mas vale a pena:

Em entrevista para a Newsweek, no mês passado, Ira Kaplan explicou a escolha das músicas deste novo disco, faixa a faixa. Sobre “Friday I’m In Love” ele diz:

“Tocamos essa música em uma festa do site The Onion, depois de eles terem zoado a gente em um artigo (*n.e.:no post, o The Onion zoava que centenas de críticos, alunos de arte e donos de lojas de disco haviam morrido soterrados em um show do YoLa). Topamos tocar na festa deles contanto que eles recriassem esse cenário, mas que quem morresse fosse a banda, não o público. Durante o show, as luzes começaram a falhar e as caixas de som falsas caíram em cima da gente e “morremos” ali mesmo. Fomos retirados do palco em macas. Nesse dia, tocamos ‘Friday I’m In Love’ e ela parecia ser uma música legal para festa, só isso. Nunca mais tocamos de novo até alguém da plateia pedir essa música em uma session em Londres. A gente nem lembrava como tocar e tivemos que reaprender. Eu amava o The Cure no começo, aqueles primeiros singles. Não tanto ‘Killing An Arab’ quanto ‘Boys Don’t Cry’ e ‘Jumping Someone Else’s Train’. Eu amava essas músicas e o disco Three Imaginary Boys. Eu meio que parei de ouvir quando os singles foram ficando menos pop.”

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>> “Stuff Like That There” vai ser lançado no dia 28 de agosto, pela Matador. A capa, que você vê acima, foi feita pela própria Georgia. E aqui, as faixas do disco:

01 My Heart’s Not in It (Darlene McCrea)
02 Rickety
03 I’m So Lonesome I Could Cry (Hank Williams)
04 All Your Secrets (remake of track from Popular Songs)
05 The Ballad of Red Buckets (remake of track from Electr-o-pura)
06 Friday I’m in Love (The Cure)
07 Before We Stopped to Think (Great Plains)
08 Butchie’s Tune (The Lovin’ Spoonful)
09 Automatic Doom (Special Pillow)
10 Awhileaway
11 I Can Feel the Ice Melting (The Parliaments)
12 Naples (Antietam)
13 Deeper Into Movies (remake of track from I Can Hear the Heart Beating as One)
14 Somebody’s in Love (The Cosmic Rays with Le Sun Ra and Arkestra)

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Popload Gig edição 31 – Como foi o show do Yo La Tengo

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* Com 30 anos de carreira e praticamente nenhum hit (hit no sentido “pop” da palavra), o grupo Yo La Tengo, cultuada banda de New Jersey, é pioneira no “indie” (aqui, no sentido “independente” mesmo da palavra). Foram 13 discos lançados, sendo que o último, o incrível “Fade”, saiu no ano passado.

O trio formado por Ira Kaplan (guitarra, piano e vocal), Georgia Hubley (bateria, teclado e vocal) e o baixista James McNew foi a atração do Popload Gig #31 que aconteceu ontem, 3/6, no Cine Joia, com 1200 pessoas na casa e sob patrocínio da Heineken.

Em quase duas horas de show, os yo la tengos revezeram instrumentos, passaram por várias fases da carreira, aceitaram pedidos do público e autografaram pôsteres e vinis de fãs na saída. O disco mais recente foi executado quase que na íntegra, com “Stupid Things” abrindo a noite. Músicas do álbum “Painful” (93), “I can Hear the Heart Beating As One” (97), “I Am Not Afraid of You and I Will Beat Your Ass”, de 2006, e “And Then Nothing Turned Itself Inside-out”, de 2000, rechearam o setlist.

“You Can Have It All” não estava na lista, mas foi pedida tantas vezes pelo público que a banda acabou cedendo. A dancinha do quase-hit, no entanto, que às vezes acompanha a música na versão sem instrumentos, ficou de fora. Algumas músicas como “Black Flowers” e “I’ll Be Around” exigiram (contemplação e) silêncio absoluto, coisa difícil por aqui, mas nem precisou a banda pedir. Lindo, YOLA!

As fotos deste post são do Fabrício Vianna. Os vídeos estão aqui com uma pequena ajuda de uns amigos.

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