Em young thug:

Kanye West, agora oficialmente Ye, carrega o Donda com seis novas músicas, estrelando André 3000 e Tyler the Creator

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* Olha ele aí traveis. Agora oficialmente chamado no RG por Ye, o ex-Kanye West soltou no final de agosto o polêmico álbum “Donda”, seu novo álbum considerado ou uma obra-prima ou na mesma medida um disco embaçado e vacilão que, se você esteve no Planeta Terra naquele período, foi impactado pelo lançamento.

Pois bem, ontem, domingo, saiu o “Donda Deluxe”, o álbum do kanYE carregado por cinco novas canções e uma “adaptação”, que trazem mais participantes ilustres ao disco.

Veja: eram 27 canções no disco original. Agora temos 32. Para quem nas resenhas tinha achado o lançamento longo lá em agosto…

As novas músicas extras do décimo disco do “artista anteriormente conhecido como Kanye West” tem André 3000, do Outkast, cantando (ou falando) a absurda “Life of the Party”, por exemplo, que chega como single da versão deluxe de “Donda”, entregue só aos serviços de streaming.

“Life of the Party” é cheia de polemiquinhas, do tipo: a música não entrou no álbum a princípio porque André 3000 não concordava com umas edições de seus versos. Depois, o desafeto de Ye, o rapper canadense Drake, VAZOU a versão na íntegra numa rádio, dia destes. Agora, vem em cheio sendo acrescentada ao “Donda” dos streamings.

Outras faixas novas que incrementam o disco do Ye são: “Remote Control Pt. 2”, com os bambas Young Thug e Kid Cudi; “Never Abandon Your Family”; “Keep My Spirit Alive Pt. 2”, “featuring” Westside Gunn, Conway the Machine e KayCyy; e “Up from the Ashes”.

A música “Come to Life”, que veio no “Donda” de agosto, ganhou um “update”, com o acréscimo de backing vocals do Tyler the Creator”.

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Strokes, Miley Cyrus e Foo Fighters comandam o bombado Lolla Brasil 2022, na retomada dos grandes festivais no país. Lista tem Idles, King Gizzard e Caribou!!!!

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* Parece que se passaram 100 anos desde o último grande evento no país, mas nos dias 25, 26 e 27 de março do ano que vem acontece em São Paulo, finalmente, o megafestival Lollapalooza Brasil, que anunciou nesta quinta-feira todas as atrações de sua nona edição. E já apresentando suas atrações dia a dia.

Numa trinca de headliners americana e toda ela rock, The Strokes (sexta), Miley Cyrus (sábado) e Foo Fighters (domingo) são as atrações principais do próximo Lolla BR.

Destes nomes de maior destaque, apenas Miley Cyrus, que transitou por várias vertentes musicais e parece ter se achado mesmo no rock’n’roll, é uma atração quase inédita no festival brasileiro. Ela veio uma única vez, há sete anos e numa outra pegada, mais dance.

Logo abaixo dos declarados principais, nomes fortes ligados ao rap pop, rap rock ou rap rap, mesmo: Doja Cat, ASAP Rocky e Kehlani engrossam a lista do Lolla. Dá até para botar o bombado Machine Gun Kelly nesse bolo.

Um time de “atrações com cara de Popload” são dignos de fazer a gente chegar cedo a Interlagos para ver. Bandas como Idles, King Gizzard & The Lizard Wizard, Black Pumas e Turnstile estão no Lolla Brasil 2022, junto com o maravilhoso Caribou, a musa Phoebe Bridgers e até o hoje veterano inglês The Wombats tocam no festival brasileiro. O DJ e produtor Kaytranada, ali no meio dos eletrônicos, também “é nosso”. A galesa Marina ex-and the Diamonds e a americana Remi Wolf se juntam a essa lista.

A armada brasileira que engrossa o Lollapalooza paulistano vem forte, neste ano de retomada: Pabllo Vittar, Emicida, Silva, Edgar, Terno Rei, Djonga, Jup do Bairro, Gloria Groove, Matuê, Jão, Clarice Falcão, MC Tha, Rashid, Fresno e os meninos do Menores Atos são alguns dos nomes brazucas do line-up do Lolla BR.

A galera emo está bem representada no Lolla: A Day to Remember e Alexonfire está no festival.

Veja o pôster oficial do Lollapalooza Brasil, abaixo:

[LOLLA] LINEUP DAY 2022_V18

* Acompanhe as redes do @lollapaloozabr para informações importantes de ingressos já comprados em 2020, novas vendas e protocolos de segurança.

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Rapper Young Thug leva seu rap-punk-pop ao “Saturday Night Live”, para duas ao vivo

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* O clássico programa nova-iorquino “Saturday Night Live” trouxe neste último sábado, na parte musical, o multifacetado rapper americano Young Thug para dois números.

Apresentado no “SNL” pelo ator Rami Malek, o último vilão do James Bond, o rapper mostrou “Tick Tock” e “Love You More”, faixas de seu segundo álbum, “Punk”, finalmente lançado na última sexta-feira e que tem um time de colaboradores “pequeno”: Drake, Travis Scott, Doja Cat, J. Cole, Future, Post Malone, ASAP Rocky, Doja Cat, Mac Miller e outros.

Quer dizer, “Tick Tock” está e não está em seu novo disco. Foi apresentada em agosto como o primeiro single do álbum, mas ele saiu nas plataformas sem ela. Mas o rapper disse que ela é sim do disco. Então tá.

De todo modo, ao “Saturday Night Live” o figura Young Thug levou uma galera com ele para suas performances. Para ambas as músicas apresentadas ao vivo na TV americana, ele teve na bateria a presença e a pancada do tá-em-todas Travis Barker. No desempenho da bonitaça “Love You More”, Gunna e Nate Ruess foram chamados para cantar com ele.

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Drake bota Jay-Z e Lil Wayne, conecta com as artes plásticas e desenterra “I’m Too Sexy” em “Certified Love Boy”, disco lançado hoje

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* De cara, uma das melhores músicas do discão que o rapper canadense Drake soltou hoje, é “Way 2 Sexy”, com peso pesados na participação especial como Future e Young Thug. Ela está no já famoso “Certified Love Boy”, da capa artística polêmica para estes dias, sexto álbum do Drake, outro da linha anunciado-adiado-anunciado-adiado, que finalmente saiu.

“Way 2 Sexy (with Future & Young Thug)” é baseada e ainda traz sample no começo de “I’m Too Sexy”, sucesso pop monumental do duo de brothers ingleses Right Said Fred, do comecinho dos anos 90, com letra e vídeo musical tão bom e pop quanto divertido.

Claro que Drake leva o hit do Right Said Fred para um outro lugar, mas essa desencavada do canadense para “I’m Too Sexy” é muito oportuna para lembrarmos o tamanho de uma boa canção despojada num mundo zoado.

“I’m too sexy for my shirt/ Too sexy for my shirt/ So sexy it hurts” é uma das frases marcantes da música dos irmãos ingleses, que em 1991 foi número 1 na Inglaterra, nos EUA e no Japão. Para você sentir o tamanho da música, que andava adormecida, o Right Said Fred foi a primeira banda inglesa a botar uma canção no topo da “Billboard” americana desde os Beatles. A canção fez parte de trilha de 40 filmes e seriados de TV, como os “Simpsons” no auge.

Com Drake, “I’m Too Sexy” ganha tratamento hip hop marrento e uma daquelas batidas grave fortes típica do rapper, para virar “Way 2 Sexy”.

“I’m too sexy for this chain
Too sexy for your gang
Too sexy for this fame, yeah, yeah
I’m too sexy for the trap
Too sexy for that cap
Too sexy for that jack, yeah, yeah”

“Certified Love Boy”, este novo do “amigão” do Kanye West, tem ainda nas colaborações as presenças de Travis Scott (“Fair Trade”), Jay-Z (“Love All”) mais 21 Savage, Lil Baby, Lil Wayne, Ty Dolla $ign e Kid Cudi entre outros. Coisa muito séria.

Na quarta passada, dois dias atrás, apareceram enormes cartazes de Drake em muitas cidades dos EUA, Canadá e até na Nigéria, anunciando quem eram os convidados de “Certified Love Boy”. Em Nova York, um luminoso gigante na iluminadaça Times Square dizia “The Goat”, um dos apelidos de Jay-Z.

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A capa de “Certified Love Boy”, a dos 12 emojis de mulheres grávidas, causou muito buchicho nas redes, quando mostrada no começo desta semana. Quando apresentada, sem muitas explicações, a capa sugeria ser um desenho do polêmico artista plástico inglês e colecionador milionário Damien Hirst. A capa veio com um aviso “1 de 2 por Damien Hirst” e induz uma parceria entre os artistas cananadense e inglês, com uma outra obra vindo por aí.

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Entre os babados do disco novo do Drake está a música “No Friends in Industry”, que diiiiiiiiizem ser direcionada ao desafeto Kanye West.

No friends in the industry/ My brothers been my brothers, man, you n‘s ain’t no kin to me, a fact (Woah)/ … / I had to draw the line between my brothers and my enemies, a fact N‘s love to start the beef, don’t wanna keep it rap/ Yeah, he hit us up and now we owe you something back”. “Beef”, termo no hip hop popularizado pelo grande 50 Cent anos atrás para designar treta, talvez nossa “bifa”, é o apelido da guerrinha travada por Kanye West com Drake.

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Jamie XX tocando no looping, para deixar o dia todo rolando

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* Enquanto não pararem a brincadeira, claro.

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O talentoso rapaz produtor Jamie XX, que inclusive faz parte do grupo The XX, se apresentou solo ontem à noite em Nova York, como convidado de luxo do famoso programa internético eletrônico Boiler Room, em uma sala fervendo qualquer, escura e cheia de gente e discos, local mantido secreto.

O programa foi transmitido online ontem à noite, mas até agora pode ser visto em loop delícia. Jamie XX botou para rodar várias faixas de seu mais novo álbum solo, “In Colour”, discaço lançado no finalzinho de maio. Tocou ainda Burial, Gil Scott-Heron e Artwork. O setlist segue abaixo. Jamie XX levou para um momento “Good Times” o famoso rapper americano Young Thug (foto), em carne e osso, que havia colaborado cantando essa faixa no seu disco. E ainda o superstar do reggae/dancehall da Jamaixa, o Gyptian, para duas ao vivo.

Deixa rolar o Jamie…


Good Times with Jamie xx por brtvofficial

Gil Scott-Heron / Jamie xx – I’ll Take Care Of You
Jamie xx – The Rest Is Noise
Artwork – Red
Jamie xx – Sleep Sound
West Norwood Casette Library – Roots
Slipmatt – Breaking Free
Burial – Leviticus
Jamie xx – Obvs
Gyptian – All On Me (Live)
Gyptian – Hold Yuh (Live)
Idris Muhammed – Could Heaven Ever Be Like This
The Persuasions – Good Times
Jamie xx Feat. Young Thug Live – Good Times

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