“This is history!” Filme do Oasis passa nos cinemas do Brasil nos dias 23 e 24 de setembro, em horário único. Ingressos já estão a venda (e sendo bem comprados)

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Captura de Tela 2021-08-24 às 8.13.50 AM

* Talvez não seja prudente deixar para comprar os ingressos para a exibição de “Oasis Knebworth 1996”, documentário dos famosos “shows bíblicos” que os irmãos Gallagher fizeram há 25 anos e que arrastou 280 mil fãs para duas apresentações num parque no vilarejo de Knebworth, no norte da Inglaterra, e praticamente parou o país.

O filme está programado para passar no Brasil apenas nos dias 23 e 24 de setembro no circuito Cinemark de cinemas e as entradas já estão sendo bem compradas, digamos. No site oficial de “Oasis Knebworth 1996”, você seleciona sua cidade, escolhe a sala e já cai dentro dela, para escolher o assento e adquirir seu ticket.

O horário, para cada um dos dias de exibição, numa quinta e sexta-feira, é único. E alguns dos cinemas selecionados só colocarão o filme do Oasis nas telas na quinta 23. E as compras estão voando.

São Paulo vai mostrar “Oasis Knebworth 1996” em 11 salas. No Rio de Janeiro, são seis. BH exibe em uma sala só. Outras cidades como Brasília, Curitiba, Campinas e Ribeirão Preto, entre outras, também vão poder ver o doc da série de apresentações do Oasis, que fazem parte da turnê do espetacular e milionário álbum “(What’s the Story) Morning Glory?”, lançado no ano anterior.

Não que a gente já não tenha falado aqui umas cem vezes, a famosa sequência dupla de shows em Knebworth provocou a maior demanda por ingressos da história da música. Cerca de 2,5 milhões de pessoas tentaram comprar as entradas, o que na época equivaleu a QUATRO POR CENTRO DA POPULAÇÃO BRITÂNICA tentando ver a banda de Liam e Noel tocar “Wonderwall”. Numa era pré-internet, pensa. Equivale ainda a dizer que, se toda a procura por ingressos fosse atendida, daria para esgotar 20 datas em Knebworth, onde ocorreram as apresentações.

“Oasis Knebworth 1996” é dirigido pelo cineasta e documentarista Jake Scott, ganhador de Grammy até.

E, de novo, se você quiser ver o filme, não bobeia com as entradas, como foi há 25 anos, de certo modo.

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