Um momento marcante do Glasto 2019 (parte 3): ex-jogadora do Arsenal, a cantora, produtora e baterista Georgia sai do Glastonbury como a grande aposta da música inglesa

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Foto: Louise Mason

Foto: Louise Mason

Era sexta-feira, 28 de junho, 2 da tarde, quando uma mulher, baterista, subiu no palco Park para fazer um dos shows sensações do Glastonbury 2019. O nome da moça é Georgia Barnes, ou, simplesmente, Georgia.

Além de baterista, Georgia também canta e é produtora. Surgiu na região norte de Londres há mais ou menos quatro anos com seu disco de estreia homônimo, depois de fracassar, veja bem, no FUTEBOL. Georgia foi atleta do Arsenal, famoso time inglês, mas trocou a bola pela bateria (que ela toca em pé, regendo o público com suas baquetas).

O show, dizem, é dos mais cheios de energia no indie hoje. Com canções sólidas e que nos levam facilmente para os anos 80, Georgia, horas depois de seu show, dividiu palco com o Hot Chip e vem sendo considerada como “the next big thing” no Reino Unido.

Com contrato assinado com a cool Domino Records, Georgia é dona de uma das músicas mais tocadas no ano na Inglaterra, “About Work The Dancefloor”, considerada uma das músicas do verão europeu.

Atração de diversos festivais nas próximas semanas, ela tem só um show solo marcado para Londres, no clubinho Scala, em novembro, com ingressos custando apenas £13.50. A essa altura, já devem ter se esgotado.

Olho na menina. E repara a galera cantando cada palavrinha de “About Work The Dancefloor”.

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  • Leocádia Joana Garibaldi Pinto

    legal