Medo e delírio em Sorocaba. A volta do Wry

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Para uma certa população indie da cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, a “Manchester brasileira”, foi tipo a volta dos Smiths ou do Oasis (para ficar no assunto em Manchester).
A banda indie brasileira Wry, que já viveu sua aventura londrina, voltou à ativa, e em definitivo, no último sábado, em show no tradicional clube sorocabano Asteroid, que por sinal pertence à metade da banda. Havia quatro anos o Wry não tocava, porque o grupo acabou e virou clube. E porque alguns integrantes resolveram não morar mais em Sorocaba.

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Teve de tudo, foi o que nos contaram de lá do Asteroid, no sábado: faixa inédita, participações especiais e canções da antiga e “nova” fase banda. Contando com todos os integrantes que passaram oficialmente pelo grupo (Mario Bross, Lou Marcello, Chokito, Renato Bizar e André Barbosa), o Wry tocou ao todo 20 músicas, um repertório de quase duas horas, de uma banda que foi de 2002 a 2009, se aproximou de caras como Tim Wheeler (da banda Ash) e Gordon Raphael (produtor do primeiro disco dos Strokes) e teve festa fixa em Londres.

O relato ouvido da galera de Sorocaba foi nada menos que “nostalgia e euforia” da banda e do público. Chegaram a dizer que: “Demorou algum tempo até cair a ficha e todos entenderem que estavam diante ali de uma das bandas mais influentes do cenário underground nacional. O público, tímido no começo, se soltava e ia ao delírio a cada nova introdução”.

Olha o Wry aí!

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