Popnotas – Interpol extra em São Paulo. Paul McCartney começando o rolê em Brasília. Uma Dua Lipa nova e ainda maior. E a Lana del Rey melhorando um clássico

– A banda nova-iorquina Interpol, quie causou um furor em outubro quando teve anunciados dois shows no Brasil, em SP e Rio, manda avisar hoje que vai ter um terceiro. Em São Paulo. O grupo de Paul Banks, Daniel Kessler e Sam Fogarino, que trará ao país o show especial focado em seus dois primeiros álbuns “Turn on the Black Lights” (2002) e “Antics” (2004), vai tocar também no dia 8 de junho do ano que vem, o show extra. Antes, a banda (foto na home) tinha divulgado as apresentações do dia 5/6, no Vivo Rio, e o dia 7, em São Paulo. O show extra vem no dia seguinte. E, para este, os ingressos começam a ser vendidos agora no dia 4 de dezembro, segunda-feira que vem.

Paul McCartney em Brasília? Pois não. Botamos aqui abaixo dois vídeos, de performances tiradas do show inicial da turnê brasileira (e sem contar a apresentação”zinha” no Clube do Choro): Paul em ação no estádio BRB Mané Garrincha desempenhando as maravilhosas “Band on the Run” (de sua fase com os Wings) e “Blackbird” (Beatles). A tour “Got Back” aterrissa agora em Belo Horizonte para shows na nova arena do Galo no domingo e segunda. Vem ao Allianz Parque para acontecer nos dias 7, 9 e 10, passa por Curitiba (estádio Couto Pereira, dia 13) e é fechada no Maracanã, dia 16.

– Curtiu a Dua Lipa nova, “Houdini”, a tal “música da década”, de três minutos, lançada com vídeo bombator faz uns 20 dias? Então toma uma versão prolongada de SEIS minutos dela. Incrível, mas ficou bom isso.

– Falando em diva, a nossa Lana del Rey, confirmada como atração do Primavera Sound 2024, eu digo o láááá de Barcelona, está numa fase de covers, você viu, né? A última é do famoso cantor das antigas conterrâneo dela, o John Denver, já falecido nos anos 90 em um bizarro acidente de avião, cujas músicas frequentavam bastante os gêneros folk e country. Ou a intersecção disso chamada de “americana”. Cara era fera aí. Lana pegou o clássico dele “Take Me Home, Country Roads”, do começo dos 70, sucesso absurdo à época. E, com a Laninha, e sua assinatura para cima desta versão, quaaaaaase arriscamos a dizer que “Country Road” ficou melhor. Repara.


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